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	<title>INSIGHTER.ORG &#187; Inovação</title>
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	<description>Inovação / SEO / SEM / Analytics</description>
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		<title>Google Wave: um exemplo de inovação</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Aug 2010 23:39:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>veget</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Experimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[Google Wave]]></category>

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		<description><![CDATA[Autor: Maurício Bastos


No dia de hoje o Google anunciou oficialmente que irá descontinuar o serviço Google Wave, que gerou polêmica na web ao suscitar a questão de que ele poderia ser o responsável por &#8220;matar&#8221; o email. Confesso que assisti ao lançamento dele no Google I/O e fiquei bastante entusiasmado.
Não demorou muito para eu criar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Autor: Maurício Bastos</em></p>
<p><em><a href="http://insighter.org/wp-content/uploads/2010/08/Google_Wave_inbox.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-983" title="Google_Wave_inbox" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2010/08/Google_Wave_inbox-e1280963015370.png" alt="Google Wave" width="620" height="182" /></a><br />
</em></p>
<p>No dia de hoje o Google anunciou oficialmente que irá descontinuar o serviço <a href="http://googleblog.blogspot.com/2010/08/update-on-google-wave.html" target="_blank">Google Wave</a>, que gerou polêmica na web ao suscitar a questão de que ele poderia ser o responsável por &#8220;matar&#8221; o email. Confesso que assisti ao lançamento dele no <a href="http://googleblog.blogspot.com/2009/05/went-walkabout-brought-back-google-wave.html" target="_blank">Google I/O</a> e fiquei bastante entusiasmado.</p>
<p>Não demorou muito para eu criar waves de projetos na empresa onde eu trabalhava e participar de várias outras. O que se via era uma aplicação com uma interface complexa, cheia de bugs e incapaz de lidar com escalonamento (waves com muitos usuários chegavam a travar).</p>
<p>Hoje o Google Wave caiu e já vejo dezenas de pessoas no Twitter fazendo piadas e dizendo que o projeto foi um grande vexame.  Será mesmo? Que lições podemos tirar disso?</p>
<p><span id="more-976"></span></p>
<h2><strong>1) Fazendo a pergunta certa</strong></h2>
<p>Existe uma frase célebre do Einstein onde ele disse que se tivesse uma hora para resolver um problema do qual sua vida dependesse, ele passaria 55 minutos procurando a pergunta certa. Encontrando essa pergunta, 5 minutos seria mais do que suficiente para encontrar a solução. A pergunta central que norteou o desenvolvimento do Google Wave foi: <strong>será que existe alguma forma de concentrar em uma única plataforma os dezenas de meios de comunicação que existem hoje na web? </strong>A pergunta não estava errada. Basta ver o que o Facebook vem fazendo em sua timeline e o grau de sucesso deles.</p>
<h2><strong>2) A primeira impressão é a que fica<br />
</strong></h2>
<p>Se a pergunta feita estava correta, por que o projeto não vingou? Acho que um dos principais pontos está na execução. Quando se trabalha com inovação, é normal lançar produtos em Beta (quem melhor que o próprio Google para fazer isso?). Inclusive, essa é uma das principais formas para se distanciar dos potenciais concorrentes que ainda nem nasceram. Acontece que o Beta tem que ser bom o suficiente para convencer os usuários de que algo fabuloso está por vir. Um Beta cheio de bugs e falhas deixa uma péssima impressão e, num universo de altíssimo índice de dispersão, é suficiente para fazer com que ninguém mais volte.</p>
<h2><strong>3) Errar faz parte<br />
</strong></h2>
<p>O Google Wave não deu certo, e daí? Quando se trabalha com inovação não se pode ter medo de errar. O Google sabe bem disso e por isso chegou tão longe e consegue se manter na liderança. É necessário criar centenas de produtos para que um ou outro vingue. Faz parte do processo e não tem como ser diferente quando a sua meta é fazer algo para construir o futuro. O importante é aprender com os erros para se tornar cada vez melhor.</p>
<h2><strong> </strong><strong>4) Desapegando-se</strong></h2>
