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	<title>INSIGHTER.ORG &#187; Marketing Online</title>
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	<description>Inovação / SEO / SEM / Analytics</description>
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		<title>Ad Exchange: Otimização de retorno no Google Ad Manager</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Sep 2009 22:03:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mizutani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Online]]></category>
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		<description><![CDATA[Autor: Luís Fernando Mizutani
A promessa do Ad Exchange da Doubleclick é ser uma ferramenta destinada para facilitar a vida das Agências. A Ferramenta promete fornecer uma visão mais abrangente do inventário de grandes campanhas online quando estas são realizadas em multiplos canais online e redes de conteúdo.
Na semana passada o Google anunciou a integração do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Autor: Luís Fernando Mizutani</em></p>
<p>A promessa do Ad Exchange da Doubleclick é ser uma ferramenta destinada para facilitar a vida das <strong>Agências</strong>. A Ferramenta promete fornecer uma visão mais abrangente do inventário de grandes <strong>campanhas online</strong> quando estas são realizadas em <strong>multiplos canais online</strong> e redes de conteúdo.</p>
<p>Na semana passada o <strong>Google </strong>anunciou a integração do Ad-Exchange a sua ferramenta de gestão de inventário para as empresas de mídia: o <strong>Google AdManager</strong>.<span id="more-734"></span></p>
<p>Isto significa que o número de anunciantes que disputam nas redes filiadas ao <strong>Google</strong>, por publicidade segmentada pelo conteúdo, aumentou sigificativamente. Desta forma a funcionalidade de otimização de preços do<strong> Google AdManager </strong>se torna ainda mais atraente para empresas de <strong>Mídia Online.</strong></p>
<p>Como funciona a otimização de preços?</p>
<p><strong>O Google AdManager</strong> gerencia entrega da Publicidade Tradicional (banners etc) e anúncios <strong>Adsense</strong> simultaneamente. Assim a ferramenta faz a entrega do tipo de anúncio (tradicional ou Adsense) que estiver dando o maior retorno em tempo real.</p>
<p>Além de priorizar que tipo de anúncio está oferecendo maior retorno a ferramenta possibilita a competição anunciantes que utilizam <strong>AdSense </strong>para divulgar sua publicidade.</p>
<p>Realizamos alguns testes em Janeiro de 2009, e detectamos que a ferramenta ainda apresentava deficiências na contabilização de audiência. Na nossa avaliação a ferramenta apresentava uma visão bastante distorcida dos dados de contabilização de acessos.</p>
<p>Para maiores detalhes sugiro a leitura do Blog do Google:</p>
<p><a href="http://googleblog.blogspot.com/2009/09/doubleclick-ad-exchange-growing-display.html">http://googleblog.blogspot.com/2009/09/doubleclick-ad-exchange-growing-display.html</a></p>
<p>e o vídeo sobre a ferramenta:</p>
<p><object width="425" height="344" data="http://www.youtube.com/v/pQZZId4TamI&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=en&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/pQZZId4TamI&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=en&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
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		<title>Erica Schmidt no SMX 2009: Integração entre Marketing Offline e Marketing de Busca</title>
		<link>http://insighter.org/marketing/erica-schmidt-no-smx-2009-integracao-e-marketing-offline-e-marketing-de-busca</link>
		<comments>http://insighter.org/marketing/erica-schmidt-no-smx-2009-integracao-e-marketing-offline-e-marketing-de-busca#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2009 20:22:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mizutani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
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		<category><![CDATA[No Media]]></category>
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		<category><![CDATA[Online]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>

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		<description><![CDATA[Autor: Luís Fernando Mizutani
No mês passado fui ao SMX 2009. Já havia postado sobre minha percepção geral sobre o congresso, mas neste post resolvi trazer o conteúdo específico de uma Palestra que me chamou muito a atenção. A Palestra foi feita pela Érica Schmidt Diretora de Marketing de Busca da Isobar.
A Isobar é uma empresa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="TEXT-ALIGN: left"><em>Autor: Luís Fernando Mizutani</em></p>
<p style="TEXT-ALIGN: left">No mês passado fui ao <strong>SMX 2009</strong>. Já havia postado sobre minha percepção geral sobre o congresso, mas neste post resolvi trazer o conteúdo específico de uma Palestra que me chamou muito a atenção. A Palestra foi feita pela Érica Schmidt Diretora de <strong>Marketing de Busca</strong> da <a href="http://www.isobar.net/" target="_blank">Isobar</a>.</p>
<p>A Isobar é uma empresa Global prestaserviços de <strong>Marketing Digital</strong> para outras empresas. O interessante é que a empresa atua pensando campanhas de <strong>marketing </strong>de forma integrada com uma ênfase bastante forte nos meios digitais e <strong>marketing de busca</strong>.</p>
<p>Segundo Érica, nossa tendência é achar que o Google é o principal buscador. Contudo, numa visão global isto pode ser uma distorção da realidade denpendendo do contexto. Um exemplo disto são os mercados asiáticos onde outros buscadores desconhecidos no ocidente assumem o papel principal.</p>
<p>O <a href="http://www.baidu.com/" target="_blank">Buidu</a> é o buscados mais popular na China (claro que um pouco disto é em função das censuras que o Google sofre por lá). Na Corea temos o <a href="http://www.daum.net/" target="_blank">Daum</a>, que é uma espécie de Yahoo! Coreano muito popular por lá.</p>
<p>No primeiro case apresentado foi demontrado a importância da melhoria de interface e da realização de testes em produção com análises estatísticas (multivariadas). O resultado da realização de um projeto de experimento consistente permite criar a interface que melhor direciona o usuário para a realização de tarefas no site (ex: compra num site de e-commerce).</p>
<p>Além deste case ela trouxe uma série de dados de pesquisas relaizadas pela Isobar, que refletem o comportamento e relação que as pessoas tem com os mecanismos de busca:</p>
<p>1) <strong>67% dos usuários </strong>são influenciados a realizar buscas por chamadas de canais <strong>offline</strong>;<span id="more-703"></span></p>
<p>2) <strong>40% destes usuário</strong> influenciados por canais <strong>offline</strong> realizarão alguma compra ou transação no meio <strong>online</strong>.</p>
<p>3) <strong>37% destes usuários</strong> são inflenciados pela televisão, enquanto 36% são influenciados por outros usuários (boca-a-boca).</p>
<p>Para ilustrar os dados acima, Erica trouxe um case muito interessante de um trabalho realizada para a empresa automotiva SAAB.</p>
<p>Neste case a empresa criou um comercial de televisão que <strong>incitasse as pessoas a buscar</strong> pela música e pelo vídeo na Internet. O vídeo da campanha foi disponibilizado para inúmeros sites de vídeo e o próprio site da montadora oferecia o vídeo e música para download. Isto fez com que o comercial se tornasse um viral na web e o site da montadora atingiu marcas históricas de audiência.</p>
<p><object width="425" height="344" data="http://www.youtube.com/v/zKViA_z6jwE&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/zKViA_z6jwE&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<p>Este exemplo mostra claramente uma aplicação de uma campanha que integra televisão, Intenção de busca e Potencial Viral de um conteúdo.</p>
<p>Outros dados interessantes das pesquisas apresentadas:</p>
<p>4) <strong>31 % dos usuários</strong> de Internet respondem a anuncios Online;<br />
5) <strong>27 % destes usuários</strong> vão para mecanismos de busca;<br />
