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	<title>INSIGHTER.ORG &#187; SEO</title>
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	<description>Inovação / SEO / SEM / Analytics</description>
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		<title>Passado, Presente e Futuro do SEO</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 16:40:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>veget</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>
		<category><![CDATA[Análise de Audiência]]></category>
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		<description><![CDATA[Autor: Maurício Bastos
Lembro-me quando ouvi falar de SEO pela primeira vez, lá em 2005. Naquela época eu vasculhava avidamente todo e qualquer site que falasse sobre Marketing Viral e Marketing de Guerrilha, assuntos que eram novos &#8211; para mim &#8211; e me deixavam muito entusiasmado. Daquele ano para cá muita coisa mudou, seja no mundo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Autor: Maurício Bastos</em></p>
<p>Lembro-me quando ouvi falar de <strong>SEO</strong> pela primeira vez, lá em 2005. Naquela época eu vasculhava avidamente todo e qualquer site que falasse sobre <strong>Marketing Viral</strong> e <strong>Marketing de Guerrilha</strong>, assuntos que eram novos &#8211; para mim &#8211; e me deixavam muito entusiasmado. Daquele ano para cá muita coisa mudou, seja no mundo (crise norte-americana, eleição de Barack Obama), na Internet (o Twitter só foi surgir em 2006) e na minha vida (passei por três empresas e trabalhei em diferentes áreas). Com <strong>SEO</strong> não foi diferente, passou de algo misterioso e &#8220;secreto&#8221; para um verdadeiro hype.<span id="more-918"></span></p>
<h2><strong>O Passado do SEO: Um mundo de mistérios<br />
</strong></h2>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="http://insighter.org/wp-content/uploads/2010/07/seo_blackbox.jpg"></a><a href="http://insighter.org/wp-content/uploads/2010/07/seo_blackbox_2.jpeg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-924" title="SEO Black Box" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2010/07/seo_blackbox_2-300x212.jpg" alt="SEO Black Box" width="300" height="212" /></a><br />
</strong></p>
<p>Em um desses blogs onde eu lia sobre <strong>Marketing Viral</strong>, o autor colocava em evidência no topo de sua página que ele trabalhava com <strong>Otimização de Sites</strong> e prometia grandes resultados. Inclusive, mostrava uma página de cases, indicando em qual posição a marca e produtos de seus clientes estava no Google antes e depois do seu trabalho de otimização.</p>
<p>O assunto passou a chamar a minha atenção, mas a bibliografia era escassa (sobretudo no cenário nacional) e não lembro de ter encontrado nenhum nome consolidado (seja de empresa ou profisional) aqui no Brasil. Acabei parando por aí. <strong>SEO</strong> ficou parecendo para mim como se fosse algum truque de videogame, que é conhecido apenas por um pequeno grupo que faz de tudo para seu segredo não se espalhar. Uma verdadeira <strong>caixa preta</strong>.</p>
<p>E de fato era assim. Com um pequeno conhecimento (validando o site no W3C, otimizando titles, descriptions e keywords) já era possível notar uma grande diferença de posicionamento nos buscadores. Parecia mágica. Mas, se por um lado isso tornava o trabalho de <strong>SEO</strong> fácil de se fazer, por outro tornava difícil de se vender. Afinal, como vender algo que as pessoas não conheciam e dificilmente iriam entender. Para muitas empresas no Brasil a própria Internet era nova, imagine então o <strong>SEO</strong>.</p>
<h2><strong> </strong><strong>O Presente do SEO: O hype<br />
</strong></h2>
<p><strong> </strong><strong><br />
</strong></p>
<p><strong> </strong><strong><a href="http://insighter.org/wp-content/uploads/2010/07/SEO_hype.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-927" title="SEO Hype" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2010/07/SEO_hype-300x200.jpg" alt="SEO Hype" width="300" height="200" /></a><br />
</strong></p>
<p>O presente do <strong>SEO</strong> começou para mim em 2008, quando eu trabalhava no Grupo RBS e, pela primeira vez, tive um contato consistente com o assunto. Devo muito disso ao meu amigo Miguel Dorneles, que havia criado um setor de <strong>SEO/Web Analytics</strong> dentro da área de Internet da empresa e estava sempre aberto a falar sobre o assunto. Foi aí que eu comecei a entender que <strong>SEO</strong> é muito mais o desenvolvimento de uma estratégia digital do que realizar alguns truques isolados para ganhar posições no Google.</p>
<p>Foi nesse período que também comecei a destrinchar o assunto, acessando diariamente sites como o <a title="SEOmoz" href="http://seomoz.org" target="_blank">SEOmoz</a> e <a href="http://searchengineland.com/" target="_blank">Search Egine Land</a>, seguindo todo o conteúdo gerado pelo <a href="http://www.mattcutts.com/blog/">Matt Cutts</a> e lendo bastante conteúdo nacional, como o <a href="http://www.marketingdebusca.com.br" target="_blank">blog do Paulo</a> e artigos do pessoal da <a href="http://www.mestreseo.com.br" target="_blank">Mestre SEO</a>.</p>
<p>De 2008 para cá (2010) é o período que eu considero como sendo o hype do <strong>SEO</strong>. É um momento onde o mercado brasileiro já formou uma massa crítica significativa para comprar esse tipo de serviço e, por conta isso, muitas empresas focadas em <strong>otimização de sites</strong> estão prosperando a passos largos. Também é o momento onde fazer o básico já virou commodity (organizar titles e descriptions não é novidade para ninguém do meio), sendo necessário ir muito além disso e realmente mostrar serviço. Esse contexto também abre as portas para os oportunistas (como mostra a imagem acima), aqueles que sabem muito pouco &#8211; ou quase nada &#8211; sobre o assunto, mas encontram mercado vendendo &#8220;soluções mágicas&#8221; para aqueles que sabem menos ainda. É a mesma <a href="http://www.grapiuna.com/art/hp-pers.htm" target="_blank">história dos sobrinhos</a> durante o hype do desenvolvimento de sites na Internet.</p>
<p>Nessa mesma época (2008), o Miguel estava deixando o Grupo RBS e surgia a possibilidade de eu trabalhar diretamente com <strong>SEO</strong>. Não pensei duas vezes e abracei a oportunidade. Algumas pessoas que trabalhavam comigo chegaram a tentar me desencorajar, alegando que <strong>SEO</strong> tinha os dias contados, enquanto a área onde eu trabalhava (Gerenciamento de Projetos Web) era mais sólida. De fato a área onde eu trabalhava era mais estável, mas eu estava fascinado por <strong>SEO</strong> e disposto a arriscar. De uma coisa eu tinha certeza: o aprendizado valeria a pena.</p>
<h2><strong> </strong><strong> </strong><strong> </strong><strong>O Futuro do SEO: para onde vamos?<br />
</strong></h2>
<p><strong> </strong><strong> </strong><strong> </strong><strong><br />
</strong></p>
<p><strong> </strong><strong> </strong><strong> </strong><strong><a href="http://insighter.org/wp-content/uploads/2010/07/Jason-Calacanis-SEO-no-future.jpg"><img class="size-medium wp-image-928 alignright" title="Jason Calacanis SEO no future" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2010/07/Jason-Calacanis-SEO-no-future-235x300.jpg" alt="Jason Calacanis SEO no future" width="235" height="300" /></a></strong>No fim das contas eu estava certo, o aprendizado valeu a pena. E toda essa mentalidade de engenharia reversa que envolve o mundo do <strong>SEO &#8211; </strong>e é uma das minhas grandes paixões &#8211; fez com que eu tomasse outros rumos e começasse a trabalhar com <strong>Inovação</strong>. Afastei-me bastante do dia a dia de <strong>SEO</strong>, mas, sempre que posso, procuro ficar a par do que está acontecendo.</p>
<p>O debate sobre o futuro do <strong>SEO</strong> sempre foi uma grande polêmica no meio, pois quem trabalha com otimização acaba sempre sendo dependente do que as ferramentas de busca estão fazendo. E se a lógica de busca atual deixar de existir de repente? E se as SERPs passarem a ser visuais? E se&#8230;? São muitas as questões, e evidentemente não temos todas as respostas.</p>
<p>Em alguns artigos que li, os autores defendiam que o profissional de <strong>SEO</strong> no futuro iria atuar como um estrategista digital, podendo trabalhar ao lado das duplas de criação das agências, por exemplo. Acredito que o caminho é mais ou menos por aí. Mesmo que o <strong>SEO </strong>&#8220;morra&#8221;, a mentalidade estratégica por trás desse trabalho não deverá morrer nunca, pois estamos falando de inteligência aplicada (no mundo digital).</p>
<h2><strong> </strong><strong>Sobre o Post</strong></h2>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p><strong> </strong><strong><a href="http://insighter.org/wp-content/uploads/2010/07/searchlabs_logo.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-933" title="Search Labs" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2010/07/searchlabs_logo-300x167.jpg" alt="Search Labs" width="300" height="167" /></a><br />
</strong></p>
<p>Esse post foi escrito por causa do <a href="http://www.searchlabs.com.br/" target="_blank">Search Labs</a>, evento de <strong>Search Marketing</strong> que irá ocorrer nos dias 28 e 29 de Julho em São Paulo e do qual eu gostaria muito participar. Ele faz parte de um concurso do blog do evento, onde o vencedor irá ganhar um ingresso para participar.</p>
<p>Tenho muito interesse em estar lá, pois é um momento no qual passado, presente e futuro do <strong>Search</strong> irão se encontrar, desenhando uma visão de futuro para a própria web.</p>
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		<title>Desdobrando Estratégias de SEO utilizando o Balanced Score Card (BSC) &#8211; parte 2</title>
		<link>http://insighter.org/seo/desdobrando-estrategias-de-seo-utilizando-o-balanced-score-card-bsc-parte-2</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 14:19:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mizutani</dc:creator>
				<category><![CDATA[SEO]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura de Informação]]></category>
		<category><![CDATA[Ferramentas de SEO]]></category>
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		<description><![CDATA[Autor: Luís Fernando Mizutani
Na primeira parte deste artigo, descrevi uma abordagem nova para a criação de um projeto web orientado à SEO. Esta abordagem foi criada a partir de uma adaptação do BSC Tradicional para o que denominei SEO-BSC.