<p>Essa é a grande lição que o Google nos deu hoje. Uma das coisas mais difíceis quando se trabalha em qualquer projeto é saber o momento certo de se desapegar e partir para outra. Insistir em um erro ou em um produto que simplesmente não aconteceu é desperdício de tempo e dinheiro. É preciso ter em mente que nem tudo vai dar certo e é necessário saber quando parar. O Google mostrou ter culhões hoje, pois poderia deixar o produto de lado e não avisar ninguém. Ao comunicar oficialmente para o mundo que eles estão descontinuando o Google Wave, estão colocando sua cara a tapa (afinal, é um insucesso do maior player da Internet) e reconhecendo com humildade que não foi dessa vez.</p>
<p>Por fim, retomo a pergunta que fiz no início: <strong>é mesmo vergonhoso errar em um universo onde tão poucos acertam?</strong></p>
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		<title>A Arte da Inovação em 10 passos</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 18:36:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>veget</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[Técnicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Autor: Maurício Bastos
Em um post anterior mencionei que vejo a inspiração como base do processo de inovação. Além disso, acredito que a inovação tem que ser simples e objetiva. Caso contrário, ela não será percebida pelo consumidor e não trará resultados consistentes para o seu criador.
Trago nesse post um vídeo (em inglês) do Guy Kawasaki, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Autor: Maurício Bastos</em></p>
<p>Em um post anterior mencionei que vejo a <strong>inspiração</strong> como base do processo de <strong>inovação</strong>. Além disso, acredito que a inovação tem que ser <strong>simples</strong> e <strong>objetiva</strong>. Caso contrário, ela não será percebida pelo consumidor e não trará resultados consistentes para o seu criador.</p>
<p>Trago nesse post um vídeo (em inglês) do <strong>Guy Kawasaki</strong>, que em 8 minutos consegue dar 10 dicas sobre <strong>inovação</strong> de forma <strong>inspiradora</strong> e <strong>simples</strong>. Para quem não sabe, o <strong>Guy Kawasaki</strong> comandou o Departamento de Marketing da Apple por muitos anos. Hoje ele é investidor de capital de risco, consultor e é considerado um dos maiores gurus do <strong>Marketing</strong>.<span id="more-780"></span></p>
<p><object width="480" height="295" data="http://www.youtube.com/v/xCpViu8kY3o&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/xCpViu8kY3o&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<p><strong><br />
Guy Kawasaki </strong>inicia o vídeo dizendo que cometeu muitos erros em sua carreira e que esses 10 passos são uma compilação dos principais erros e acertos dele.<br />
<strong><br />
Passo 1: Faça Sentido (Make Meaning)<br />
<span style="font-weight: normal;">Para inovar é necessário se ter o desejo de fazer a diferença, de transformar o mundo. Guy cita as empresas Apple e Cisco como um exemplo disso e alega que a meta inicial dessas empresas era de fazer sentido e não dinheiro. Dinheiro é uma consequência.<br />
<strong><br />
Passo 2: Crie um Mantra (Make a Mantra)<br />
<span style="font-weight: normal; ">&#8220;Quantas pessoas trabalham em uma empresa que possui uma delcaração de Missão?&#8221; O problema é que todas elas se parecem iguais, usam palavras bonitas e não vão direto ao ponto. No vídeo, Guy Kawasaki resume uma declaração de Missão em 3 palavras. Uma declaração de Missão pode ser chata e difícil de se decorar, mas um mantra de 3 palavras pode ser lembrado todo dia.<br />
<strong><br />
Passo 3: Pule para a próxima Curva (Jump to the next curve)<br />
<span style="font-weight: normal; ">&#8220;A inovação não vem do ato de fazer mais do mesmo.&#8221; Não adianta tentar criar um novo iPod para bater a Apple, assim como não adianta ficar adaptando um mesmo produto eternamente. É necessário pular para a próxima curva! Essa mentalidade é constantemente citada por todos que trabalham com inovação e está baseada na curva que indica o ciclo de vida de um produto ou serviço. Todos eles tendem a passar por uma fase de crescimento, maturidade e declínio. Um exemplo prático é o caso da Gillette, onde eles lançam frequentemente novas lâminas de barbear, sempre com o intuito de criar uma nova curva de produto enquanto o seu sucessor já está em declínio. No vídeo, Guy Kawasaki cita alguns exemplos: &#8220;Se você é um fabricante de gelo, pule para a curva de refrigeradores. Se você é fabricante de refrigeradores, pule para a curva de biotecnologia&#8221;. Esse é um dos maiores aprendizados sobre inovação e pode ser encontrado em muitos livros, como <a title="Livro &quot;A Estratégia do Oceano Azul&quot;" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/284939/estrategia+do+oceano+azul,+a?menuId=1060" target="_blank">A Estratégia do Oceano Azul</a>.<br />