6) <strong>47% dos usuários</strong> usam Internet enquanto assistem televisão.</p>
<p>O case da SAAB e dados acima mostram a clara interação entre televisão e intenção de busca.</p>
<p>Isto é um comportamento bastante adotado em programas de televisão e comerciais no Japão e outros países asiáticos. Muitos comerciais asiáticos apresentados por Erica, trazem <strong>chamadas para busca no final</strong>. No cinema isto já está sendo utilizado no trailer do filme 2012, como podemos verificar no <a href="http://www.youtube.com/watch?v=cyCCd8MCcZY" target="_blank">Trailer do filme</a>.</p>
<p>Outro exemplo interessante de ações <strong>call-to-action</strong> para buscas foi a ação feita no reino Unido. Esta ação consistiu em uma forte campanha trazendo apenas o termo &#8220;<strong>OOHGLE</strong>&#8220;. Esta campanha teve grande repercussão e gerou um tremendo buzz acerca do termo oohgle. Vários blogs trazem artigo interessantes sobre esta campanha.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-706" title="oohgle_12" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2009/08/oohgle_12.jpg" alt="oohgle_12" width="500" height="375" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-707" title="oohgle_2" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2009/08/oohgle_2.jpg" alt="oohgle_2" width="470" height="319" /></p>
<p>A campanha teve um crescimento acentuado nas questro semanas de veiculação, como no gráfico do Google Trends.</p>
<p><a href="http://www.google.com/trends?q=oohgle&amp;ctab=0&amp;geo=gb&amp;geor=all&amp;date=2008&amp;sort=0">http://www.google.com/trends?q=oohgle&amp;ctab=0&amp;geo=gb&amp;geor=all&amp;date=2008&amp;sort=0</a></p>
<p>Conforme os dados da Isobar, a campanha teve 28% de resposta imediata para anúncios offline, e este percentual caiu para 20% na primeira semana.</p>
<p>Este indicativos mostram como as campanhas <strong>offline</strong> e <strong>online</strong> hoje estão absolutamente interligadas. Muitas vezes não nos damos conta dos desdobramentos que uma campanha passa a ter nos meios digitais.</p>
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		</item>
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		<title>Bate-papo sobre Scrum (Método Ágil) &#8211; Looping RBS (3a Edição)</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Jun 2009 01:12:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>veget</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Online]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Projetos]]></category>
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		<description><![CDATA[Autor: Maurício Bastos

Já está virando clichê eu dizer que cada um dos convidados do Looping RBS é sensacional, mas é a mais pura verdade. Também não poderia ser diferente, visto que os palestrantes são escolhidos a dedo. Na terceira edição do evento convidamos a Tatiane Viana, que é uma tremenda profissional, uma daquelas pessoas muito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><em>Autor: Maurício Bastos</em></p>
<p><a title="Bate-papo sobre Scrum (Método Ágil)" href="http://insighter.org/inovacao/bate-papo-sobre-scrum-metodo-agil-looping-rbs" target="_self"><em><img class="size-full wp-image-81 aligncenter" title="Logo do Looping RBS" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2009/05/logo-loopingrbs1.png" alt="Logo do Looping RBS" width="442" height="220" /></em></a></p>
<p>Já está virando clichê eu dizer que cada um dos convidados do <strong>Looping RBS</strong> é sensacional, mas é a mais pura verdade. Também não poderia ser diferente, visto que os palestrantes são escolhidos a dedo. Na terceira edição do evento convidamos a <strong>Tatiane Viana, </strong>que é uma tremenda profissional, uma daquelas pessoas muito acima da curva. A missão dela foi falar sobre <strong>Scrum</strong>, também conhecido como <strong>Método Ágil</strong>.</p>
<p>Você sabe o que é <strong>Product Backlog</strong>? E <strong>Sprint</strong>? Sabe qual a função do <strong>Product Owner</strong> e do <strong>Scrum Master</strong>? Continue lendo que você vai descobrir ou, pelo menos, entender melhor.<span id="more-482"></span></p>
<p>O tema<strong> Scrum</strong> é extremamente importante e, ao mesmo tempo, polêmico, pois se trata de um método nada ortodoxo e que quebra alguns dos paradigmas da tradicional gestão de projetos, como a linha do <a title="Project Management Institute" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Project_Management_Institute" target="_blank">PMI</a>.</p>
<p>O <strong>Scrum</strong> nada mais é do que uma <strong>metodologia ágil, </strong>destinada a planejar e gerenciar projetos. E a palestra da Tati teve como principal objetivo decupar essa metodologia, mostrando exemplos práticos de como isso acontece no <strong>INdT</strong>. Se você trabalha com projetos e sente-se constantemente preso em processos burocrácitos e desnecessários, sugiro que assista ao vídeo abaixo. Apesar do foco da Tati estar na aplicação da metodologia para <strong>projetos web</strong> e <strong>aplicações mobile</strong>, a lição de simplicidade que o <strong>Scrum</strong> passa é válida para todo tipo de projeto.</p>
<p><strong>Um pouco mais sobre a Tati:</strong> ela tem 28 anos, é formada em Gestão de TI pela Unisul e tem mais de 9 anos de experiência no mercado de Internet. Ela é especialista em <strong>Design de Interação</strong>, <strong>Usabilidade</strong> e <strong>Arquitetura da Informação</strong>. Na sua carreira ela já passou pela <a title="Site da AG2" href="http://www.ag2.com.br" target="_blank">AG2</a> (Agência Digital) e <strong>Grupo RBS</strong>. Hoje, ela trabalha como <strong>Designer de Interação</strong> e <strong>Product Owner</strong> no <strong>INdT</strong> (Instituo Nokia de Tecnologia), localizado em Recife. Além disso, a Tati já realizou duas edições do<strong> WUD-RS </strong>(World Usability Day).</p>
<p><object width="400" height="376" data="http://mediacenter.clicrbs.com.br/skins/default/swf/playerChannel.swf?mediaXML=http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/RequestUrlPlayer.aspx;contentId=66390///channel=41&amp;color=0x48278F&amp;autoStart=false&amp;thumb=http://mediacenter.clicrbs.com.br/medias/IMAGES/664740.jpg&amp;channelLink=http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/home.aspx?channel=40&amp;channelImage=http://mediacenter.clicrbs.com.br/includes/topo_videos_clicrbs.gif&amp;channelColor=0x48278F" type="application/x-shockwave-flash"><param name="id" value="playerFlash" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="quality" value="high" /><param name="src" value="http://mediacenter.clicrbs.com.br/skins/default/swf/playerChannel.swf?mediaXML=http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/RequestUrlPlayer.aspx;contentId=66390///channel=41&amp;color=0x48278F&amp;autoStart=false&amp;thumb=http://mediacenter.clicrbs.com.br/medias/IMAGES/664740.jpg&amp;channelLink=http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/home.aspx?channel=40&amp;channelImage=http://mediacenter.clicrbs.com.br/includes/topo_videos_clicrbs.gif&amp;channelColor=0x48278F" /></object></p>
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		</item>
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		<title>Bate-papo sobre Mobilidade &#8211; Looping RBS (2a Edição)</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Jun 2009 23:59:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>veget</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Online]]></category>
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		<category><![CDATA[Novidades]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>

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		<description><![CDATA[Autor: Maurício Bastos

Na segunda edição do Looping RBS tive a oportunidade de trazer dois sujeitos sensacionais: Rodrigo Mazzilli e Rodrigo Kochenburger, também conhecido como Divoxx. Ambos são daqui de Porto Alegre e possuem uma história de vida muito interessante, que certamente é capaz de inspirar os espectadores.