A grande vantagem do uso desta abordagem, na minha opinião, foi a fácil visualização de todas áreas envolvidas e o encadeamento de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Autor: Luís Fernando Mizutani</em></p>
<p>Na <a href="http://insighter.org/seo/desdobrando-estrategias-de-seo-utilizando-o-balanced-score-card-bsc-parte-1" target="_self">primeira parte deste artigo</a>, descrevi uma abordagem nova para a criação de um projeto web orientado à <strong>SEO</strong>. Esta abordagem foi criada a partir de uma adaptação do <strong>BSC Tradicional</strong> para o que denominei <strong>SEO-BSC</strong>.</p>
<p>A grande vantagem do uso desta abordagem, na minha opinião, foi a fácil visualização de todas áreas envolvidas e o encadeamento de todas as especificações e definições para o melhor projeto em termos de <strong>SEO</strong> e usabilidade.</p>
<p>Esta metodologia é bastante indicada para projetos de grande porte, onde muitas vêzes é difícil ter uma visão de todas as variáveis.</p>
<p>Conforme o prometido anteriormente, trarei a seguir um exemplo prático desta experiência e de como estruturar as definições de <strong>SEO</strong> para um projeto novo utilizando o <strong>SEO-BSC</strong>.<span id="more-880"></span></p>
<p>Neste exemplo, iremos criar um estratégia de <strong>SEO</strong> para a reformulação de site de gastronomia já existente.</p>
<p>O novo site será dividido em 2 áreas principais</p>
<p><strong>I. Editorial:</strong></p>
<p>- Blogs<br />
- Entrevistas<br />
- Colunas de chefes<br />
- Matérias<br />
- Guias de restaurantes<br />
- Dicas de chefes com vídeos</p>
<p><strong>II. Receitas:<br />
</strong><br />
- Buscas por categorias e subcategorias ou palavras-chave (carnes, frango, sobremesas, cozinha asiática, italiana, etc)<br />
- Lista de Diretórios com diferentes classificações (tipo de cozinha, tipos de receita, etc)<br />
- Banco de dados de receitas<br />
- Lista de resultados de receitas<br />
- Página de Detalhe da receita</p>
<p><strong>III. OBJETIVO DO PROJETO:</strong> ser o site mais bem posicionado no mercado que atuamos</p>
<p>Sugiro o download do arquivo &#8220;<a href="http://insighter.org/wp-content/uploads/2009/11/estrategia_seo.xls">Estrategia_SEO.xls</a>&#8221; para acompanhamento do restante do post.</p>
<p>Conforme havia mencionado no post anterior, teremos 5 níveis para desdobrar este objetivo.</p>
<p><strong>1. Perpectivas dos Buscadores</strong>, que foi dividida em 3 blocos:</p>
<ul>
<li> Estratégia para aumentar a eficiência de indexação</li>
<li>Estratégia para o crescimento de popularidade</li>
<li>Estratégia para melhor posicionamentoCada um destes blocos foram quebrados em vários requisitos de SEO.</li>
</ul>
<p><strong>2. Perspectiva do Produto:</strong> neste nível cada um dos requisitos de <strong>SEO</strong> geram um ou mais requisitos para a <strong>arquitetura de informação</strong>, <strong>design de interfaces</strong> e definição de escopo para o produto.</p>
<p><strong>3. Perpectiva do Desenvolvimento:</strong> neste nível os itens de escopo e arquitetura de informação definidos para o produto são desdobrados em especificações funcionais para a equipe de desenvolvimento. Através destes itens conseguimos enxergar necessidades que deverão ser traduzidas em funcionalidades nas <strong>ferramentas de CMS</strong> e outras possíveis ferramentas de <strong>backoffice</strong>.</p>
<p>O Processo de elaboração deste documento contibui muito para que a equipe de desenvolvimento participe do projeto desde as etapas iniciais de concepção do produto.</p>
<p><strong>4. Perpectiva Editorial:</strong> neste nível podemos verificar os imapactos das definições de produto na estrutura de produção do conteúdo. Além de facilitar a identificação de deficiências das equipes editoriais em trabalhar em padrões orientados ao <strong>SEO</strong>, podemos visualizar itens que geralmente não fazem parte do projeto como a reformulação de padrões de nomenclatura de arquivos.</p>
<p><strong>5. Perpectivas de Recursos Humanos:</strong> neste nível podemos podemos criar dentro do projeto todos os treinamentos e materiais de apoio para as equipes do projeto e equipes editoriais para a manutenção do novo produto.</p>
<p>Acredito que esta é uma abordagem inovadora de como organizar um<strong> projeto web</strong>. Quando criei esta abordagem, não imaginaria que ela traria uma <strong>visão tão ampla do projeto</strong> nem traria uma integração tão forte entre as áreas envolvidas. Na prática esta experiencia tem sido muito bem sucedida em as áreas de <strong>desenvolvimento</strong> e <strong>arquitetura da informação</strong> tem demonstrado bastante alinhamento ao longo do <strong>projeto</strong>.</p>
<p>Este é um método que está sujeito a novas evoluções. Acredito que o próximo passo é  estabelecer indicadores de efetividade para cada nível do <strong>SEO-BSC</strong>. Assim podemos ter uma noção do sucesso da implementação das idéias criadas. É obvio que o resultado final somente poderá ser observado no Google quando o site entrar no ar!</p>
<p><strong>LEIA TAMBÉM</strong>: <a href="http://insighter.org/seo/desdobrando-estrategias-de-seo-utilizando-o-balanced-score-card-bsc-parte-1" target="_self">Desdobrando Estratégias de SEO utilizando o Balanced Score Card (BSC) &#8211; parte 1</a></p>
<p><strong>ARQUIVO PARA DOWNLOAD</strong>: <a href="http://insighter.org/wp-content/uploads/2009/11/estrategia_seo.xls">Estrategia_SEO.xls</a></p>
<p><a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/2.5/br/"><img style="border-width:0" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-sa/2.5/br/88x31.png" alt="Creative Commons License" /></a><br />
Esta <span>obra</span> está licenciada sob uma <a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/2.5/br/">Licença Creative Commons</a>.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Como integrar UX com SEO e WA para obter excelentes resultados &#8211; Parte 1</title>
		<link>http://insighter.org/seo/como-integrar-ux-com-seo-e-wa-para-obter-excelentes-resultados-parte-1</link>
		<comments>http://insighter.org/seo/como-integrar-ux-com-seo-e-wa-para-obter-excelentes-resultados-parte-1#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 11:41:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tatix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design & Usabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>
		<category><![CDATA[UX]]></category>
		<category><![CDATA[Web Analytics]]></category>
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		<category><![CDATA[Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[WA]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://insighter.org/?p=838</guid>
		<description><![CDATA[Autor: Tatiane Viana Castro

Tenho conversado com diversos designers de UX (user experience), SEO (search engine optimization) e WA (web analytics) e a opinião é unânime: todos querem trabalhar de forma mais integrada para gerar os melhores resultados em um produto. Ok, todos os profissionais envolvidos no desenvolvimento de produtos interativos devem trabalhar de forma integrada, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Autor: Tatiane Viana Castro<br />
</em></p>
<p>Tenho conversado com diversos designers de <a title="Definição de UX" href="http://www.google.com.br/url?q=http://en.wikipedia.org/wiki/User_Experience_(UX)_Design&amp;ei=8nDzSrLXHsSslAfb1ri2Aw&amp;sa=X&amp;oi=define&amp;ct=&amp;cd=1&amp;ved=0CA8QpAMoAg&amp;usg=AFQjCNHaMg9r6r7-Vfi8lVG9QTUeY34acQ" target="_self">UX</a> (user experience), <a title="Definição de SEO" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/SEO" target="_self">SEO</a> (search engine optimization) e <a title="Definição de Web Analytics" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Web_analytics" target="_self">WA</a> (web analytics) e a opinião é unânime: todos querem trabalhar de forma mais integrada para gerar os melhores resultados em um produto. Ok, todos os profissionais envolvidos no desenvolvimento de produtos interativos devem trabalhar de forma integrada, mas SEO e WA geralmente não estão envolvidos durante o processo de desenvolvimento do produto e acabam participando<strong> </strong>só antes e/ou depois do processo.</p>
<p>Minha proposta com essa série de aproximadamente 3 posts (demoro para escrever, mas quando começo não paro mais :) ), é mostrar que a integração de UX + WA + SEO através de iniciativas, ferramentas, documentos e atividades podem colaborar para que produtos interativos tenham um excelente ROI (retorno do investimento). Neste primeiro post, o foco é a integração de UX e WA com o uso de ferramentas oferecidas pelo <a title="Site do Google Analytics" href="http://www.google.com/intl/pt-BR_ALL/analytics/" target="_self">Google Analytics</a> e <a title="Google AdWords" href="http://adwords.google.com.br/" target="_self">Google AdWords</a>.</p>
<p><span id="more-838"></span></p>
<p>Mas antes de começar a falar sobre tudo isso, quero deixar claro que quando falo em designers de UX ou apenas designer, esses podem ser arquitetos de informação, designers de interação, designers de interface, enfim, profissionais que participam fortemente da concepção do produto e consequentemente são responsáveis pela experiência do usuário. E como varia muito de empresa para empresa, resolvi generalizar para facilitar o entendimento da ideia.</p>
<p><span style="font-size: small;"><strong>Atuando no planejamento de WA<br />
</strong></span></p>
<p><span style="font-size: small;">Profissionais de WA &#8211; também conhecidos como analista de métricas &#8211; passam por uma etapa de planejamento própria quando há um novo projeto ou quando há alterações consideráveis em um projeto existente. Neste caso, o designer de UX passa a ser um &#8220;cliente&#8221; do WA &#8211; assim como outros profissionais e áreas envolvidas no projeto, já que o designer informa quais são suas necessidades de monitoramento, mensuração, testes, entre outros. Entretanto, o designer de UX só conseguirá visualizar globalmente suas necessidades durante o fechamento de escopo, desenvolvimento de interface ou em outras etapas, ou seja,<strong> o início do planejamento de WA é o &#8220;durante&#8221; do processo de desenvolvimento e não o antes ou depois.</strong></span></p>
<p><span style="font-size: small;">Portanto, a dupla (UX E WA) poderá definir quais ferramentas e configurações serão utilizadas durante o desenvolvimento do projeto, e as opções são inúmeras: </span></p>
<ul>
<li><span style="font-size: small;">teste A/B e multivariado;</span></li>
<li><span style="font-size: small;">criação de funis;</span></li>
<li><span style="font-size: small;"> segmentação;</span></li>
<li><span style="font-size: small;"> tracking;</span></li>
<li><span style="font-size: small;">&#8230;</span></li>
</ul>
<p><span style="font-size: small;"><strong>1) Teste A/B e multivariado<br />
</strong></span></p>
<p>O teste A/B é uma ferramenta simples de otimização utilizada para verificar qual versão de uma página ou peça publicitária é mais efetiva, considerando a conversão dos usuários. Já o teste multivariado é mais robusto e deve ser utilizado para testar uma múltiplas variações de conteúdo em uma página.</p>
<p>Testes como estes são fundamentais para que o designer verifique qual solução tem melhor resultado considerando dados quantitativos de conversão dos usuários. Com informações ricas como essas, <strong>as empresas deixam de tomar decisões baseadas em opiniões pessoais ou suposições vagas e passam a atuar com dados de alta fidelidade na tomada de decisão.</strong></p>
<p>É preciso deixar claro que testes assim não substituem um técnica de avaliação como o teste de usabilidade, mas podem oferecer respostas para dúvidas pontuais. Por exemplo, um designer pode querer testar se um botão de &#8220;comprar&#8221; converte mais usuários quando posicionado a direita na interface e com a cor de fundo azul, se as chamadas de conteúdo com imagem converte recebe mais cliques do que chamadas sem imagem e mais com o texto maior, etc.</p>
<div id="attachment_864" class="wp-caption aligncenter" style="width: 262px"><img class="size-full wp-image-864" title="Exemplo de teste A/B no Gmail" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2009/11/testab_google.png" alt="Exemplo de teste A/B no Gmail" width="252" height="213" /><p class="wp-caption-text">Exemplo de teste A/B no Gmail</p></div>
<p><span style="font-size: small;"><strong>2) Funil de conversão<br />
</strong></span></p>
<p>Funis são caminhos importantes que devem ser percorridos pelo usuário durante a navegação. Com um funil é possível principalmente mapear e corrigir abandonos observando páginas onde há uma considerável evasão por parte dos usuários.</p>
<p>Um funil bem comum é o de compra/pedido de produtos. Veja abaixo:</p>