</span></strong></span></strong></span></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong></strong><strong> </strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong></strong><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<div id="attachment_787" class="wp-caption aligncenter" style="width: 452px"><a href="http://insighter.org/wp-content/uploads/2009/09/curvas-nao-lineares.jpg"><img class="size-medium wp-image-787  " title="Curvas não-lineares" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2009/09/curvas-nao-lineares-300x198.jpg" alt="Curvas não-lineares" width="442" height="198" /><br />
</a><p class="wp-caption-text">Reprodução de tela de uma apresentação do Kip Garland</p></div>
<p style="text-align: left;"><strong>Passo 4: Jogue os Dados (Roll the DICE)</strong><br />
<span style="font-weight: normal;">&#8220;Estamos criando algo que seja Profundo (</span>D<span style="font-weight: normal;">eep), Inteligente (</span>I<span style="font-weight: normal;">nteligent), Completo (</span>C<span style="font-weight: normal;">omplete) e Elegante (</span>E<span style="font-weight: normal;">legant)?&#8221; Guy Kawasaki utiliza a palavra DICE (dados) como uma sigla para quatro pilares fundamentais para que se consiga pular para a próxima curva.<br />
<strong><br />
Passo 5: Não se preocupe, não tem de ser perfeito! (Don&#8217;t worry, be crappy!)<br />
<span style="font-weight: normal; ">A lição deixada por Guy neste passo é que &#8220;a perfeição é inimiga da receita&#8221;.<br />
<strong><br />
Passo 6: Deixe 100 flores  desabrocharem (Let 100 flowers blossom)<br />
<span style="font-weight: normal; ">Frequentemente empresas descobrem que quem está comprando seus produtos não é o seu público-alvo e que os produtos estão sendo usados de forma diferente do que foi proposto. Muita gente fica extremamente perdida quando isso acontece. O conselho do Guy Kawasaki é: descubra quem está comprando, porque está comprando e dê mais motivos para essas pessoas comprarem.<br />
<strong><br />
Passo 7: Polarize as Pessoas (Polarize People)<br />
<span style="font-weight: normal; ">Não tenha medo de polarizar as pessoas. Grandes produtos fazem isso! Muitas pessoas vão gostar e muitas não vão gostar, mas o pior cenário é quando ninguém se importa.<br />
<strong><br />
Passo 8: Agite e siga em frente! (Churn baby, churn!)<br />
<span style="font-weight: normal; ">Durante sua caminhada muita gente vai dizer que seus produtos não vão dar certo e que não precisam ser feitos. Se você ouvir essas pessoas nunca vai ter a chance de saber se daria certo. Por isso, siga em frente quando estiver confiante e deixe para ouvir as pessoas depois que o produto for lançado. Aí você pode fazer as melhorias necessárias.<br />
<strong><br />
Passo 9: Coloque-se em um nicho (Niche Thyself)<br />
<span style="font-weight: normal; ">Todos os produtos querem ser únicos e valorizados. A solução é oferecer o produto certo no nicho adequado.<br />
<strong><br />
Passo 10: Siga a regra do 10, 20, 30 (Follow the 10, 20, 30 rule)<br />
<span style="font-weight: normal; ">Uma apresentação em Power Point tem que ser capaz de passar toda sua mensagem em 10 slides, que devem ser apresentados em 20 minutos. O motivo? Se você tiver uma hora para fazer uma apresentação e utilizar um PC, vai precisar de uns 40 minutos para ajustar a máquina. Já o número 30 se refere ao tamanho de fonte que o Guy Kawasaki aponta como ideal para uma apresentação em Power Point.</span></strong></span></strong></span></strong></span></strong></span></strong></span></strong></span></p>
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		<title>Revolução e Evolução da Internet. Qual sua aposta para o futuro?</title>
		<link>http://insighter.org/inovacao/revolucao-e-evolucao-da-internet-qual-sua-aposta-para-o-futuro</link>
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		<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 20:43:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mizutani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Futuro]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>

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		<description><![CDATA[Autor: Luís Fernando Mizutani
A extensão das mudanças que a Internet trará ainda não podem ser compreendidas e a velocidade disto nos assusta a cada dia que passa.