O Rodrigo Mazzilli tem 31 anos, é formado em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><em>Autor: Maurício Bastos</em></p>
<p><a title="Bate-papo sobre Mobilidade" href="http://insighter.org/inovacao/bate-papo-sobre-mobilidade-looping-rbs" target="_self"><img class="size-full wp-image-81 aligncenter" title="Logo do Looping RBS" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2009/05/logo-loopingrbs1.png" alt="Logo do Looping RBS" width="442" height="220" /></a></p>
<p>Na segunda edição do <a title="O que é o Looping RBS" href="http://insighter.org/inovacao/looping-rbs-ciclo-de-bate-papos" target="_blank">Looping RBS</a> tive a oportunidade de trazer dois sujeitos sensacionais: <a title="Twitter do Rodrigo Mazzilli" href="http://twitter.com/rodmaz" target="_blank">Rodrigo Mazzilli</a> e <a title="Twitter do Divoxx" href="http://twitter.com/divoxx" target="_blank">Rodrigo Kochenburger</a>, também conhecido como Divoxx. Ambos são daqui de Porto Alegre e possuem uma história de vida muito interessante, que certamente é capaz de inspirar os espectadores.<span id="more-419"></span></p>
<p>O <strong>Rodrigo Mazzilli</strong> tem 31 anos, é formado em Ciência da Computação pela UFRGS e possui um fellowship pelo Programa de Estudos Avançados no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nas áreas de empreendedorismo, inovação e negócios em software. Ele já foi consultor e gerente de projetos na Hewlett-Packard do Brasil e da Alemanha, onde gerenciou projetos na área de telemática e mobilidade com clientes como Volkswagen AG, BMW AG e Renault.</p>
<p>Já o <strong>Divoxx (Rodrigo Kochenburger)</strong> tem 23 anos e é estudante de Ciência da Computação na PUCRS. Ele é reconhecido como um dos maiores experts na tecnologia de Ruby on Rails no Brasil, a mais utilizada nas soluções web atualmente. Além disso, o <strong>Divoxx</strong> é um dos líderes por trás da competição mundial RailsRumble que acontece pela Internet, ajudando a disseminar a tecnologia. Ele atua como consultor para a <a title="SurgeWorks" href="http://surgeworks.com/" target="_blank">SurgeWorks Inc.</a>, sediada em Salt Lake City, Utah, onde já prestou consultorias para grandes empresas financeiras e de e-commerce do mundo inteiro.</p>
<p>São dois profissionais com experiências muito ricas, não há dúvidas, cujas carreiras se cruzaram há cerca de 8 meses atrás, quando fundaram juntos a <strong>startup </strong><a title="Site da Wellknown.as" href="http://wellknown.as" target="_blank">Wellknown.as</a>. A empresa deles atua em um modelo que pode causar estranhamento aqui no Brasil, mas que é muito conhecido lá fora: chama-se <strong>stealth mode</strong>, ou, simplesmente, operação em segredo. Isso signfica que eles estão trabalhando em um produto próprio e não fazem nenhum tipo de trabalho para terceiros.</p>
<p>O projeto no qual eles estão trabalhando é secreto, mas eles me adiantaram que se trata de uma solução profissional para smartphones. Um detalhe importante é que o foco do trabalho deles está no mercado norte-americano e não aqui no Brasil. De qualquer modo,  sugiro que vocês entrem no site da <a title="Site da Wellknown.as" href="http://wellknown.as" target="_blank">Wellknown.as</a> e se cadastrem para receber novidades do produto, pois algo vindo destes dois &#8220;Rodrigos&#8221; só pode ser coisa boa.</p>
<p>Abaixo vocês podem conferir um vídeo onde o <strong>Rodrigo Mazzilli</strong> e o <strong>Divoxx</strong> falam sobre tendências da <strong>Mobilidade</strong>, com todo o know-how que eles possuem do mercado externo.</p>
<p><object width="400" height="376" data="http://mediacenter.clicrbs.com.br/skins/default/swf/playerChannel.swf?mediaXML=http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/RequestUrlPlayer.aspx;contentId=65938///channel=40&amp;color=0x48278F&amp;autoStart=false&amp;thumb=http://mediacenter.clicrbs.com.br/medias/IMAGES/663534.jpg&amp;channelLink=http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/home.aspx?channel=40&amp;channelImage=http://mediacenter.clicrbs.com.br/includes/topo_videos_clicrbs.gif&amp;channelColor=0x48278F" type="application/x-shockwave-flash"><param name="id" value="playerFlash" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="quality" value="high" /><param name="src" value="http://mediacenter.clicrbs.com.br/skins/default/swf/playerChannel.swf?mediaXML=http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/RequestUrlPlayer.aspx;contentId=65938///channel=40&amp;color=0x48278F&amp;autoStart=false&amp;thumb=http://mediacenter.clicrbs.com.br/medias/IMAGES/663534.jpg&amp;channelLink=http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/home.aspx?channel=40&amp;channelImage=http://mediacenter.clicrbs.com.br/includes/topo_videos_clicrbs.gif&amp;channelColor=0x48278F" /></object></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Introdução ao SEO: 3 Pilares da Otimização &#8211; Conteúdo</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Jun 2009 12:28:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mizutani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing Online]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>
		<category><![CDATA[Conteúdo]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[Técnicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Autor: Luís Fernando Mizutani
Continuando com a série introdutória sobre SEO, trazemos agora mais um pilar para a otimização de uma site para os mecanismos de busca. Neste post trataremos de Conteúdo.