<div id="attachment_839" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-839" title="Funil de conversão - exemplo conceitual" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2009/11/funil_conceito-300x179.png" alt="Funil de conversão - exemplo conceitual" width="300" height="179" /><p class="wp-caption-text">Funil de conversão - exemplo conceitual</p></div>
<p>Outros objetivos de conversão comuns em funis são assinatura de newsletter, envio de e-mail por formulário de contato e download de documentos.</p>
<p>Para configurar um funil é preciso efetuar diferentes configurações, mas as principais são os objetivos de conversão, URL de origem e destino e URLs que fazem parte do funil. O Google Analytics exibe os dados do funil graficamente e também oferece detalhamento como total de conversões, taxa de abandono em cada página no funil, entre outros.</p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_840" class="wp-caption aligncenter" style="width: 495px"><img class="size-full wp-image-840" title="Funil de conversão do Goole Analytics" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2009/11/funil.png" alt="Funil de conversão do Goole Analytics" width="485" height="115" /><p class="wp-caption-text">Funil de conversão do Google Analytics</p></div>
<p>Como a quantidade de usuário naturalmente diminui de acordo com o nível de aprofundamento de navegação e conteúdo, é importante que o WA e o designer de UX definam quais taxas de abandono são aceitáveis para não haver nenhum erro de julgamento durante a análise.</p>
<p><strong><span style="font-size: small;">3) Segmentação</span></strong></p>
<p>Segmentação de usuário é  uma divisão dos usuários em grupos com interesses, perfis ou comportamentos semelhantes. Essa divisão pode ocorrer através de dados submetidos pelo usuário em formulários (campo profissão, sexo, idade&#8230;), seções em que o usuário navegou ou qualquer outra informação que a empresa tenha interesse e seja possível de se capturar, considerando sempre as políticas de privacidade divulgadas pela empresa. Por padrão, o Google Analytics possui segmentos pré-configurados, mas em alguns projetos é importante saber no detalhe &#8220;com quem estamos falando&#8221; e isso pode refletir em entrega diferenciada de conteúdo e até informações de valor para a criação de <a title="Definição de Personas" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Personas" target="_self">Personas</a>.</p>
<div id="attachment_861" class="wp-caption aligncenter" style="width: 479px"><img class="size-full wp-image-861" title="Segmentação padrão do Google Analytics" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2009/11/segmentacaopadraoga.png" alt="Segmentação padrão do Google Analytics" width="469" height="174" /><p class="wp-caption-text">Segmentação padrão do Google Analytics</p></div>
<p><strong><span style="font-size: small;">4) Tracking</span></strong></p>
<p>No Google Analytics é possível rastrear todas ações de clique realizadas pelo usuário, inclusive em páginas com ajax e conteúdo multimídia. Veja abaixo alguns exemplos de rastreamentos possíveis:</p>
<ul>
<li>Quais conteúdos são pouco ou bastante consumidos pelo usuário em uma determinada página;</li>
<li>Qual a quantidade de cliques em um item expecífico do menu principal;</li>
<li>Quais documentos foram baixados pelos usuários esta semana;</li>
<li>Que personalização os usuários fazem para visualização da interface (aumento de fonte, expansão de menu&#8230;).</li>
</ul>
<p>obs.: Farei mais sobre tracking nos próximos posts.</p>
<p><strong><span style="font-size: small;">Publicação e acompanhamento contínuo<br />
</span></strong></p>
<p>Após a publicação do projeto, o designer de UX pode e deve trabalhar ainda mais próximo do WA analisando keywords de busca orgânica, acompanhando páginas de entrada e saída do site, tempo de acesso, conversão de funil e tudo mais que for de seu interesse. O designer ao analisar os resultados deve compartilhar suas conclusões e hipóteses junto ao WA, porque muitas vezes um dado isolado não responde um questão de forma certa e completa precisando então de uma análise avançada do especialista em análise de métricas (WA).</p>
<p><strong>Com o projeto está no ar, o designer de UX também deve procurar por padrões, tendências e extração de dados comportamentais e qualitativos para utilizar como insumo argumentativo na sugestão de mudanças ou criação de novos serviços ou produtos. </strong>Lembrando que antes de qualquer ação por parte do designer, ele deve validar suas conclusões com o profissional de WA.</p>
<p><strong>Conclusão</strong></p>
<p>O trabalho integrado dos dois profissionais cria uma base sólida e confiável para identificar corretamente as questões de design e a visualização dos dados, fazendo com que dados quantitativos e brutos sejam tranformados em estratégia de negócio e de experiência que geram excelentes resultados.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>Designers de UX devem entender mais sobre números e Analistas de métricas (WAs) sobre histórias?</p>
<p>A pergunta é uma amostra do próximo post :P</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Introdução ao SEO: 3 Pilares da Otimização &#8211; Tecnologia</title>
		<link>http://insighter.org/seo/introducao-ao-seo-3-pilares-da-otimizacao-tecnologia</link>
		<comments>http://insighter.org/seo/introducao-ao-seo-3-pilares-da-otimizacao-tecnologia#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 00:38:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mizutani</dc:creator>
				<category><![CDATA[SEO]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Técnicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Autor: Luís Fernando Mizutani
Este é o último post da série de 3 posts introdutórios sobre SEO. Nos posts anteriores apresentei outros 2 pilares importantes para um site bem otimizado para mecanismos de busca: Popularidade e Conteúdo.
Neste post o assunto é Tecnologia. A pergunta que este post procura abordar é:

QUAIS SÃO AS MELHORES PRÁTICAS NA HORA [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Autor: Luís Fernando Mizutani</em></p>
<p>Este é o último post da série de 3 posts introdutórios sobre <strong>SEO</strong>. Nos posts anteriores apresentei outros 2 pilares importantes para um site bem otimizado para mecanismos de busca: <strong>Popularidade</strong> e <strong>Conteúdo.</strong></p>
<p>Neste post o assunto é <strong>Tecnologia</strong>. A pergunta que este post procura abordar é:</p>
<ul>
<li><strong>QUAIS SÃO AS MELHORES PRÁTICAS NA HORA DE DESENVOLVERMOS UM SITE?</strong></li>
</ul>
<p>Existem muitas técnicas e dicas para o projeto de um site, a  seguir procuro fornecer uma visão de alguns itens básicos que devem ser verificados.<span id="more-824"></span></p>
<p><strong>1) DOMÍNIOS, CANONICAL ISSUES E REDIRECTS:</strong></p>
<p>Domínios www e sem-www são diferentes na visão do buscador, isto significa que sua reputação (PageRank) será diluída entre as diferentes versões indexadas.</p>
<p>Como podemos fazer com que a reputação de todos os dominios se concentrem no domínio de maior PageRank?</p>
<p>O Redirect 301 é o método mais indicado para obter este efeito. Além de trasmitir a reputação de uma página para outra, ele também auxilia nas seguintes questões:</p>
<ul>
<li>Transfere histórico da página</li>
<li>Transfere o Link Juice</li>
</ul>
<p><strong>Atenção</strong>: os redirects devem ser utilizados sem exageros, sob o risco de comprometer a usabilidade do Site.</p>
<p><strong>2) SITEMAPS</strong></p>
<p>Podemos também criar um arquivo em formato XML com toda a estrutura de conteúdo a ser indexada pelo buscador. Este arquivo não apenas provê o conteúdo indexável, mas também provê informações que facilitam a indexação. (ex: hierarquia na estrutura de navegação).</p>
<p>Os sitemaps XML podem ser gerados atendendo necessidades específicas (ex: Sitemap Mobile).</p>
<p>Em geral não devemos criar sitemaps que excedam  50.000 URLs ou 10Mb decompactados.</p>
<p><strong>3) ROBOTS.TXT</strong></p>
<p>Este é um arquivo que indica aos buscadores quais os conteúdos que devem e quais não devem ser indexados. Isto permite que o &#8220;<strong>link juice</strong>&#8221; não seja desperdiçado com página que não tenham relevancia alguma para o usuário final.</p>
<p><strong>4) URL REWRITE</strong></p>
<p>URL consiste em reescrever as URLs do site para torná-las mais amigáveis e mais relvantes para os buscadores.<br />
Devemos sempre buscar a utilização de palavras-chave em sua estrutura.<br />
A ordem de relevância é a seguintes: DOMÍNIO &gt; SUB-DOMÍNIO &gt; DIRETÓRIO &gt; SUB-DIRETÓRIO &gt; ARQUIVO.</p>
<p><strong>5) FLASH, FRAMES e JAVASCRIPT</strong></p>
<p>Evite utilização de Frames e Pop-Ups. Utilize flash apenas quando isto for essencial para enriquecer seu site e evite também a utilização de links em Javascript.</p>
<p><strong>6) CONTEÚDO DUPLICADO</strong></p>
<p>Quando existem conteúdo duplicados os buscadores consideram apenas uma versão dele. Isto pode levar ao criador do conteúdo ser excluido das listagens de resultados. A melhor solução é utilizar canonical Tags para atribuir ao autor do conteúdo a relevância que ele merece.</p>
<p><strong>7) HTML</strong></p>
<p>Procure sempre adotar os padrões W3C de código. Um código limpo facilita a navegação do Robô. Procure otimizar suas metaTags, Tags h, utilize strong em termos relevantes e busque sempre inserir atributos alt nas imagens.</p>
<p><strong>Conclusão</strong>:</p>
<p>As recomendações acima são apenas um ponto de partida para muitas outras melhorias que podem ser feitas. Cada um dos tópicos acima pode ser tema de muitos posts, pois aqui trouxemos apenas uma visão superficial deles.</p>
<p>Além disto, existem ainda outras técnidas e refinamentos que não foram abordadas neste post introdutório. É muito importante manter seu código sempre otimizado e enriquecer ele ao máximo com atributos.</p>
<p>Este é um tema que muda a todo o momento em função da constante evolução tecnológica e das lógicas adotadas pelos <strong>mecanismos de busca</strong>. Apesar da importância da tecnologia, devemos ter em mente que o que faz um site eficiente é o conjunto da &#8220;obra&#8221;. Desta forma, a sinergia entre o design, o código e as formas de divulgação é o que pode decidir se o seu projeto web será bem sucedido.</p>
<p><strong>PARA APROFUNDAR SEUS CONHECIMENTOS LEIA TAMBÉM:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Introdução ao SEO: 3 Pilares da Otimização - Popularidade" href="http://insighter.org/marketing/introducao-ao-seo-3-pilares-da-otimizacao-popularidade">Introdução ao SEO: 3 Pilares da Otimização &#8211; Popularidade</a></li>
<li><a title="Introdução ao SEO: 3 Pilares da Otimização - Conteúdo" href="http://insighter.org/marketing-online/introducao-ao-seo-3-pilares-da-otimizacao-conteudo">Introdução ao SEO: 3 Pilares da Otimização &#8211; Conteúdo</a></li>
<li><a title="SEO, PageRank e Cauda Longa de Palavras-Chave" href="http://insighter.org/marketing-online/seo-pagerank-e-cauda-longa-de-palavras-chave">SEO, PageRank e Cauda Longa de Palavras-Chave</a></li>
<li><a title="Estruturas de URL's: Utilizando Subdomínios ou Diretórios?" href="http://insighter.org/seo/estrutura-de-urls-utilizando-subdominios-ou-diretorios">Estruturas de URL&#8217;s: Utilizando Subdomínios ou Diretórios?</a></li>
<li><a title="Landing Pages: como criar novas portas de acesso para seus produtos na Internet?" href="http://insighter.org/seo/landing-pages-como-criar-novas-portas-de-acesso-para-seus-produtos-na-internet">Landing Pages: como criar novas portas de acesso para seus produtos na Internet?</a></li>
</ul>
<p><a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/2.5/br/"><img style="border-width:0" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-sa/2.5/br/88x31.png" alt="Creative Commons License" /></a><br />
Esta <span>obra</span> está licenciada sob uma <a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/2.5/br/">Licença Creative Commons</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Desdobrando Estratégias de SEO utilizando o Balanced Score Card (BSC) &#8211; parte 1</title>
		<link>http://insighter.org/seo/desdobrando-estrategias-de-seo-utilizando-o-balanced-score-card-bsc-parte-1</link>
		<comments>http://insighter.org/seo/desdobrando-estrategias-de-seo-utilizando-o-balanced-score-card-bsc-parte-1#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2009 13:19:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mizutani</dc:creator>
				<category><![CDATA[SEO]]></category>
		<category><![CDATA[Ferramentas de SEO]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[Novidades]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://insighter.org/?p=635</guid>
		<description><![CDATA[Autor: Luís Fernando Mizutani
O trabalho para definir estratégias para um negócio na Internet, passa necessariamente por um forte trabalho de todas as áreas. Desde a concepção do modelo de negócio até áreas de design, desenvolvimento, divulgaçao e etc.