A web 1.0 revolucionou a Publicidade, a forma como as pessoas acessam informações. Vimos o E-mail substituir as mensagens postais, vimos os buscadores adquirirem relevância cada vez maior na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Autor: Luís Fernando Mizutani</em></p>
<p>A extensão das mudanças que a <strong>Internet </strong>trará ainda não podem ser compreendidas e a velocidade disto nos assusta a cada dia que passa.</p>
<p>A <strong>web 1.0</strong> revolucionou a Publicidade, a forma como as pessoas acessam informações. Vimos o<strong> E-mail</strong> substituir as mensagens postais, vimos os buscadores adquirirem relevância cada vez maior na nossa rotina diária.</p>
<p>Na era da <strong>web 2.0</strong> vimos uma revolução dos serviços, <strong>e-commerce</strong>, produção de conteúdo, relacionamento interpessoal, educação, entre outros.</p>
<ul>
<li><strong>O que está por vir?</strong></li>
<li><strong>Convergência de Mídias?</strong></li>
<li><strong>Televisão + Internet?</strong></li>
</ul>
<p>A <strong>Convergência Digital</strong> trará um cenário totalmente novo com impactos economicos e diversos segmentos da economia e da Indústria. Quando a <strong>Televisão e Internet </strong>se fundirem, todos os serviços estarão dentro da sua casa e a compra poderá ser feita <strong>online</strong>. Isto redesenhará todo o modelo de organização do comércio e a forma com que as pessoas se relacionam como ele.  Haverá impacto no fluxo de mercadorias, gestão de estoques, gestão financeira, setor bancário, etc.<span id="more-748"></span></p>
<p>A <strong>Logística </strong>(para entrega de mercadorias) será uma área ainda mais crucial deste novo sistema e a <strong>Produção de Energia</strong> um desafio cada vez maior.</p>
<p>Em breve<strong> teremos a integração de serviços em um nível nunca visto antes</strong>. Bancos, lojas virtuais, estoques nas fábricas, reservas nos restaurantes: toda a cadeia de valor estará integrada.  Empresas de Internet e tecnologia estão incentivando o desenvolvimento de integrações abrindo suas plataformas para desenvolvedores de todo o mundo.</p>
<p>Já observamos algumas destas iniciativas como:  <a href="http://developer.apple.com/iphone/" target="_blank">iPhone Dev Cente</a>r (Aplicativos para iPhone) e o <a href="http://code.google.com/intl/pt-BR/android/" target="_blank">Android</a> (Plataforma para Mobile do Google)</p>
<p>O <strong>Paypal </strong>em Novembro está abrindo sua plataforma e isto poderá impulsionar um nova gama de serviços financeiros. Veja o Vídeo abaixo:</p>
<p><object width="425" height="344" data="http://www.youtube.com/v/rgT7gGciQrg&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=pt-br&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/rgT7gGciQrg&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=pt-br&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<p><strong>Outra grande revolução</strong> se dará no mercado de &#8220;<strong>broadcasting</strong>&#8220;. Algumas empresas de <strong>Internet </strong>estão investindo de forma maciça em <strong>streaming de vídeo</strong> e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Computa%C3%A7%C3%A3o_em_nuvem" target="_blank">computação em nuvem</a>. Hoje, esbarram em limitações tecnológicas ne velocidade de transmissão.</p>
<p>Em um <strong>futuro </strong>bem próximo, este não será mais um limitador e as empresas de <strong>Internet </strong>passarão a competir com empresas que prestam serviços de transmissão. A <strong>Convergência de Mídias</strong> poderá ofecerer vantagens significativas para as empresas de <strong>Internet</strong>, pois estas terão maior know-how em <strong>interatividade</strong>, desenvolvimento de <strong>interfaces</strong>, <strong>usabilidade </strong>e <strong>integrações</strong> com outros sistemas.</p>
<p>As empresas que produzem <strong>conteúdo </strong>irão se associar a empresas o <strong>streaming </strong>e isto se dará através de uma rede única integrando Internet, Telefone, Televisão e Celular. Que tipo de parceirias iremos ver? Yahoo!Fox? Warner/MSN? AOL/Universal?</p>
<p><strong>Bom esse é apenas o meu palpite para o futuro&#8230; Qual é o seu?</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Ad Exchange: Otimização de retorno no Google Ad Manager</title>