De uma forma bem simplificada, o Googlebot funciona basicamente rastreando as páginas em busca de links e indexando informações textuais das páginas. Isto significa que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Autor: Luís Fernando Mizutani</em></p>
<p>Continuando com a série introdutória sobre <strong>SEO</strong>, trazemos agora mais um pilar para a <strong>otimização de uma site</strong> para os mecanismos de busca. Neste post trataremos de <strong>Conteúdo</strong>.</p>
<p>De uma forma bem simplificada, o <strong>Googlebot</strong> funciona basicamente rastreando as páginas em busca de links e indexando informações textuais das páginas. Isto significa que <strong>TEXTO</strong> é um conteúdo de grande valor em uma pagina.</p>
<p>Obviamente que imagens, infográficos, vídeos e outros formatos de <strong>conteúdo</strong> enriquecem a experiência do usuário e também são indexados pelos buscadores. Contudo <strong>TEXTO</strong> é fundamental.</p>
<p>A maneira como o <strong>conteúdo</strong> de texto está organizada também tem grande relevância para a qualidade da indexação. Devemos levar em consideração fatores como:<span id="more-398"></span></p>
<ol>
<li>Uso de <strong>palavras-chave</strong> nas URLs</li>
<li>Utilização correta de hierarquia de informações (uso de h1, h2, etc)</li>
<li>Uso e correta aplicação de <strong>palavras-chave</strong> nos textos</li>
<li><strong>Densidade</strong> de palavras-chave</li>
<li>Utilização de informações textuais no código da página (MetaTags)</li>
<li><strong>Palavras-chave</strong> ou indicação do conteúdo nos textos dos links</li>
</ol>
<p>Outro fator importante é a escolha de termos ou palavras chaves para trabalhar páginas de entrada (<strong>landing pages</strong>) para o site e entender como os usuários buscarão estas páginas. A seleção de palavras chaves pode ser facilitada utilizando-se ferramentas do próprio <strong>Google</strong> como:</p>
<ul>
<li><strong><a href="http://www.google.com/trends" target="_blank">Google Trends</a></strong> &#8211; compara as termos e tendências de busca</li>
<li><strong><a href="http://adwords.google.com/select/KeywordToolExternal" target="_blank">Google Adwords</a></strong> &#8211;  sugere termos e sinonimos para uma campanha online</li>
<li><strong><a href="http://www.google.com/insights/search" target="_blank">Google Insightes for search</a></strong> &#8211; monstra as curvas de busca para determinados termos, traçando comparativos entre eles e possibilitando o uso de diversos filtros.</li>
</ul>
<p>Também existem um conjunto de técnicas para redigir textos bem otimizados para os<strong> mecanismos de busca</strong>. Este conjunto de técnicas é chamado de &#8220;<strong>Webwriting</strong>&#8221; e será tratado em um post específico. Também sugiro a leitura do post &#8220;<a href="http://insighter.org/marketing-online/seo-pagerank-e-cauda-longa-de-palavras-chave" target="_self">SEO, PageRank e Cauda Longa de Palavras-Chave</a>&#8221; que trata de como a estrutura de um site e distribuição da informação podem nos ajudar a obter um maior PageRank.</p>
<p>Estas são algumas dicas básicas para melhorar a qualidade do <strong>conteúdo</strong> indexável.</p>
<p>O próximo post aboradará o último pilar de Otimização, encerrando esta série Introdutória. O tema abordado será <strong>Tecnologia</strong>.</p>
<p><strong>PARA APROFUNDAR SEUS CONHECIMENTOS LEIA TAMBÉM:</strong></p>
<p><span class="Apple-style-span" style="border-collapse: separate; color: #000000; font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"></span></p>
<ul>
<li><a style="background: inherit inherit inherit inherit inherit; color: #d10085;" title="Introdução ao SEO: 3 Pilares da Otimização - Popularidade" href="../marketing/introducao-ao-seo-3-pilares-da-otimizacao-popularidade">Introdução ao SEO: 3 Pilares da Otimização &#8211; Popularidade</a></li>
<li><a style="background: inherit inherit inherit inherit inherit; color: #d10085;" title="Introdução ao SEO: 3 Pilares da Otimização - Conteúdo" href="http://insighter.org/seo/introducao-ao-seo-3-pilares-da-otimizacao-tecnologia">Introdução ao SEO: 3 Pilares da Otimização &#8211; Tecnologia<br />
</a></li>
<li><a style="background: inherit inherit inherit inherit inherit; color: #d10085;" title="SEO, PageRank e Cauda Longa de Palavras-Chave" href="../marketing-online/seo-pagerank-e-cauda-longa-de-palavras-chave">SEO, PageRank e Cauda Longa de Palavras-Chave</a></li>
<li><a style="background: inherit inherit inherit inherit inherit; color: #d10085;" title="Estruturas de URL's: Utilizando Subdomínios ou Diretórios?" href="../seo/estrutura-de-urls-utilizando-subdominios-ou-diretorios">Estruturas de URL’s: Utilizando Subdomínios ou Diretórios?</a></li>
<li><a style="background: inherit inherit inherit inherit inherit; color: #d10085;" title="Landing Pages: como criar novas portas de acesso para seus produtos na Internet?" href="../seo/landing-pages-como-criar-novas-portas-de-acesso-para-seus-produtos-na-internet">Landing Pages: como criar novas portas de acesso para seus produtos na Internet?</a></li>
</ul>
<p><a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/2.5/br/"><img style="border-width:0" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-sa/2.5/br/88x31.png" alt="Creative Commons License" /></a><br />
Esta <span>obra</span> está licenciada sob uma <a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/2.5/br/">Licença Creative Commons</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>SEO, PageRank e Cauda Longa de Palavras-Chave</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Jun 2009 21:11:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mizutani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing Online]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[PageRank]]></category>

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		<description><![CDATA[Autor: Luís Fernando Mizutani
A teoria da Cauda Longa diz que poucos produtos vendem um volume absurdo enquanto outros quase não vendem. Apesar disto o volume total dos produtos que vendem muito pouco é absurdamente maior do que a soma dos produtos que vendem muito.