SEO é um dos pontos que assumem uma relevância cada vez maior no momento de definir a estratégia para o produto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Autor: Luís Fernando Mizutani</em></p>
<p>O trabalho para definir estratégias para um negócio na <strong>Internet</strong>, passa necessariamente por um forte trabalho de todas as áreas. Desde a concepção do modelo de negócio até áreas de <strong>design</strong>, desenvolvimento, divulgaçao e etc.</p>
<p><strong>SEO </strong>é um dos pontos que assumem uma relevância cada vez maior no momento de definir a estratégia para o produto e o escopo do projeto.</p>
<p>Como podemos definir uma estratégia consistente de <strong>SEO </strong>para a criação ou reformulação de um produto?</p>
<p>Este artigo traz uma experiência que iniciei recentemente para criar estratégias completas de <strong>SEO </strong>para o desenvolvimento de um novo site.</p>
<p>Trata-se de uma adaptação que fiz da metodologia do <strong>BSC </strong>(<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Balanced_Scorecard" target="_blank">Balanced Scored Card</a>), de <em>Norton </em>e <em>Kaplan</em>, criada para desdobrar estratégias dentro de uma organização criando objetivos e premissas para que todas as áreas envolvidas trabalhem em prol de um objetivo final.</p>
<p><span id="more-635"></span></p>
<p>No meu caso este objetivo é: ter o melhor desempenho de <strong>SEO </strong>para um novo produto a ser criado. Como trabalho com projetos de grande porte, envolvendo muitas áreas distintas, pensar em tudo que pode ser feito sem uma metodologia pode ser altamente complexo e trazer um grande risco para os objetivos finais do projeto.</p>
<p>Neste primeiro post irei apresentar a definição de dimensões adotadas e os paralelos entre o <strong>BSC </strong><strong>tradicional </strong>e o<strong> BSC para SEO</strong>.</p>
<p>O <strong>BSC tradiciona</strong>l geralmente trabalha com 4 perspectivas que desdobram a estratégia partindo do objetivo final (financeiro) para perspectivas de produto/qualidade, processos, e recursos (recursos humanos ou gestão do conhecimento).</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-636" title="BSC-equema" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2009/08/400px-bsc.png" alt="400px-bsc" width="400" height="321" /></p>
<p>Em paralelo o SEO-BSC trabalha com 5 perspectivas que são:</p>
<p><strong>1) Perpectiva dos Buscadores (Google)</strong> &#8211; trabalha quais são as estratégias primordiais para um bom desempenho do negócio em termos de busca orgânica.</p>
<p><strong>2) Perspectiva de Produto</strong> &#8211; desdobra as estratégias acima em boas práticas de <strong>SEO </strong>em requisitos funcionais, estrutura de mapa de site, arquitetura de informação (hieraruia e estrutura de conteúdos, categorização e taxonomia), Layout, design, definição de conteúdos, URLs, navegação entre outros dependendo do projeto.</p>
<p><strong>3) Perspectiva de Desenvolvimento</strong> &#8211; a partir das especificações e requisitos funcionais do produto podemos desdobrar nos requisitos e especificações funcionais para as ferramentas de back-office e de gestão de conteúdo, e por suas vez requisitos técnicos de desenvovimento que irão atender as necessidades do produto.</p>
<p><strong>4) Perspectiva de Editorial </strong>- Nesta perspectiva abordamos o que as pessoas que irão pilotar as ferramentas de back-office e gestão de conteúdo deverão saber para que maximizem as potencialidades das &#8220;features&#8221; oferecidas nas ferramentas. Nesta item podemos citar webwriting, a utilização de campos de title e description, a definição de URLs entre outors itens.</p>
<p><strong>5) Perpectiva de Recursos humanos</strong> &#8211; Esta é a perspectiva que se mantém igual para o método BSC tradicional e esta nova versão de <strong>BSC</strong>. Neste item podemos incluir tudo o que os outras perspectivas demandarão de capacitação, suporte e treinamento. Por exemplo, podemos incluir treinamento de Webwriting para as equipes de redação, ou mesmo incluir treinamentos de <strong>SEO </strong>para a equipe de Arquitetura de Informação.</p>
<p>No próximo artigo irei continuar a relatar esta minha experiência trazendo um exemplo da planilha que foi utilizada em projetos e demonstrando como podemos estruturar a definição de <strong>SEO </strong>para um novo produto.</p>
<p><strong>LEIA TAMBÉM</strong>: <a href="http://insighter.org/seo/desdobrando-estrategias-de-seo-utilizando-o-balanced-score-card-bsc-parte-2" target="_self">Desdobrando Estratégias de SEO utilizando o Balanced Score Card (BSC) &#8211; parte 2</a></p>
<p><a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/2.5/br/"><img style="border-width:0" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-sa/2.5/br/88x31.png" alt="Creative Commons License" /></a><br />
Esta <span>obra</span> está licenciada sob uma <a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/2.5/br/">Licença Creative Commons</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Landing Pages: Como criar novas portas de acesso para seus produtos na Internet</title>
		<link>http://insighter.org/seo/landing-pages-como-criar-novas-portas-de-acesso-para-seus-produtos-na-internet</link>
		<comments>http://insighter.org/seo/landing-pages-como-criar-novas-portas-de-acesso-para-seus-produtos-na-internet#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2009 12:40:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mizutani</dc:creator>
				<category><![CDATA[SEO]]></category>
		<category><![CDATA[Conteúdo]]></category>
		<category><![CDATA[Ferramentas de SEO]]></category>
		<category><![CDATA[Técnicas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://insighter.org/?p=594</guid>
		<description><![CDATA[Autor: Luis Fernando Mizutani
Existem muitas formas de aumentar a audiência e, consequentemente, aumentar os resultados do nosso negócio através da Internet. Ações de marketing tradicionais podem gerar reforço de marca e tráfego direto em um site, ao passo que ações de SEO podem aumentar em muito o tráfego originado à partir de mecanismos de busca.