		<link>http://insighter.org/inovacao/ad-exchange-otimizacao-de-retorno-no-google-ad-manager</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Sep 2009 22:03:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mizutani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Online]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[Novidades]]></category>
		<category><![CDATA[Online]]></category>
		<category><![CDATA[Produtos]]></category>

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		<description><![CDATA[Autor: Luís Fernando Mizutani
A promessa do Ad Exchange da Doubleclick é ser uma ferramenta destinada para facilitar a vida das Agências. A Ferramenta promete fornecer uma visão mais abrangente do inventário de grandes campanhas online quando estas são realizadas em multiplos canais online e redes de conteúdo.
Na semana passada o Google anunciou a integração do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Autor: Luís Fernando Mizutani</em></p>
<p>A promessa do Ad Exchange da Doubleclick é ser uma ferramenta destinada para facilitar a vida das <strong>Agências</strong>. A Ferramenta promete fornecer uma visão mais abrangente do inventário de grandes <strong>campanhas online</strong> quando estas são realizadas em <strong>multiplos canais online</strong> e redes de conteúdo.</p>
<p>Na semana passada o <strong>Google </strong>anunciou a integração do Ad-Exchange a sua ferramenta de gestão de inventário para as empresas de mídia: o <strong>Google AdManager</strong>.<span id="more-734"></span></p>
<p>Isto significa que o número de anunciantes que disputam nas redes filiadas ao <strong>Google</strong>, por publicidade segmentada pelo conteúdo, aumentou sigificativamente. Desta forma a funcionalidade de otimização de preços do<strong> Google AdManager </strong>se torna ainda mais atraente para empresas de <strong>Mídia Online.</strong></p>
<p>Como funciona a otimização de preços?</p>
<p><strong>O Google AdManager</strong> gerencia entrega da Publicidade Tradicional (banners etc) e anúncios <strong>Adsense</strong> simultaneamente. Assim a ferramenta faz a entrega do tipo de anúncio (tradicional ou Adsense) que estiver dando o maior retorno em tempo real.</p>
<p>Além de priorizar que tipo de anúncio está oferecendo maior retorno a ferramenta possibilita a competição anunciantes que utilizam <strong>AdSense </strong>para divulgar sua publicidade.</p>
<p>Realizamos alguns testes em Janeiro de 2009, e detectamos que a ferramenta ainda apresentava deficiências na contabilização de audiência. Na nossa avaliação a ferramenta apresentava uma visão bastante distorcida dos dados de contabilização de acessos.</p>
<p>Para maiores detalhes sugiro a leitura do Blog do Google:</p>
<p><a href="http://googleblog.blogspot.com/2009/09/doubleclick-ad-exchange-growing-display.html">http://googleblog.blogspot.com/2009/09/doubleclick-ad-exchange-growing-display.html</a></p>
<p>e o vídeo sobre a ferramenta:</p>
<p><object width="425" height="344" data="http://www.youtube.com/v/pQZZId4TamI&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=en&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/pQZZId4TamI&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=en&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Erica Schmidt no SMX 2009: Integração entre Marketing Offline e Marketing de Busca</title>
		<link>http://insighter.org/marketing/erica-schmidt-no-smx-2009-integracao-e-marketing-offline-e-marketing-de-busca</link>
		<comments>http://insighter.org/marketing/erica-schmidt-no-smx-2009-integracao-e-marketing-offline-e-marketing-de-busca#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2009 20:22:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mizutani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Online]]></category>
		<category><![CDATA[No Media]]></category>
		<category><![CDATA[Offline]]></category>
		<category><![CDATA[Online]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>

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		<description><![CDATA[Autor: Luís Fernando Mizutani
No mês passado fui ao SMX 2009. Já havia postado sobre minha percepção geral sobre o congresso, mas neste post resolvi trazer o conteúdo específico de uma Palestra que me chamou muito a atenção. A Palestra foi feita pela Érica Schmidt Diretora de Marketing de Busca da Isobar.