O mesmo ocorre com as buscas feitas no Google. Cada tema tem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="TEXT-ALIGN: left"><em>Autor: Luís Fernando Mizutani</em></p>
<p>A teoria da <strong>Cauda Longa</strong> diz que poucos produtos vendem um volume absurdo enquanto outros quase não vendem. Apesar disto o volume total dos produtos que vendem muito pouco é absurdamente maior do que a soma dos produtos que vendem muito.</p>
<p>O mesmo ocorre com as buscas feitas no<strong> Google</strong>. Cada tema tem sua própria cauda longa de termos e palavras-chave e é aí onde podemos obter ganhos significativos de <strong>SEO</strong>.<span id="more-331"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-333 aligncenter" title="long-tail-keywords" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2009/06/long-tail-keywords.jpg" alt="long-tail-keywords" width="577" height="323" /></p>
<p>Imagine um site de Gastronomia&#8230; <strong></strong></p>
<p><strong>Qual a chance de este site estar bem posicionado para termos super buscados como “gastronomia” ou “receitas”? </strong>As chances são pequenas e o esforço para isso pode ser imenso a ponto de não compensar.</p>
<p>Isso nos leva a pergunta:</p>
<p><strong>Quais seriam os termos nos quais poderíamos estar bem raqueados? </strong>Termos bem específicos seria uma boa resposta.<strong><br />
</strong></p>
<p>Seguindo com o exemplo acima, poderíamos ter um seção de receitas. Termos como &#8220;Risoto de pêra com Gorngonzola&#8221; e &#8220;Espaghetti Ala Rabiatta&#8221; poderiam ser bem trabalhados e obterem um bom posicionamento no <strong>Google</strong>.</p>
<p>Isto ocorre porque termos mais específicos são muito <strong>menos buscados</strong>, mas possuem um <strong>índice de conversão muito mais alto</strong> e também são muito menos disputados. Desta forma podemos posicionar páginas mais específicas do site com muito mais facilidade.</p>
<p>Assim demonstramos como é importante projetarmos nosso sites, ou blog para que tenhamos seções que possam crescer atuando na <strong>cauda longa</strong>. Também mostra a importância das páginas mais profundas do site estarem bem otimizadas.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-334" title="deep-pages" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2009/06/deep-pages.jpg" alt="deep-pages" width="561" height="198" /></p>
<p><strong>Quanto maior for o nível de especificidade, maiores serão os ga</strong><strong>nhos na cauda longa que poderemos ter. Obviamente que tudo deve fazer sentido para o usuário.</strong></p>
<p>É importante lembrar que se a navegação é muito distante da Home, o usuário terá maior dificuldade de encontrar esta página, e o <strong>Googlebot</strong> também pode ter dificuldades na <strong>indexação</strong>.</p>
<p>Por estas razões não podemos esquecer a importância de uma <strong>arquitetura da informação</strong> bem feita. Conciliar <strong>usabilidade</strong>, profundidade e uma boa forma de <strong>hierarquizar seções</strong>, subseções e páginas mais profundas de um site é sempre um grande desafio. Pode-se projetar links ou atalhos para as páginas mais profundas e também criar formas de gerar “<strong>link building</strong>” para estes conteúdos tão importantes, mas tão ignorados.</p>
<p>Um grande volume de páginas bem posicionadas pode fazer com que sua Home tenha um alto <strong>PageRank</strong>. As paginas internas transferem sua relevância para as páginas mãe, ou seção acima destas páginas. Se o site possui um volume muito grande de paginas internas bem otimizadas e possui uma boa arquitetura, terá grandes chances ter um <strong>PageRank</strong> alto na Home e estar bem posicionado, inclusive, para termos mais genéricos.</p>
<p style="text-align: center"><img class="size-full wp-image-338 aligncenter" title="wikipedia2" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2009/06/wikipedia2.jpg" alt="wikipedia2" width="400" height="300" /></p>
<p>Um grande exemplo deste comportamento é a <a href="http://www.wikipedia.org" target="_blank">Wikipedia</a>. As páginas internas, bem posicionadas para termos super espacíficos, transferem pequeníssimas parcelas do seu <strong>PageRank</strong> para a home. Contudo a soma destas páginas internas é tão grande que a home da <strong>Wikipedia</strong> possui um dos maiores <strong>PageRanks</strong> da <strong>Internet</strong>.</p>
<p><a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/2.5/br/"><img alt="Creative Commons License" style="border-width:0" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-sa/2.5/br/88x31.png" /></a><br />Esta <span xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" href="http://purl.org/dc/dcmitype/Text" rel="dc:type">obra</span> est&#225; licenciada sob uma <a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/2.5/br/">Licen&#231;a Creative Commons</a>.</p>
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		<item>
		<title>Maurício Bastos: Construindo uma reputação online &#8211; Parte 1</title>
		<link>http://insighter.org/marketing/mauricio-bastos-construindo-uma-reputacao-online-parte-1</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Jun 2009 18:02:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>veget</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Online]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Reputação Online]]></category>

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		<description><![CDATA[Autor: Maurício Bastos
Lembro-me que uma das primeiras coisas que fizeram quando iniciei meu primeiro estágio foi criar meu email. Tratava-se de uma produtora de vídeo com cerca de 30 funcionários. Em função de eu ser o único Maurício da empresa, não houve dúvidas: criaram um email mauricio@nomedaprodutora.com.br.
Algum tempo mais tarde fui trabalhar em uma agência [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Autor: Maurício Bastos</em></p>
<p><em></em>Lembro-me que uma das primeiras coisas que fizeram quando iniciei meu primeiro estágio foi criar meu email. Tratava-se de uma produtora de vídeo com cerca de 30 funcionários. Em função de eu ser o único <strong>Maurício</strong> da empresa, não houve dúvidas: criaram um email mauricio@nomedaprodutora.com.br.</p>
<p>Algum tempo mais tarde fui trabalhar em uma agência de propaganda, onde iniciei como estagiário e acabei sendo contratado. A agência tinha cerca de 150 funcionários e possuía uma política clara para emails: nome.sobrenome@nomedaagência.com.br. Foi aí que surgiu uma dúvida, visto que meu nome completo é <strong>Maurício Bastos Turquenitch</strong>. Que email eu deveria usar? <strong>mauricio.bastos@nomedaagência.com.br</strong> ou <strong>mauricio.turquenitch@nomedaagência.com.br</strong>. O &#8220;correto&#8221; seria usar o <strong>Turquenitch</strong>, visto que é meu sobrenome por parte de pai. Entretanto, tanto eu como o pessoal da TI achamos que seria muito mais fácil de me encontrarem por <strong>mauricio.bastos</strong>.<span id="more-309"></span></p>