Considero [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Autor: Luis Fernando Mizutani</em></p>
<p>Existem muitas formas de aumentar a <strong>audiência </strong>e, consequentemente, aumentar os resultados do nosso negócio através da Internet. Ações de <strong>marketing tradicionais</strong> podem gerar reforço de marca e tráfego direto em um site, ao passo que ações de <strong>SEO </strong>podem aumentar em muito o tráfego originado à partir de <strong>mecanismos de busca</strong>.</p>
<p>Considero a criação de &#8220;<strong>Landing Pages</strong>&#8221; uma ação que mescla conhecimento de <strong>marketing estratégico</strong> e de <strong>SEO</strong>. São ações que geram resultados muito satisfatórios com esforço relativamente baixo se forem trabalhadas de forma adequada.</p>
<p>Neste artigo irei dar algumas dicas de como criar &#8220;<strong>Landing Pages</strong>&#8220;. Além disto buscarei abordar como trabalhar temas e conteúdos de forma a criar uma lógica que aumente a &#8220;<strong>Cauda Longa</strong>&#8221; de termos que gerem acesso ao site através de<strong> Landing Pages</strong>.<span id="more-594"></span></p>
<p><strong>VAMOS À PRÁTICA:</strong></p>
<p><strong>#1. </strong>Primeiramente escolha temas relevantes para o seu negócio. Por exemplo, se for um site que venda jogos de futebol pelo sistema PayperView, pode-se promover a assinatura dos campeonatos criando <strong>Landing Pages</strong> sobre cada uma destas competições. Importante ressaltar que esta lógica possibilita a criação de diversas outras <strong>Landing Pages</strong> associadas a ela, como a criação de uma página para cada time participante destas competições.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-601" title="lp_brasileiro" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2009/06/lp_brasileiro.jpg" alt="lp_brasileiro" width="400" height="300" /><br />
Quanto mais específico for o termo, mais chance de conversão teremos. E a idéia é criar uma lógica que possibilite a expansão das <strong>Landing Pages</strong> dentro de um mesmo tema.</p>
<p>Também é possível aproveitar situações factuais, por exemplo, a &#8220;<strong>morte de Michael Jackson</strong>&#8221; pode gerar muito tráfego para uma loja de CD&#8217;s ou site de download de música.</p>
<p>Pode-se criar uma <strong>Landing Page</strong> sobre o próprio <strong>Michael Jackson</strong>, e abordar como cauda longa assuntos relacionados ao cantor. Por exemplo: história de <strong>Michael Jackson</strong>, carreira de <strong>Michael Jackson</strong>, Discografia de <strong>Michael Jackson</strong>, entre outros temas.</p>
<p><strong>#2.</strong> Após definido o tema, pode-se pensar em como desenvolver as páginas. Inicialmente busque entender o melhor conjunto de termos a serem trabalhados para o tema de cada página. (ex: &#8220;Veja jogos do Corinthians&#8221;, ou &#8220;Corinthians no Brasileirão&#8221; etc). Sugiro que se trabalhe no máximo<strong> 3 termos principais</strong> para cada página. Boas sugestões de termos podem ser obtidas utilizando a ferramenta do <a href="https://adwords.google.com.br/select/KeywordToolExternal?defaultView=2" target="_blank">Google Adwords</a> e a comparação do índice de popularidade dos termos pode ser feita através do <a href="http://www.google.com/insights/search/#" target="_blank">Google Insights for Search</a>.</p>
<p><strong>#3.</strong> Crie textos utilizando as palavras-chave que escolheu, mas não esqueça que a página deve ser agradável e trazer informações úteis para o usuário sobre o serviço ou conteúdo oferecido. No caso de sites de <strong>e-commerce</strong> é aconselhável que a página possibilite o início do processo de compra e tenha boa <strong>usabilidade</strong>.</p>
<p><strong>#4.</strong> Faça a inclusão de uma listagem de links para ofertas, ou seções do que gostaria de promover no seu site. Isto trará maior acesso, bem como facilitar a <strong>indexação </strong>de entradas relevantes para os produtos, serviços ou conteúdos.</p>
<p>Uma estratégia bastante utilizada para aliar <strong>indexação </strong>e posicionamento, é a de tratar mapas do site como <strong>Landing Pages</strong>. Pode-se agrupar os links que farão parte do mapa do site por assunto ou categoria e criar uma <strong>Landing Page</strong> para cada um destes agrupamentos.</p>
<p><strong>#5.</strong> Busque desenvolver as páginas adotando os <strong>padrões 3WC</strong> e utilize ao máximo as recomendações de <strong>SEO</strong>. É importante utilizar de forma correta a hierarquia de informações, title, metatags e, principalmente, <strong>explorar o uso das palavras-chave</strong> escolhidas.</p>
<p><strong>#6. </strong>Procure adotar o uso de palavras-chave na URL, título e sub-título dos conteúdos e nos textos. Utilize a tag &lt;strong&gt; sempre que uma das palavras-chave aparecer no texto.</p>
<p><strong>#7.</strong> A densidade de palavras-chave no texto pode ser medida através da ferramenta <a href="http://seoquake.com/" target="_blank">SEO Quake</a>. Trata-se de um plug-inn para Firefox que é instalado no menu ferramentas do browser.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-604" title="keyword_density_tool1" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2009/06/keyword_density_tool1.jpg" alt="keyword_density_tool1" width="450" height="296" /></p>
<p>Esta ferramenta analisa todo o conteúdo de texto da página e gera um relatório completo de <strong>densidade de palavras-chave</strong> utilizadas. <strong>A densidade  ideal deve ficar em torno de 4 e 6</strong>. Assim pode-se fazer ajustes nos textos buscando ficar entre estes valores.</p>
<p>A <strong>Landig Page</strong> abaixo apresenta boa densidade para a palavra &#8220;Travel&#8221;, conforme o relatório de densidade.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-602" title="lp_travel11" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2009/06/lp_travel11.jpg" alt="lp_travel11" width="420" height="403" /><br />
Valores muito abaixo de 4 podem ter pouca força dentro da página, valores muito acima de 6 podem ser classificados pelos mecanismos de busca como algum tipode manipulação.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-603" title="keyword_density_report1" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2009/06/keyword_density_report1.jpg" alt="keyword_density_report1" width="420" height="315" /></p>
<p><strong>#8.</strong> Recomenda-se que a página possua algum conteúdo dinâmico. Desta forma o robô estará sempre  indexando novos conteúdo na <strong>Landing Page</strong>. Isto também conta como ponto positivo e pode aumentar o número de entradas para seu site.</p>
<p><strong>#9. </strong>Após a revisão dos textos a página está prota para ser publicada. É importante que exista links relevantes em sites externos ou no próprio domínio, apontando para a <strong>Landing Page</strong>.</p>
<p>Este link pode estar na Home, para que a indexação da <strong>Landing Page</strong> seja mais rápida. Neste caso, a nova página pode iniciar sua existência nos Buscadores herdando o <strong>PageRank</strong> da Home, que em geral é a página de maior peso em um site.</p>
<p><strong>OBSERVAÇÕES ADICIONAIS:</strong></p>
<p>Apesar de descrever como podemos criar <strong>Landing Pages</strong> de forma eficaz, o uso destes passos não irá garantir um ótimo resultado se os temas forem mal selecionados e mal trabalhados.</p>
<p>Assim, considero que o principal item para criarmos <strong>Landing Pages</strong> eficientes é a <strong>CRIATIVIDADE</strong> na hora de definir temas e na hora de desenvolver a comunicação visual da página.</p>
<p>Este pode ser o maior diferencial de sua página para a <strong>audiência </strong>e irá converter esta página em uma porta de entrada realmente eficaz para os produtos e serviços do seu site.</p>
<p><strong>PARA APROFUNDAR SEUS CONHECIMENTOS LEIA TAMBÉM</strong>:</p>
<ul>
<li><a href="http://insighter.org/marketing-online/seo-pagerank-e-cauda-longa-de-palavras-chave" target="_self">SEO, PageRank e Cauda Longa de Palavras-Chave</a></li>
<li><a href="http://insighter.org/marketing-online/introducao-ao-seo-3-pilares-da-otimizacao-conteudo" target="_self">Introdução ao SEO: 3 Pilares da Otimização &#8211; Conteúdo</a></li>
</ul>
<p><strong>Ferramentas para Download</strong>:</p>
<ul>
<li><a href="http://ie.seoquake.com/seoquake-ie-1.1.5.exe">SEO Quake para Internet Explorer</a></li>
<li><a href="https://xpi.seoquake.com/seoquake/seoquake-2.5.7.xpi">Seo Quake para Firefox</a></li>
</ul>
<p><a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/2.5/br/"><img style="border-width:0" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-sa/2.5/br/88x31.png" alt="Creative Commons License" /></a><br />
Esta <span>obra</span> está licenciada sob uma <a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/2.5/br/">Licença Creative Commons</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O que o Michael Jackson, a Mulher Melancia e o Ronaldo Fenômeno tem em comum?</title>
		<link>http://insighter.org/seo/o-que-o-michael-jackson-a-mulher-melancia-e-o-ronaldo-fenomeno-tem-em-comum</link>
		<comments>http://insighter.org/seo/o-que-o-michael-jackson-a-mulher-melancia-e-o-ronaldo-fenomeno-tem-em-comum#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2009 14:38:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>veget</dc:creator>
				<category><![CDATA[SEO]]></category>
		<category><![CDATA[Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://insighter.org/?p=328</guid>
		<description><![CDATA[Autor: Maurício Bastos

Aparentemente nada. Entretanto, se colocarmos um olhar de SEO sobre o assunto, rapidamente teremos a resposta.

Basta uma rápida olhada no Google Trends para tirar algumas conclusões:

Filtrei a análise por Brasil nos últimos 12 meses. Podemos notar claramente que a Mulher Melancia detinha o maior índice de buscas, mas sua popularidade vem caindo drasticamente. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Autor: Maurício Bastos</em></p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-554 aligncenter" title="Michael Jackson, Mulher Melancia e Ronaldo Fenômeno" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2009/06/michael-jackson-mulher-melancia-ronaldo-fenomeno.jpg" alt="Michael Jackson, Mulher Melancia e Ronaldo Fenômeno" width="442" height="173" /></p>
<p>Aparentemente nada. Entretanto, se colocarmos um olhar de <strong>SEO</strong> sobre o assunto, rapidamente teremos a resposta.<br />
<span id="more-328"></span><br />
Basta uma rápida olhada no <a title="Análise de buscas no Google Trends" href="http://www.google.com/trends?q=michael+jackson%2C+mulher+melancia%2C+ronaldo&amp;ctab=0&amp;geo=br&amp;geor=all&amp;date=ytd&amp;sort=1" target="_blank">Google Trends</a> para tirar algumas conclusões:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-557 aligncenter" title="Comparação entre Michael Jackson, Mulher Melancia e Ronaldo Fenômeno no Google Trends" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2009/06/michael-jackson-mulher-melancia-ronaldo-google-trends.jpg" alt="Comparação entre Michael Jackson, Mulher Melancia e Ronaldo Fenômeno no Google Trends" width="442" height="226" /></p>
<p>Filtrei a análise por Brasil nos últimos 12 meses. Podemos notar claramente que a <strong>Mulher Melancia</strong> detinha o maior índice de buscas, mas sua popularidade vem caindo drasticamente. Parece que o ciclo de vida do produto está entrando na sua fase final, o declínio, ou será que mais uma aparição na Playboy poderá levantar um pouco a curva?</p>
<p>De qualquer modo, o volume de buscas pelo <strong>Ronaldo Fenômeno</strong> é indiscutível, ainda mais agora que ele está jogando no país e participando de uma final da Copa do Brasil. Quanto ao <strong>Michael Jackson</strong>, acho que não preciso nem comentar. Apesar dele mal estar aparecendo no gráfico, a notícia de sua morte (divulgada ontem) está ocupando todos os espaços da mídia e atolando os servidores de Internet. O poder do <strong>Michael Jackson </strong>é tanto, que a notícia de sua morte chegou a <a title="Michael Jackson derruba Google e Twitter" href="http://g1.globo.com/Noticias/Musica/0,,MUL1208628-7085,00-NOTICIA+DA+MORTE+DE+MICHAEL+JACKSON+DERRUBA+GOOGLE+E+TWITTER.html" target="_blank">derrubar o Google e o Twitter</a>.</p>
<p>Outras três ferramentas que eu recomendo para avaliar tendências de busca são: <a title="Google Insights for Search" href="http://www.google.com/insights/search" target="_blank">Google Insight for Search</a>, <a title="Twitscoop" href="http://www.twitscoop.com" target="_blank">Twitscoop</a> (tendências do Twitter em tempo real) e a ferramenta do <a title="Ferramenta de palavras-chave do Google Adwords" href="https://adwords.google.com/select/KeywordToolExternal" target="_blank">Google Adwords</a>.</p>
<p>Bom, e agora onde entra a aplicação do trabalho de <strong>SEO</strong>? Uma das grandes funções de um analista de <strong>SEO</strong> é identificar tendências de busca e usá-las ao seu favor. Quanto antes a tendência for descoberta, melhor, basicamente por duas razões:</p>
<p>1) O trabalho de<strong> SEO</strong> depende dos buscadores, que levam algum tempo para indexar o seu conteúdo. Não é algo que ocorre instantaneamente. Logo, quanto mais cedo você publicar um conteúdo, mais cedo ele poderá ser encontrado pelos buscadores.</p>
<p>2) Você pode se tornar uma referência do tema, passando a ganhar muitos links e potencializando os acessos do seu site.</p>
<p>Neste post mostro o exemplo de uma técnica conhecida como <strong>Click Bait, </strong>que nada mais é do que a criação de um link (no caso o título &#8220;O que o Michael Jackson, a Mulher Melancia e o Ronaldo Fenômeno tem em comum?&#8221;) que atraia muito a atenção dos usuários, gerando um alto índice de cliques. Esse tipo de técnica pode e deve ser utilizado sempre que possível, desde que seja pertinente ao seu conteúdo.</p>
<p>Não adianta eu fazer um post sobre como cultivar o arroz e colocar o nome <strong>Michael Jackson</strong> no meio do título. O que vai acontecer, neste caso, é que até posso trazer um grande número de visitas para o meu site, mas a <strong>taxa de rejeição </strong>será altíssima, ou seja, eles vão clicar no link por curiosidade, mas, assim que entrarem na página, verão que ela está fora de contexto e irão deixar o site.</p>
<p><strong>A dica que fica é:</strong> Explore os termos que tendem a ser mais buscados, mas procure contextualizá-los dentro de seu conteúdo.</p>
<p>Mesmo fazendo isso, posso garantir que muita gente vai cair aqui de paraquedas, procurando as cirurgias que o <strong>Michael Jackson</strong> já fez, as fotos da Playboy da <strong>Mulher Melancia</strong> ou o último gol do <strong>Ronaldo Fenômeno</strong>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Estrutura de URL&#8217;s: Utilizando Subdomínios ou Diretórios?</title>
		<link>http://insighter.org/seo/estrutura-de-urls-utilizando-subdominios-ou-diretorios</link>
		<comments>http://insighter.org/seo/estrutura-de-urls-utilizando-subdominios-ou-diretorios#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2009 20:48:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mizutani</dc:creator>
				<category><![CDATA[SEO]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura de Informação]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[PageRank]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://insighter.org/?p=544</guid>
		<description><![CDATA[Autor: Luís Fernando Mizutani
Uma dúvida constante que surge quando iremos iniciar um novo projeto de um site é sempre relacionada a escolha da melhor estrutura de URL&#8217;s. Com o advento dos buscadores,a atenção se volta cada vez mais para requisitos de SEO durante a concepção, desenvolvimento e lançamento de um novo produto na Web.