A Isobar é uma empresa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="TEXT-ALIGN: left"><em>Autor: Luís Fernando Mizutani</em></p>
<p style="TEXT-ALIGN: left">No mês passado fui ao <strong>SMX 2009</strong>. Já havia postado sobre minha percepção geral sobre o congresso, mas neste post resolvi trazer o conteúdo específico de uma Palestra que me chamou muito a atenção. A Palestra foi feita pela Érica Schmidt Diretora de <strong>Marketing de Busca</strong> da <a href="http://www.isobar.net/" target="_blank">Isobar</a>.</p>
<p>A Isobar é uma empresa Global prestaserviços de <strong>Marketing Digital</strong> para outras empresas. O interessante é que a empresa atua pensando campanhas de <strong>marketing </strong>de forma integrada com uma ênfase bastante forte nos meios digitais e <strong>marketing de busca</strong>.</p>
<p>Segundo Érica, nossa tendência é achar que o Google é o principal buscador. Contudo, numa visão global isto pode ser uma distorção da realidade denpendendo do contexto. Um exemplo disto são os mercados asiáticos onde outros buscadores desconhecidos no ocidente assumem o papel principal.</p>
<p>O <a href="http://www.baidu.com/" target="_blank">Buidu</a> é o buscados mais popular na China (claro que um pouco disto é em função das censuras que o Google sofre por lá). Na Corea temos o <a href="http://www.daum.net/" target="_blank">Daum</a>, que é uma espécie de Yahoo! Coreano muito popular por lá.</p>
<p>No primeiro case apresentado foi demontrado a importância da melhoria de interface e da realização de testes em produção com análises estatísticas (multivariadas). O resultado da realização de um projeto de experimento consistente permite criar a interface que melhor direciona o usuário para a realização de tarefas no site (ex: compra num site de e-commerce).</p>
<p>Além deste case ela trouxe uma série de dados de pesquisas relaizadas pela Isobar, que refletem o comportamento e relação que as pessoas tem com os mecanismos de busca:</p>
<p>1) <strong>67% dos usuários </strong>são influenciados a realizar buscas por chamadas de canais <strong>offline</strong>;<span id="more-703"></span></p>
<p>2) <strong>40% destes usuário</strong> influenciados por canais <strong>offline</strong> realizarão alguma compra ou transação no meio <strong>online</strong>.</p>
<p>3) <strong>37% destes usuários</strong> são inflenciados pela televisão, enquanto 36% são influenciados por outros usuários (boca-a-boca).</p>
<p>Para ilustrar os dados acima, Erica trouxe um case muito interessante de um trabalho realizada para a empresa automotiva SAAB.</p>
<p>Neste case a empresa criou um comercial de televisão que <strong>incitasse as pessoas a buscar</strong> pela música e pelo vídeo na Internet. O vídeo da campanha foi disponibilizado para inúmeros sites de vídeo e o próprio site da montadora oferecia o vídeo e música para download. Isto fez com que o comercial se tornasse um viral na web e o site da montadora atingiu marcas históricas de audiência.</p>
<p><object width="425" height="344" data="http://www.youtube.com/v/zKViA_z6jwE&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/zKViA_z6jwE&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<p>Este exemplo mostra claramente uma aplicação de uma campanha que integra televisão, Intenção de busca e Potencial Viral de um conteúdo.</p>
<p>Outros dados interessantes das pesquisas apresentadas:</p>
<p>4) <strong>31 % dos usuários</strong> de Internet respondem a anuncios Online;<br />
5) <strong>27 % destes usuários</strong> vão para mecanismos de busca;<br />
6) <strong>47% dos usuários</strong> usam Internet enquanto assistem televisão.</p>