<p>Já vi o <a title="Blog do Seth Godin" href="http://sethgodin.typepad.com/" target="_blank">Seth Godin</a> falar várias vezes sobre nome de marcas. Vale mais a pena eu utilizar um nome simples que vai sofrer uma concorrência acirrada ou usar um nome complexo que me torne único? <strong>Maurício Turquenitch</strong> me tornaria único, enquanto <strong>Maurício Bastos</strong> existem vários. No momento em que escolhi aquele email na agência não me dei conta em tudo que aquilo implicaria, apenas pensei no que seria mais fácil para os clientes lembrarem e no que seria mais fácil de escrever, caso eu mencionasse meu email por telefone.</p>
<p>O resultado daquela escolha foi que as pessoas do mercado local passaram a me conhecer como <strong>Maurício Bastos</strong>, tornando esta a minha marca pessoal. Hoje, na RBS, sigo o usando o <strong>mauricio.bastos</strong>, e não poderia ser diferente. Agora começo a pensar em como trabalhar a marca <strong>Maurício Bastos</strong> na Internet, seja para tornar meus trabalhos mais conhecidos, seja para que eu figure nas primeiras posições do Google.</p>
<p>Hoje estou presente em diversas redes sociais (<strong>Orkut</strong>, <strong>Facebook</strong>, <strong>LinkedIn</strong>) e em microblogs, como o <a title="Twitter do Maurício Bastos" href="http://twitter.com/veget" target="_blank"><strong>Twitter</strong></a>. Esse certamente é um bom começo para trabalhar sua marca pessoal. Este blog, criado por mim, pelo Giresse e pelo Mizutani, também é uma forma de trabalharmos nossas marcas pessoais e interagirmos num universo maior do que poderíamos atuar fisicamente.</p>
<p>Com uma visão mais ligada na <strong>reputação online</strong>, comecei a pensar em que outras ações eu poderia fazer para me tornar mais conhecido e, ao mesmo tempo, figurar nas primeiras posições do <strong>Google</strong>. Rapidamente lembrei do meu trabalho de conclusão, que se trata de um trabalho muito completo e que pode mostrar claramente a minha visão de mundo. Foi então que coloquei <a title="Monografia do Maurício Bastos" href="http://www.scribd.com/doc/15368412/A-Propaganda-Mudou-Monografia-de-Mauricio-Bastos" target="_blank">minha monografia</a> no site <a title="Scribd.com" href="http://www.scribd.com" target="_blank">Scribd</a>, que indexa muito bem o conteúdo de PDFs. Aproveitei e fiz uma pequena divulgação via <strong>email</strong>, <strong>Twitter</strong> e <strong>Orkut</strong>. O resultado é que em menos de um mês ela já conta com 341 leituras e, o mais interessante, colocou o meu trabalho muito bem poscionado no<strong> Google</strong> para diversas pesquisas, como:</p>
<p>- [monografia below the line] &#8211; 2º resultado no Google Brasil.<br />
- [monografia propaganda] &#8211; 3º resultado no Google Brasil.<br />
- [tcc sobre agências de propaganda] &#8211; 1º resultado no Google Brasil. Aparece referenciada dentro da <a title="Monografia do Maurício Bastos dentro da Guerrilhapédia" href="http://www.blogdeguerrilha.com.br/wiki/index.php5?title=TCC:_A_Propaganda_Mudou:_Como_os_Novos_Modelos_de_Agência_Procuram_Enfrentar_os_Atuais_Desafios_do_Mercado" target="_blank">Guerrilhapédia</a>.<br />
- [como surgiu a box 1824] &#8211; 1º resultado no Google Brasil. Aparece um link para o PDF do projeto dentro da <a title="Monografia do Maurício Bastos dentro da Revista de Graduação da PUCRS" href="http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/graduacao/article/view/5016" target="_blank">Revista de Graduação da PUCRS</a>.</p>
<p>Este é o primeiro post de uma série, onde estarei abordando possíveis ações para alavancar um nome &#8211; com credibilidade &#8211; dentro da Internet, utilizando como &#8220;cobaia&#8221; o meu próprio nome. A série vai analisar diversas técnicas conhecidas do <strong>Marketing Pessoal</strong> e verá a pertinência delas dentro do universo online. Como parâmetro, vou monitorar os resultados através de buscas no<strong> Google</strong>. Segue abaixo uma imagem que ilustra a situação atual de uma pesquisa por <strong>Maurício Bastos</strong>:</p>
<div id="attachment_320" class="wp-caption alignleft" style="width: 205px"><a href="http://insighter.org/wp-content/uploads/2009/06/mauricio-bastos-no-google_09_06_09.png"><img class="size-medium wp-image-320  " title="Resultado da procura por Maurício Bastos no Google" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2009/06/mauricio-bastos-no-google_09_06_09-195x300.png" alt="Resultado da procura por Maurício Bastos no Google" width="195" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Resultado da procura por Maurício Bastos no Google</p></div>
<p>Apenas o <strong>10º resultado</strong> da primeira página está relacionado a minha pessoa, mas se trata de um teste que realizei há bastante tempo dentro de uma comunidade online da revista Veja.  Meu objetivo vai ser colocar na primeira página mais resultados com meu nome, tendo como premissa que sejam relevantes.</p>
<p>Apesar de eu ter publicado a menos de um mês minha monografia, ela já está na segunda página e, com certeza, trata-se de um resultado relevante para o meu nome. Como vocês podem ver na imagem ao lado, um trabalho de <strong>SEO</strong> vai ser fundamental para que eu atinja meu objetivo, visto que os 4 primeiros resultados possuem o domínio ou subdomínio <strong>mauriciobastos (.nom.br, .com e .arteblog.com.br). </strong>Palavra-chave no domínio possui um grande peso para o trabalho de <strong>SEO, </strong>mas não é garantia para obter as primeiras posições.</p>
<p><a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/2.5/br/"><img alt="Creative Commons License" style="border-width:0" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-sa/2.5/br/88x31.png" /></a><br />Esta <span xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" href="http://purl.org/dc/dcmitype/Text" rel="dc:type">obra</span> est&#225; licenciada sob uma <a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/2.5/br/">Licen&#231;a Creative Commons</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Definição de Métricas: Conceito e exemplos práticos</title>
		<link>http://insighter.org/marketing-online/definicao-de-metricas-conceito-e-exemplos-praticos</link>
		<comments>http://insighter.org/marketing-online/definicao-de-metricas-conceito-e-exemplos-praticos#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 31 May 2009 17:43:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giresse Contini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing Online]]></category>
		<category><![CDATA[Web Analytics]]></category>
		<category><![CDATA[Análise de Audiência]]></category>
		<category><![CDATA[Métricas]]></category>
		<category><![CDATA[Novidades]]></category>

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		<description><![CDATA[Autor: Giresse Contini
Page Views (ou páginas vistas): É o número de vezes que uma página é vista.