QUAL A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Autor: Luís Fernando Mizutani</em></p>
<p>Uma dúvida constante que surge quando iremos iniciar um novo projeto de um site é sempre relacionada a escolha da melhor <strong>estrutura de URL&#8217;s</strong>. Com o advento dos buscadores,a atenção se volta cada vez mais para requisitos de<strong> SEO</strong> durante a concepção, desenvolvimento e lançamento de um novo produto na <strong>Web</strong>.</p>
<p><strong>QUAL A IMPORTÂNCIA DE UMA BOA ESCOLHA DE URL?<br />
O QUE PODE SER  CONSIDERADA UMA BOA URL?</strong></p>
<p>Não quero ficar em cima do muro, mas a resposta correta é &#8220;<strong>depende</strong>&#8220;. Muitos fatores devem ser considerados na hora de escolher a <strong>URL </strong>mais adequada, entre elas:</p>
<ul>
<li>Tipo de conteúdo ou propósito do site: conteúdo, serviço, classificados, etc</li>
<li><strong>Arquitetura de Informação</strong> criada para o site</li>
<li>Tipo de divulgação: <strong>Offline</strong> ou <strong>Online</strong></li>
<li>Objetivo e estratégias de <strong>SEO </strong>adotadas</li>
<li>Idade e peso do Domínio</li>
<li>Outros</li>
</ul>
<p><strong>QUAIS PASSOS PARA A DEFINIÇÃO DA URL´s?<span id="more-544"></span><br />
</strong></p>
<p>Em primeiro lugar, devemos pensar a <strong>Arquitetura da Informação</strong> do site. Trata-se basicamente de entender como serão os agrupamentos de conteúdo (categorias, tags, etc) e como estes estão hierarquizados.</p>
<p>Somente após termos uma <strong>Arquitetura de Iinformação</strong> bem definida poderemos definir as Interfaces e qual será a estrutura de URL&#8217;s a ser utilizada.</p>
<p>Uma <strong>URL</strong> bem otimizada, em geral, traz consigo termos ou palavras-chaves para buscadores, mas deve também atender usuários.</p>
<p><strong>QUAL O FORMATO DE URL MAIS INDICADO?</strong></p>
<p>Temos 3 formatos possíveis para <strong>URL</strong>&#8217;s:</p>
<ol>
<li><strong>Estrutura de diretórios ou subdiretórios</strong>:  <em>http://www.meudominio.com/meublog</em></li>
<li><strong>Estrutura de Subdomínio</strong>:  <em>http://meublog.meudominio.com</em></li>
<li><strong>Dominio Puro</strong>:  <em>http://www.meublog.com</em></li>
</ol>
<p>Há algum tempo a <strong>estrutura de subdomínios</strong> apresentavam grandes vantagens em relação ao <strong>estrutura de diretórios</strong>, mas isto interferia na qualidade dos resultados de busca. Desta forma o <strong>Google </strong>vem constantemente atualizando seu algoritmo e as vantagens vem sendo reduzidas.</p>
<p>Anteriormente as SERPs apresentavam no máximo 2 resultados para mesma <strong>URL</strong> utilizando <strong>subdiretórios</strong>, mas para <strong>subdomínios</strong> este número não era limitado. Como isto pode provocar distorções no resultado de busca, o <strong>Google </strong>passou a tratar <strong>subdomínios </strong>e <strong>subdiretórios </strong>de maneira similar em suas páginas de resultado, ou seja, limtando o resultado em 2 referências.</p>
<p><strong>QUANDO RECOMENDA-SE USAR A ESTRUTURA DE SUBDOMÍNIOS?</strong></p>
<p>Recomenda-se utilizar subdomínios nos seguintes casos:</p>
<ul>
<li><strong>Publicação de conteúdos diferentes</strong> do conteúdo existente no seu conteúdo principal.</li>
<li>Quando for interessante para o <strong>negócio</strong>. Ex: Uma seção dedicada a carros usados em um site de classificados de veículos (http://usados.carros.com.br ou http://seminovos.carros.com.br)</li>
<li>Quando existir a <strong>expansão de conteúdos</strong> anteriormente não abordados pelo site e que tenham um volume considerável que justifique a utilização de um subdominio. Ex: criação de um portal de Esportes em um Portal de conteúdo (ex: http://esportes.site.com.br)</li>
<li>Para <strong>diferenciar produtos</strong> de uma mesma marca. Principalmente se esta for extensamente reconhecida e possa ser usada como uma espécie de &#8220;grife&#8221;, conferindo credibilidade ao produto (ex: <a href="http://maps.google.com/" target="_blank">http://maps.google.com</a> que leva a marca do <strong>Google</strong>).</li>
</ul>
<p>Vantagens do uso de Subdominio:</p>
<ul>
<li>Conteúdo tem <strong>independência </strong>para rankeamento por si só.</li>
<li>Maior facilidade para elaboração e execução de ações de <strong>link building</strong>. Muitos diretórios não permitem cadastro de subdiretórios, mas em geral permitem o cadastro de subdominios.</li>
<li>Possibilidade de <strong>dividir o tráfego</strong> fisicamente em servidores distintos. Isto pode ser útil em alguns casos</li>
<li>Criar URL&#8217;s com uso de <strong>palavras-chave</strong>.</li>
</ul>
<p>Desvantagens do uso de Subdominio:</p>
<ul>
<li>Cada subdominio é um entidade separada com seu próprio <strong>PageRank</strong>. Iniciar um novo subdominio tem efeito similar a criar um novo site. Isto significa começar praticamente do zero o trabalho de <strong>link building</strong> e conquista de credibilidade do subdomínio.</li>
<li>Se forem muito longos os subdominios são de difícil compreensão e de difícil lembrança.</li>
<li>Podem causar confusão no caso de <strong>divulgação Offline</strong> do produto.</li>
<li>São <strong>sucetíveis a mudanças no Algoritmo do Google</strong>. O histórico mostra que cada vez mais as vantagens do subdominio tem sido revisadas. Caso haja mudanças que reduzam estas vantangens os esforço dispendido pode não compensar o benefício de se trabalhar com subdominios</li>
<li>Se houver um volume muito elevado de subdominios similares, vinculados ao mesmo domínio. Isto pode ser interpretado como algo inadequado, e podemos de um dia para o outro ver todos os esforços empregados nisto irem &#8220;pelo ralo&#8221;.</li>
</ul>
<p><strong>CONCLUSÃO:</strong></p>
<p>As <strong>URL</strong>&#8217;s são extremamente importantes para <strong>SEO</strong> e para refletir uma boa<strong> Arquitetura de Informação</strong>. O uso da estrutura de subdominio ou diretórios depende muito do <strong>objetivo</strong> almejado e das caratcerísticas no negócio e <strong>conteúdo do site</strong>. Apesar disto, fica claro que a escolha deve ser feita com base nas <strong>necessidades do negócio</strong> e não prioritariamente visando a otimização de <strong>SEO</strong>. Portanto fica a recomendação de utilizar a estrutura de subdominio de forma <strong>ponderada </strong>e com um propósito claro.</p>
<p><strong>PARA APROFUNDAR SEUS CONHECIMENTOS LEIA TAMBÉM:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Introdução ao SEO: 3 Pilares da Otimização - Popularidade" href="http://insighter.org/marketing/introducao-ao-seo-3-pilares-da-otimizacao-popularidade">Introdução ao SEO: 3 Pilares da Otimização &#8211; Popularidade</a></li>
<li><a title="Introdução ao SEO: 3 Pilares da Otimização - Conteúdo" href="http://insighter.org/marketing-online/introducao-ao-seo-3-pilares-da-otimizacao-conteudo">Introdução ao SEO: 3 Pilares da Otimização &#8211; Conteúdo</a></li>
<li><a title="Introdução ao SEO: 3 Pilares da Otimização - Conteúdo" href="http://insighter.org/seo/introducao-ao-seo-3-pilares-da-otimizacao-tecnologia">Introdução ao SEO: 3 Pilares da Otimização &#8211; Tecnologia</a></li>
</ul>
<p><a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/2.5/br/"><img style="border-width:0" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-sa/2.5/br/88x31.png" alt="Creative Commons License" /></a><br />
Esta <span>obra</span> está licenciada sob uma <a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/2.5/br/">Licença Creative Commons</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Teste: melhorias na indexação de Flash anunciadas pelo Google</title>
		<link>http://insighter.org/seo/teste-melhorias-na-indexacao-de-flash-anunciadas-pelo-google</link>
		<comments>http://insighter.org/seo/teste-melhorias-na-indexacao-de-flash-anunciadas-pelo-google#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2009 21:51:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mizutani</dc:creator>
				<category><![CDATA[SEO]]></category>
		<category><![CDATA[Flash]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[Testes]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://insighter.org/?p=519</guid>
		<description><![CDATA[Autor: Luís Fernando Mizutani
Pelo visto o Google continua perseguindo arduamente as melhorias na indexação de Flash. Este é uma das deficiência que incomodava muito o Google, deixando de fora inúmeros sites e publicidades criativas desenvolvidas em Flash.