<p>O case da SAAB e dados acima mostram a clara interação entre televisão e intenção de busca.</p>
<p>Isto é um comportamento bastante adotado em programas de televisão e comerciais no Japão e outros países asiáticos. Muitos comerciais asiáticos apresentados por Erica, trazem <strong>chamadas para busca no final</strong>. No cinema isto já está sendo utilizado no trailer do filme 2012, como podemos verificar no <a href="http://www.youtube.com/watch?v=cyCCd8MCcZY" target="_blank">Trailer do filme</a>.</p>
<p>Outro exemplo interessante de ações <strong>call-to-action</strong> para buscas foi a ação feita no reino Unido. Esta ação consistiu em uma forte campanha trazendo apenas o termo &#8220;<strong>OOHGLE</strong>&#8220;. Esta campanha teve grande repercussão e gerou um tremendo buzz acerca do termo oohgle. Vários blogs trazem artigo interessantes sobre esta campanha.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-706" title="oohgle_12" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2009/08/oohgle_12.jpg" alt="oohgle_12" width="500" height="375" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-707" title="oohgle_2" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2009/08/oohgle_2.jpg" alt="oohgle_2" width="470" height="319" /></p>
<p>A campanha teve um crescimento acentuado nas questro semanas de veiculação, como no gráfico do Google Trends.</p>
<p><a href="http://www.google.com/trends?q=oohgle&amp;ctab=0&amp;geo=gb&amp;geor=all&amp;date=2008&amp;sort=0">http://www.google.com/trends?q=oohgle&amp;ctab=0&amp;geo=gb&amp;geor=all&amp;date=2008&amp;sort=0</a></p>
<p>Conforme os dados da Isobar, a campanha teve 28% de resposta imediata para anúncios offline, e este percentual caiu para 20% na primeira semana.</p>
<p>Este indicativos mostram como as campanhas <strong>offline</strong> e <strong>online</strong> hoje estão absolutamente interligadas. Muitas vezes não nos damos conta dos desdobramentos que uma campanha passa a ter nos meios digitais.</p>
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		<title>A história de Rony Rodrigues, sócio-fundador do Grupo Box 1824</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Jun 2009 05:33:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>veget</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[No Media]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
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		<description><![CDATA[Autor: Maurício Bastos
Não há dúvidas que inovar não é um trabalho fácil, vide a vasta bibliografia sobre como inovar nas mais diferentes áreas do conhecimento. Qual seria então a base da inovação? Para mim não há dúvidas, é a inspiração. Não é possível criar algo novo, extraordinário, se não houver um sonho e auto-confiança. Por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Autor: Maurício Bastos</em></p>
<p>Não há dúvidas que <strong>inovar</strong> não é um trabalho fácil, vide a vasta bibliografia sobre como <strong>inovar</strong> nas mais diferentes áreas do conhecimento. Qual seria então a base da <strong>inovação</strong>? Para mim não há dúvidas, é a <strong>inspiração</strong>. Não é possível criar algo novo, extraordinário, se não houver um sonho e auto-confiança. Por isso, é fundamental que as pessoas que trabalham com<strong> inovação</strong> se mantenham <strong>inspiradas</strong>, sedentas por conhecimento.</p>
<p>Em função disso, trago um post para inspirar esta sexta-feira, para mostar que tudo é possível quando se tem um sonho e se trabalha em direção a ele. Trata-se da história de <strong>Rony Rodrigues</strong>, sócio-fundador do <strong>Grupo Box 1824</strong>.<span id="more-493"></span></p>