Ex.: Um usuário acessa um site (digamos que pela sua capa), clica numa matéria e depois em outra. Antes de sair, o usuário volta para a capa do site. Ele visualizou 3 páginas diferentes, porém ele “imprimiu” 4 páginas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><em>Autor: Giresse Contini</em></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span>Page Views</span></span></strong><span> (ou <strong><span style="text-decoration: underline;">páginas vistas</span></strong>): É o número de vezes que uma página é vista.</span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span>Ex.:</span></strong><span> Um usuário acessa um site (digamos que pela sua capa), clica numa matéria e depois em outra. Antes de sair, o usuário volta para a capa do site. Ele visualizou 3 páginas diferentes, porém ele “imprimiu” 4 páginas, gerando assim 4 page views.<span id="more-131"></span><br />
</span>
</p>
<p class="MsoNormal"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span>Visits</span></span></strong><span> (ou <strong><span style="text-decoration: underline;">visitas</span></strong>): É a interação de um usuário com um site, que resulta na visualização de um ou mais page views em um determinado período de tempo. Normalmente esse período de tempo é de 30 minutos (padrão utilizado pelas ferramentas de <strong>analytics</strong>). <span><span>Os usuários que saírem do site e retornarem em 30 minutos serão considerados parte da sessão original, da mesma visita.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span>Ex.:</span></strong><span> Um usuário acessa um site (digamos que pela sua capa), clica numa matéria e depois em outra. Após ler a segunda matéria, ele minimiza seu browser e volta a trabalhar durante 45min, para só depois continuar sua navegação por mais uma página e fechar seu browser.<span> </span>O usuário gerou duas visitas e quatro page views para este site (ao ficar inativo por 30 minutos, a primeira visita foi encerrada e só após interagir novamente com o site, uma nova visita foi contabilizada).</span></p>
<p class="MsoNormal"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span>Unique User</span></span></strong><span> (ou <strong><span style="text-decoration: underline;">usuário único</span></strong>): É o número de usuários não duplicados de um site em determinado período de tempo especificado (este indicador pode ser contabilizado de diferentes formas, conforme o tipo de <strong>analytics</strong> utilizado (cookies, no caso de tags ou um cruzamento de IP + Sistema Operacional + Browser, no caso de logs).</span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span>Ex.:</span></strong><span> Um usuário acessa um site diariamente. Para as estatísticas do site, ele conta como um unique user por dia, mas considerando as estatísticas de um período maior, um mês, por exemplo, ele conta apenas como um unique user no período.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span>Page Views per Visit</span></span></strong><span> (ou <strong><span style="text-decoration: underline;">páginas por visita</span></strong>): É o número de páginas visualizadas por visita. Esse indicador é obtido através da divisão do número de page views pelo número de visitas e expressa a profundidade média de cada visita no site.</span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span>Ex.:</span></strong><span> Um usuário acessa um site (digamos que pela sua capa), clica numa matéria e depois em outra. Após ler a segunda matéria, ele minimiza seu browser e volta a trabalhar durante 45min, para só depois continuar sua navegação por mais uma página e fechar seu browser. A navegação descrita gerou quatro page views e duas visitas, portanto, duas páginas por visitas.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span>Bounce Rate</span></span></strong><span> (ou <strong><span style="text-decoration: underline;">taxa de rejeição</span></strong>): É a porcentagem de visitas a uma única página, ou seja, a porcentagem de visitas que saíram do site na página de entrada. A taxa de rejeição é um ótimo indicador para avaliar, por exemplo, se uma landing page ou a capa de um site está agradando ou não. Uma alta taxa de rejeição até pode estar relacionada com a página final de uma navegação, uma página de detalhe de matéria, por exemplo, pois o usuário concluiu seu objetivo, mas em hipótese alguma com uma capa ou uma landing page.</span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span>Ex.:</span></strong><span> Um usuário acessa um site (digamos que pela sua capa), e logo em seguida vai embora sem clicar em nenhum link. Essa visita conta como taxa de rejeição.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span>Average time on site</span></span></strong><span> (ou <strong><span style="text-decoration: underline;">tempo médio no site</span></strong>): É o <span><span>tempo que um visitante permanece no site.</span> Essa métrica não se aplica a páginas de saída do site.</span></span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span>Ex.:</span></strong><span> Um usuário acessa um site (digamos que pela sua capa), clica numa matéria e depois em outra, e vai embora. O tempo desse usuário no site é calculado através da subtração do tempo no momento da entrada na capa do site menos o tempo de navegação na penúltima página navegada.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span>% New Visits</span></span></strong><span> (ou <strong><span style="text-decoration: underline;">% de novas visitas</span></strong>): É a porcentagem de visitas de usuários que nunca haviam visitado o site antes. Essa métrica é bastante afetada por campanhas de <strong>marketing</strong>.</span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span>Ex.:</span></strong><span> Uma empresa faz uma campanha de marketing para promover um novo produto que está disponível no seu site. A métrica de % de novas visitas deve ser um bom indicador de qualidade para esta campanha.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span>Exite Rate</span></span></strong><span> (ou <strong><span style="text-decoration: underline;">taxa de saída</span></strong>): Representa o número de visitas que saíram do seu site em uma determinada página, tendo ou não navegado por páginas anteriores. Ao contrário da taxa de rejeição, a taxa de saída considera os acessos a uma única página. Essa métrica é um bom indicador para sites de <strong>e-commerce</strong>, por exemplo, pois avalia claramente qual página de um determinado processo não está funcionando como deveria.</span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span>Ex.:</span></strong><span> Um site de e-commerce está apresentando um alto percentual de saída na página de inserção dos dados cadastrais. Esse é um bom indicador de que há um problema nesta página (seja pelo excesso de dados solicitados, por um banner chamativo que está tirando a atenção do usuário ou outro motivo qualquer), e que precisa ser avaliado. O normal é que apenas a página de confirmação de compra apresente um alto índice de taxa de saída.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span>Entry Pages</span></span></strong><span> (ou <strong><span style="text-decoration: underline;">landing pages</span></strong> ou <strong><span style="text-decoration: underline;">páginas de destino</span></strong>): Identifica o número de entradas do site bem como suas principais páginas de entrada. Esse relatório é importante para identificar os pontos fortes e aprimorá-los, zelando para que essas páginas mantenham suas taxas de rejeição com percentuais baixíssimos, de preferência abaixo dos 25 a 30%.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span>Exit Pages</span></span></strong><span> (ou <strong><span style="text-decoration: underline;">páginas de saída</span></strong>): Identifica o número de saídas do site bem como as principais páginas responsáveis pela fuga de usuários. Esse relatório é importante para identificar pontos críticos (que páginas estão deixando seus usuários escaparem) e, dessa forma, corrigi-los.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span><span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal">
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Audiência: Online x Offline</title>
		<link>http://insighter.org/marketing-online/audiencia-online-x-offline</link>
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		<pubDate>Sun, 31 May 2009 16:06:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giresse Contini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing Online]]></category>
		<category><![CDATA[Web Analytics]]></category>
		<category><![CDATA[Análise de Audiência]]></category>