Em 30 de junho de 2008 o Google publica o primeiro lote de melhorias, possibilitando a indexação de conteúdo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Autor: Luís Fernando Mizutani</em></p>
<p>Pelo visto o <strong>Google</strong> continua perseguindo arduamente as melhorias na <strong>indexação</strong> de <strong>Flash</strong>. Este é uma das deficiência que incomodava muito o <strong>Google</strong>, deixando de fora inúmeros sites e publicidades criativas desenvolvidas em <strong>Flash</strong>.</p>
<p>Em 30 de junho de 2008 o <strong>Google</strong> publica o <a href="http://googlewebmastercentral.blogspot.com/2008/06/improved-flash-indexing.html" target="_blank">primeiro lote de melhorias</a>, possibilitando a <strong>indexação</strong> de conteúdo textual dentro de arquivos <strong>Flash</strong> (<strong>SWF</strong>). Apesar de melhor um pouco a indexação de textos, aina haviam uma série de deficiências:<span id="more-519"></span></p>
<p>1. Flash carregados via Javascript em muios casos nao são reconhecidos pelo Crawler<br />
2. Linguagens conhecidas como bidirecionais como hebraico e árabe ainda são problemáticas para o <strong>Google</strong>.<br />
3. <span style="text-decoration: line-through;">Conteúdos externos ao arquivo Flash, como chamadas externas para conteúdos em outros arquivos (ex: XML, HTML e SWF) também não eram indexados.</span></p>
<p>Propositalmente risquei o item 3, porque após quase um ano o <strong>Google</strong> publicou na quinta-feira passada a melhoria na <strong>indexação</strong> <strong>de conteúdos externos</strong>.</p>
<p>Quando o <strong>SWF</strong> carrega conteúdos de outros arquivos, o crawler e capas de <strong>indexar</strong> conteudo associado a este arquivos-pai. A <strong>indexação</strong> ainda se limita a textos e links, desde que estes últimos não sejam links de âncora nem mesmo um botão com função de chamar um URL.</p>
<p>Existe um exemplo no site do <strong>Google</strong> de um link de uma busca feita por uma funcionalidade em <strong>Flash</strong>. Traz um anúncio do E-bay. Segundo o <a href="http://googlewebmastercentral.blogspot.com" target="_blank">Blog do Google</a>,  a busca <span style="word-spacing: 0px; font: 16px 'Times New Roman'; text-transform: none; color: #000000; text-indent: 0px; white-space: normal; letter-spacing: normal; border-collapse: separate; orphans: 2; widows: 2; -webkit-border-horizontal-spacing: 0px; -webkit-border-vertical-spacing: 0px; -webkit-text-decorations-in-effect: none; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px;"><span style="font-size: 13px; color: #333333; font-family: Arial; text-align: left;"><span> </span>[<a href="http://www.google.com/search?q=2002+VW+Transporter+888&amp;ie=utf-8&amp;oe=utf-8&amp;aq=t">2002 VW Transporter 888</a>]: </span></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="word-spacing: 0px; font: 16px 'Times New Roman'; text-transform: none; color: #000000; text-indent: 0px; white-space: normal; letter-spacing: normal; border-collapse: separate; orphans: 2; widows: 2; -webkit-border-horizontal-spacing: 0px; -webkit-border-vertical-spacing: 0px; -webkit-text-decorations-in-effect: none; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px;"><span style="font-size: 13px; color: #333333; font-family: Arial; text-align: left;"><img class="aligncenter size-full wp-image-527" title="ebay-result1" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2009/06/ebay-result1.jpg" alt="ebay-result1" width="620" height="493" /></span></span></p>
<p><span style="word-spacing: 0px; font: 16px 'Times New Roman'; text-transform: none; color: #000000; text-indent: 0px; white-space: normal; letter-spacing: normal; border-collapse: separate; orphans: 2; widows: 2; -webkit-border-horizontal-spacing: 0px; -webkit-border-vertical-spacing: 0px; -webkit-text-decorations-in-effect: none; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px;"><span style="font-size: 13px; color: #333333; font-family: Arial; text-align: left;">não trazia resultado algum, pois grande parte do conteúdo relevante desta página era carregada por um arquivo <strong>SWF</strong>. Eu, particularmente, não entendi bem este exemplo. A página me parece que as informações relevantes estão em sua maioria em HTML.</span></span></p>
<p><span style="word-spacing: 0px; font: 16px 'Times New Roman'; text-transform: none; color: #000000; text-indent: 0px; white-space: normal; letter-spacing: normal; border-collapse: separate; orphans: 2; widows: 2; -webkit-border-horizontal-spacing: 0px; -webkit-border-vertical-spacing: 0px; -webkit-text-decorations-in-effect: none; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px;"><span style="font-size: 13px; color: #333333; font-family: Arial; text-align: left;">Resolvi então realizar meu próprio teste.<br />
</span></span></p>
<p><span style="word-spacing: 0px; font: 16px 'Times New Roman'; text-transform: none; color: #000000; text-indent: 0px; white-space: normal; letter-spacing: normal; border-collapse: separate; orphans: 2; widows: 2; -webkit-border-horizontal-spacing: 0px; -webkit-border-vertical-spacing: 0px; -webkit-text-decorations-in-effect: none; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px;"><span style="font-size: 13px; color: #333333; font-family: Arial; text-align: left;"><strong>TESTE:</strong></span></span></p>
<ul>
<li><span style="word-spacing: 0px; font: 16px 'Times New Roman'; text-transform: none; color: #000000; text-indent: 0px; white-space: normal; letter-spacing: normal; border-collapse: separate; orphans: 2; widows: 2; -webkit-border-horizontal-spacing: 0px; -webkit-border-vertical-spacing: 0px; -webkit-text-decorations-in-effect: none; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px;"><span style="font-size: 13px; color: #333333; font-family: Arial; text-align: left;">Identifiquei uma página com <strong>conteúdo dinâmico em Flash</strong>. Utilizei a capa do <a href="http://uc.globo.com" target="_blank">Universal Channel.</a></span></span>
<p style="text-align: center;"><span style="word-spacing: 0px; font: 16px 'Times New Roman'; text-transform: none; color: #000000; text-indent: 0px; white-space: normal; letter-spacing: normal; border-collapse: separate; orphans: 2; widows: 2; -webkit-border-horizontal-spacing: 0px; -webkit-border-vertical-spacing: 0px; -webkit-text-decorations-in-effect: none; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px;"><span style="font-size: 13px; color: #333333; font-family: Arial; text-align: left;"><img class="size-full wp-image-521   aligncenter" title="law-and-order" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2009/06/law-and-order.jpg" alt="law-and-order" width="640" height="472" /></span></span></p>
<ul>
<li><span style="word-spacing: 0px; font: 16px 'Times New Roman'; text-transform: none; color: #000000; text-indent: 0px; white-space: normal; letter-spacing: normal; border-collapse: separate; orphans: 2; widows: 2; -webkit-border-horizontal-spacing: 0px; -webkit-border-vertical-spacing: 0px; -webkit-text-decorations-in-effect: none; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px;"><span style="font-size: 13px; color: #333333; font-family: Arial; text-align: left;">Fiz a Busca pelo termo contido no Flash &#8220;<strong><a href="http://www.google.com.br/search?q=law+%26+order%3A+svu+a+fuga&amp;ie=utf-8&amp;oe=utf-8&amp;aq=t&amp;rlz=1R1GGGL_pt-BR___BR326&amp;client=firefox-a" target="_blank">Law &amp; Order: SVU: A fuga</a></strong>&#8220;</span></span></li>
</ul>
<p><span style="word-spacing: 0px; font: 16px 'Times New Roman'; text-transform: none; color: #000000; text-indent: 0px; white-space: normal; letter-spacing: normal; border-collapse: separate; orphans: 2; widows: 2; -webkit-border-horizontal-spacing: 0px; -webkit-border-vertical-spacing: 0px; -webkit-text-decorations-in-effect: none; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px;"><span style="font-size: 13px; color: #333333; font-family: Arial; text-align: left;"><br />
<strong>RESULTADO:</strong></span></span></p>
<ul>
<li><span style="word-spacing: 0px; font: 16px 'Times New Roman'; text-transform: none; color: #000000; text-indent: 0px; white-space: normal; letter-spacing: normal; border-collapse: separate; orphans: 2; widows: 2; -webkit-border-horizontal-spacing: 0px; -webkit-border-vertical-spacing: 0px; -webkit-text-decorations-in-effect: none; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px;"><span style="font-size: 13px; color: #333333; font-family: Arial; text-align: left;">O <strong>Google</strong> trouxe o</span></span><span style="word-spacing: 0px; font: 16px 'Times New Roman'; text-transform: none; color: #000000; text-indent: 0px; white-space: normal; letter-spacing: normal; border-collapse: separate; orphans: 2; widows: 2; -webkit-border-horizontal-spacing: 0px; -webkit-border-vertical-spacing: 0px; -webkit-text-decorations-in-effect: none; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px;"><span style="font-size: 13px; color: #333333; font-family: Arial; text-align: left;"> resultado de Busca abaixo.</span></span></li>
</ul>
<p style="TEXT-ALIGN: center"><img class="size-full wp-image-522 aligncenter" title="resultado-google-flash" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2009/06/resultado-google-flash.jpg" alt="resultado-google-flash" width="640" height="472" /></p>
<ul>
<li><span style="word-spacing: 0px; font: 16px 'Times New Roman'; text-transform: none; color: #000000; text-indent: 0px; white-space: normal; letter-spacing: normal; border-collapse: separate; orphans: 2; widows: 2; -webkit-border-horizontal-spacing: 0px; -webkit-border-vertical-spacing: 0px; -webkit-text-decorations-in-effect: none; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px;"><span style="font-size: 13px; color: #333333; font-family: Arial; text-align: left;">Este resultado gerou <a href="http://uc.globo.com/servicos/aspSimplificada.asp" target="_blank">link para uma página de XML </a>que carrega a seção de programação (indicada em amarelo na imagem da Home). Realizei uma avaliação na ferramenta &#8220;Rank checker&#8221; para verificar se a home do site apareceria no resultado, mesmo que mal posicionada: não encontrei resultado algum além do <strong>XML</strong>.</span></span></li>
</ul>