		<category><![CDATA[Offline]]></category>
		<category><![CDATA[Online]]></category>

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		<description><![CDATA[Autor: Giresse Contini
Nesse meu primeiro post aqui no blog, a idéia é traçar um comparativo em termos de audiência entre as mídias online e offline. Mas por que isso? Por que logo no primeiro post trazer um tema que gera tanta polêmica? Eu explico&#8230;
A idéia desse post surgiu a mais ou menos um ano atrás [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: left;"><em>Autor: Giresse Contini</em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: left;">Nesse meu primeiro post aqui no blog, a idéia é traçar um comparativo em termos de <strong>audiência</strong> entre as mídias online e offline. Mas por que isso? Por que logo no primeiro post trazer um tema que gera tanta polêmica? Eu explico&#8230;<span id="more-121"></span></p>
<p class="MsoNormal"><span>A idéia desse post surgiu a mais ou menos um ano atrás durante a integração de uma turma de novos trainees do Grupo RBS. Eu fui chamado para falar sobre <strong>audiência na Internet</strong>, explicar a rotina e processos do setor, mostrar as ferramentas utilizadas e tirar as dúvidas (e eu sabia que essa seria a parte mais desgastante, pelo perfil extremamente questionador, habitual dos novos treinees da empresa).</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Após apresentar as ferramentas de analytics utilizadas no Grupo RBS, processos e relatórios enviados periodicamente, resolvi explicar como elas geravam os dados de audiência e os conceitos das principais <strong>métricas</strong>. Foi quando surgiu a primeira polêmica, mais precisamente após explicar o conceito de <a href="http://insighter.org/audiencia/definicao-de-metricas-conceito-e-exemplos-praticos" target="_blank">usuários únicos</a>. Um deles disse:</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>- Mas se o meu computador em casa é usado por 5 pessoas, como pode contar apenas um usuário único? E se eu tiver por hábito apagar os cookies, o número de usuários únicos não será distorcido?</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Expliquei que os usuários únicos devem ser considerados como usuários micro, ou seja, mesmo que 5 pessoas acessem um site, será contabilizado apenas um usuário único. Também comentei que não existe um estudo brasileiro, mas que nos EUA o número de pessoas que limpam seus cookies com regularidade fica em torno de 5% (considerando a informação americana, onde o mercado é evoluído e os usuários são mais “heavy users”, acredito que no Brasil esse percentual deve ser bem menor ou, no máximo, a metade). Como a polêmica continuou, fiz a seguinte pergunta:</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>- Como contabilizamos os dados de <strong>audiência</strong> das mídias offline como televisão, rádio e jornais? Essas mídias são muito mais antigas e difundidas que a <strong>internet</strong> e, ainda hoje, mensuramos seus números através de projeções baseadas em amostras. Será que uma informação de audiência baseada numa amostra, que é projetada para a população é mais confiável que a informação gerada por logs ou tags na internet? Quanto tempo demora para que os dados amostrais sejam consolidados e divulgados para o mercado?</span></p>
<p><span>Minha intenção não é fazer apologia a favor da mídia online contra a mídia offline ou coisa parecida. Tenho plena consciência de que a internet tem muito a evoluir em termos de <strong>analytics</strong>. Acredito que isso passe, inclusive, pela criação de um órgão regulador dos dados de audiência que vão para o mercado (talvez seja o IVC com seu projeto em fase de teste ainda ou até mesmo o IAB, mas isso é assunto para outro post), que faça uma auditoria das informações geradas pelos grandes portais e sites menores. Mas é consenso que apesar do pouco tempo de existência (na comparação com as outras mídias), a internet gera uma gama de informações muito mais completa, muito mais próxima da realidade e em tempo real.</span></p>
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		<title>Looping RBS &#8211; Ciclo de bate-papos</title>
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		<pubDate>Wed, 27 May 2009 04:51:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>veget</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Online]]></category>
		<category><![CDATA[LoopingRBS]]></category>
		<category><![CDATA[Novidades]]></category>

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		<description><![CDATA[Autor: Maurício Bastos
Quando iniciei o meu projeto sobre inovação dentro do Grupo RBS (cerca de um mês atrás), tive que pensar em quais frentes eu poderia atuar. Desde o início me preocupei muito com a questão da Gestão da Inovação, visto que é pré-requisito que hajam processos claros e objetivos para que a inovação seja [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Autor: Maurício Bastos</em></p>
<div id="attachment_81" class="wp-caption alignnone" style="width: 452px"><img class="size-full wp-image-81" title="Logo do Looping RBS" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2009/05/logo-loopingrbs1.png" alt="Logo do Looping RBS" width="442" height="220" /><p class="wp-caption-text">Logo do Looping RBS</p></div>
<p>Quando iniciei o meu projeto sobre<strong> inovação</strong> dentro do <strong>Grupo RBS</strong> (cerca de um mês atrás), tive que pensar em quais frentes eu poderia atuar. Desde o início me preocupei muito com a questão da<strong> Gestão da Inovação</strong>, visto que é pré-requisito que hajam processos claros e objetivos para que a <strong>inovação</strong> seja protegida e estimulada. <span id="more-65"></span>Nesse sentido, comprei um livro bem interessante, que tem sido um dos meus pontos centrais de leitura no momento. Trata-se do livro <a title="Livro Gestão da Inovação" href="http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/produto.dll/detalhe?pro_id=2523900&amp;ID=BB2409F97D9051B011F071066&amp;PAC_ID=25135" target="_blank">Gestão da Inovação</a>, da editora Bookman. Recomendo!</p>
<p>Após fazer um levantamento, verifiquei que uma das frentes do meu trabalho poderia ser trazer gente de fora da empresa para falar sobre inovação. Foi aí que nasceu o <strong>Looping RBS</strong>, ciclo de bate-papos para falar sobre<strong> inovação</strong>. A escolha do nome Looping não ocorreu por acaso, ela está ligada ao nome do meu projeto , que se chama Montanha-Russa (em um futuro post explicarei melhor) e faz ligação direta com a ideia de ficar de cabeça para baixo, visto que meu objetivo é tirar as pessoas da zona de conforto.</p>
<p>O mais surpreendente ocorreu quando comecei a ir atrás dos possíveis convidados. Descobri que tem muita, mas muita gente brilhante, aqui mesmo em Porto Alegre. O primeiro convidado, que inaugurou o <strong>Looping RBS</strong>, foi o designer <strong>F ábio Sasso</strong>, criador do blog <a title="Blog Abduzeedo" href="http://abduzeedo.com/" target="_blank">Abduzeedo</a>, que hoje recebe cerca de 1.600.000 visitas mensais. O tema escolhido para o bate-papo foi Twitter, devido a crescente importância deste microblog e do grande domínio que o Fábio tem do assunto (hoje ele já possui mais de 13.000 seguidores). Sem mais delongas, segue abaixo o vídeo. Façam bom proveito!</p>
<p><object width="400" height="376" data="http://mediacenter.clicrbs.com.br/skins/default/swf/playerChannel.swf?mediaXML=http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/RequestUrlPlayer.aspx;contentId=63717///channel=41&amp;color=0x48278F&amp;autoStart=false&amp;thumb=http://mediacenter.clicrbs.com.br/medias/IMAGES/657464.jpg&amp;channelLink=http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/home.aspx?channel=40&amp;channelImage=http://mediacenter.clicrbs.com.br/includes/topo_videos_clicrbs.gif&amp;channelColor=0x48278F" type="application/x-shockwave-flash"><param name="id" value="playerFlash" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="quality" value="high" /><param name="src" value="http://mediacenter.clicrbs.com.br/skins/default/swf/playerChannel.swf?mediaXML=http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/RequestUrlPlayer.aspx;contentId=63717///channel=41&amp;color=0x48278F&amp;autoStart=false&amp;thumb=http://mediacenter.clicrbs.com.br/medias/IMAGES/657464.jpg&amp;channelLink=http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/home.aspx?channel=40&amp;channelImage=http://mediacenter.clicrbs.com.br/includes/topo_videos_clicrbs.gif&amp;channelColor=0x48278F" /></object></p>
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