<p style="TEXT-ALIGN: center"><span style="word-spacing: 0px; font: 16px 'Times New Roman'; text-transform: none; color: #000000; text-indent: 0px; white-space: normal; letter-spacing: normal; border-collapse: separate; orphans: 2; widows: 2; -webkit-border-horizontal-spacing: 0px; -webkit-border-vertical-spacing: 0px; -webkit-text-decorations-in-effect: none; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px;"><span style="font-size: 13px; color: #333333; font-family: Arial; text-align: left;"><img class="size-full wp-image-524 aligncenter" title="resultado-google-flash2" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2009/06/resultado-google-flash2.jpg" alt="resultado-google-flash2" width="639" height="471" /></span></span></p>
<p><span style="word-spacing: 0px; font: 16px 'Times New Roman'; text-transform: none; color: #000000; text-indent: 0px; white-space: normal; letter-spacing: normal; border-collapse: separate; orphans: 2; widows: 2; -webkit-border-horizontal-spacing: 0px; -webkit-border-vertical-spacing: 0px; -webkit-text-decorations-in-effect: none; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px;"><span style="font-size: 13px; color: #333333; font-family: Arial; text-align: left;"><strong>CONCLUSÃO:</strong></span></span></p>
<ul>
<li><span style="word-spacing: 0px; font: 16px 'Times New Roman'; text-transform: none; color: #000000; text-indent: 0px; white-space: normal; letter-spacing: normal; border-collapse: separate; orphans: 2; widows: 2; -webkit-border-horizontal-spacing: 0px; -webkit-border-vertical-spacing: 0px; -webkit-text-decorations-in-effect: none; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px;"><span style="font-size: 13px; color: #333333; font-family: Arial; text-align: left;">Apesar de todas as deficiências, apenas o Google parece capaz de <strong>indexar</strong> conteúdos contidos em arquivos SWF.</span></span></li>
</ul>
<p style="TEXT-ALIGN: center"><span style="word-spacing: 0px; font: 16px 'Times New Roman'; text-transform: none; color: #000000; text-indent: 0px; white-space: normal; letter-spacing: normal; border-collapse: separate; orphans: 2; widows: 2; -webkit-border-horizontal-spacing: 0px; -webkit-border-vertical-spacing: 0px; -webkit-text-decorations-in-effect: none; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px;"><span style="font-size: 13px; color: #333333; font-family: Arial; text-align: left;"><img class="size-full wp-image-525 aligncenter" title="rank-checker" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2009/06/rank-checker.jpg" alt="rank-checker" width="664" height="216" /></span></span></p>
<ul>
<li><span style="word-spacing: 0px; font: 16px 'Times New Roman'; text-transform: none; color: #000000; text-indent: 0px; white-space: normal; letter-spacing: normal; border-collapse: separate; orphans: 2; widows: 2; -webkit-border-horizontal-spacing: 0px; -webkit-border-vertical-spacing: 0px; -webkit-text-decorations-in-effect: none; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px;"><span style="font-size: 13px; color: #333333; font-family: Arial; text-align: left;"><span style="word-spacing: 0px; font: 16px 'Times New Roman'; text-transform: none; color: #000000; text-indent: 0px; white-space: normal; letter-spacing: normal; border-collapse: separate; orphans: 2; widows: 2; -webkit-border-horizontal-spacing: 0px; -webkit-border-vertical-spacing: 0px; -webkit-text-decorations-in-effect: none; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px;"><span style="font-size: 13px; color: #333333; font-family: Arial; text-align: left;">O teste indicou que embora o <strong>Google</strong> esteja indexando este conteúdo, ainda existe uma deficiência em associar o conteúdo ao arquivo-pai. Também exsite uma deficiência em reconhecer a página-mãe deste conteúdo. </span></span></span></span></li>
<li><span style="word-spacing: 0px; font: 16px 'Times New Roman'; text-transform: none; color: #000000; text-indent: 0px; white-space: normal; letter-spacing: normal; border-collapse: separate; orphans: 2; widows: 2; -webkit-border-horizontal-spacing: 0px; -webkit-border-vertical-spacing: 0px; -webkit-text-decorations-in-effect: none; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px;"><span style="font-size: 13px; color: #333333; font-family: Arial; text-align: left;">Ao que tudo indica, o <strong>Google</strong> ainda deverá ter muito trabalho para que os conteúdos em <strong>Flash</strong> possam ser buscados e entregar resultados satisfatórios para os usuários.</span></span></li>
</ul>
</li>
</ul>
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		<item>
		<title>Yahoo! lança Common Tag! Mais um padrão para disputar o mercado de Buscas?</title>
		<link>http://insighter.org/seo/yahoo-lanca-common-tag-mais-um-padrao-para-disputar-o-mercado-de-buscas</link>
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		<pubDate>Thu, 18 Jun 2009 15:51:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mizutani</dc:creator>
				<category><![CDATA[SEO]]></category>
		<category><![CDATA[Common Tags]]></category>
		<category><![CDATA[Novidades]]></category>
		<category><![CDATA[Web Semântica]]></category>
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		<description><![CDATA[Autor: Luis Fernando Mizutani
Na quinta-feira passada o Yahoo! anúncia o lançamento da Common Tag como algo que irá revolucionar a web.
Mas o que vem a ser a Common Tag?
Trata-se de um novo formato de Tag Semântica que adota o padrão RDFa. E possibilitará aumentar o número de aplicações e desenvolvimento da Web Semântica. Bom isto não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Autor: Luis Fernando Mizutani</em></p>
<p>Na quinta-feira passada o <strong>Yahoo!</strong> anúncia o lançamento da <a href="http://www.commontag.org/Home" target="_blank">Common Tag</a> como algo que irá revolucionar a web.</p>
<p><strong>Mas o que vem a ser a Common Tag?</strong></p>
<p>Trata-se de um novo formato de <strong>Tag Semântica</strong> que adota o padrão RDFa. E possibilitará aumentar o número de aplicações e desenvolvimento da <strong>Web Semântica</strong>. Bom isto não responde muito coisa, certo?</p>
<ol>
<li>O que vem a ser as <strong>Tags semânticas?</strong></li>
<li>E o que é <strong>RDFa?</strong></li>
<li>O que é <strong>Web Semântica?<span id="more-472"></span></strong></li>
</ol>
<p>Vamos por partes:</p>
<p>1. Através do uso de Tags semânticas desenvolvedores podem criar aplicações web com um volume maior de <strong>metainformações</strong> e com maior capacidade de interpretação e entendedimento do contexto. Resumidamente aumenta o potencial de desenvolvimento de aplicações web inteligentes e a integração entre aplicações.</p>
<p>2. <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rdfa" target="_blank">RDFa</a> é uma forma de expressar <strong>RDF</strong> através de <strong>XHTL</strong>. A sigla <strong>RDF</strong> significa &#8220;<strong>Resource Description Framework</strong>&#8220;. Este é um framework desenvolvido interpretar dados e tranformá-los em informações. Este framework organiza os dados em 3 grupos: <strong>Sujeito/Assunto &#8211; Predicado/Ação &#8211; Estado/Objeto</strong>.</p>
<p>Atualmente os principais mecanismos de busca (Google e Yahoo) entendem RDFas para enriquecer informações sobre sites. A nova aplicação de &#8220;<a href="http://googlewebmastercentral.blogspot.com/2009/05/introducing-rich-snippets.html" target="_blank">Rich Snippet do Google</a>&#8221; é um exemplo disto.</p>
<p>3. De forma bem simplificada, o conceito de <a href="http://www.w3.org/RDF/FAQ" target="_blank">websemântica</a> foi criado para tratar de forma difereciada a interpretação dos dados e informações e aumetar as possibilidades de gerar busca mais inteligentes, recuperação de informação mais precisa, maior integração entre informações diferentes, aplicações mais precisas e resultados mais confiáveis.As aplicações disto são infinitas!</p>
<p>Por exemplo, posso ter meu dados bancários acessados via <strong>Internet</strong>, meu album de fotos de viagem em um blog e meu calendário no Google Calendar.</p>
<p>Agora, por exemplo, porque não posso saber qual foi o dia que tirei uma certa foto de viagem, e como meu extrato bancário estava naquela ocasião? Esta integração entre aplicações é complexa por falta de padronização de informação. Este é um dos objetivos da <strong>Websemântica</strong>.</p>
<p>Quais as vantagens da <strong>Common Tag</strong>?</p>
<p>Segundo o <strong>Yahoo!</strong> através do uso deste padrão de Tags teremos os seguintes benefícios:</p>
<ul>
<li>criar conteúdo muito mais rico e fácil de ser descoberto na <strong>web</strong></li>
<li>enriquecer a descrição de conteúdo do sites</li>
<li>descrever conteúdos referenciados nos links do seu site, mesmo que apontem para sites externos</li>
<li>facilitar a integração entre bases de dados e possibiitar intercâmbio de informações</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-475 aligncenter" title="commontag-ecosystem" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2009/06/commontag-ecosystem.png" alt="commontag-ecosystem" width="680" height="517" /></p>
<p>Muito do que a <strong>Common Tag</strong> possibilita também é obtido com o uso de <strong>MetaTags</strong> em uso, microformatos, e outros atributos.</p>
<p>É bem verdade que os mecanismos de busca ainda não exploram todo potencial de &#8220;linguagem de markup semântica&#8217;&#8221;. Mas a <strong>Common Tag</strong> não parece trazer uma grande vantagem para os desenvolvedores. É claro que se a <strong>Common Tag</strong> se popularizar a ponto de virar um padrão amplamente aceito, a integração entra aplicações web terá um grande facilitador.</p>
<p>Eu particularmente vejo isso como uma iniciativa do <strong>Yahoo!</strong> de fomentar o uso do padrão para tentar morder um pouco o mercado de busca. A empresa tem trabalhado no <a href="http://developer.yahoo.com/searchmonkey/" target="_blank">SearchMonkey</a> justamente para aceitar o uso deste padrão.</p>
<p>Acredito que o sucesso do padrão dependerá muito mais de experiências de desenvolvedores do que isto facilitará no desenvolvimento, do que da boa vontade das empresas e donos de sites. Resta aguardar novidades sobre o assunto.</p>
<p>Mais informações sobre o assunto:</p>
<ul>
<li><a href="http://www.commontag.org/Home" target="_blank">Common Tag Official Site</a></li>
<li><a href="http://www.w3.org/2001/sw/" target="_blank">W3C Semantic Web Activity</a></li>
</ul>
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