<p>O texto abaixo é a reprodução de um trecho do meu <a title="Monografia de Maurício Bastos" href="http://www.scribd.com/doc/15368412/A-Propaganda-Mudou-Monografia-de-Mauricio-Bastos" target="_blank">Trabalho de Conclusão</a>. É um pouco longo, mas quem ler até o final não vai se arrepender.</p>
<p><strong>A HISTÓRIA DE RONY RODRIGUES</strong></p>
<p><a title="Twitter do Rony" href="http://twitter.com/ronyrodrigues" target="_blank"><img class="alignleft size-full wp-image-495" title="Rony Rodrigues" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2009/06/rony-rodrigues.jpg" alt="rony-rodrigues" width="129" height="153" />Rony</a> nasceu em 30 de abril de 1979 e, desde cedo, apresentou traços de empreendedor e um inconformismo com o fato de diversas tarefas serem feitas sempre do mesmo modo. Ele comenta que, aos 15 anos, já pensava em formas de ganhar dinheiro, e fez uma tentativa vendendo sanduíches de porta em porta.</p>
<p>Aos 17 anos, Rony e um colega de colégio abriram um bar no <a title="O que é o Planeta Atlântida" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Planeta_Atl%C3%A2ntida" target="_blank">Planeta Atlântida</a>, o qual levou o nome de Sunset. Como possuía um espírito inquieto, ele resolveu inovar: tratava-se do primeiro bar temático do evento, onde as atendentes estavam vestidas de havaianas e uma decoração fortalecia a proposta. O Sunset foi o bar que obteve o maior faturamento no Planeta Atântida daquele ano.</p>
<p>Apesar de ter obtido êxito muito cedo com seu empreendimento, a vida escolar de Rony foi muito conturbada: ele repetiu de ano três vezes e estudou em seis escolas diferentes &#8211; Concórdia, Bom Conselho, Americano, Província de São Pedro, São João e Colégio Objetivo, localizado em Alvorada (RS). Rodrigues aponta que esses fatos são um desdobramento de seu inconformismo.</p>
<p>Ao concluir sua vida escolar, Rony ingressou na faculdade de Turismo da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul e começou a trabalhar na TransBrasil e na Shopping Tour para poder pagar seu curso superior.</p>
<p>A carga horária de Rony era muito pesada, visto que ele trabalhava em uma empresa das quatro horas da manhã à uma da tarde e na outra das quatro da tarde às dez da noite. Essa rotina durou nove meses, até que Rony resolveu utilizar o dinheiro que estava juntando para ir morar nos Estados Unidos e interrompeu a faculdade.</p>
<p>Sobre sua vida nos Estados Unidos, Rodrigues comenta: “quando cheguei lá, o primeiro trabalho que fiz foi de cleaner, faxineiro, depois de engraxate, logo após com recycling, separando o lixo e,  por fim, trabalhei num posto de gasolina” (RODRIGUES, 2008).</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-497" title="Caminho de Santiago de Compostela" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2009/06/caminho-de-santiago-de-compostela-300x198.png" alt="Caminho de Santiago de Compostela" width="300" height="198" />Depois de juntar algum dinheiro nos Estados Unidos, Rony se questionou se “voltava para o Brasil e comprava um carro ou fazia o caminho de Santiago” (RODRIGUES, 2008), que era algo que ele já desejava fazer há algum tempo. Ele optou por ir para Santiago e, durante essa viagem, conheceu algumas pessoas que comentaram que ele tinha um perfil interessante para trabalhar com propaganda, visto que tinha um pensamento não-convencional, era criativo e sarcástico.</p>
<p>“Eu cheguei no Brasil sem dinheiro nenhum, pois tinha feito o Caminho de Santiago e gasto todo meu dinheiro por lá” (RODRIGUES, 2008). Rodrigues foi recebido no aeroporto por um amigo, que havia ido lhe dar uma carona. No carro, Rony ligou o rádio e ouviu um spot que anunciava um programa de estágio na Upper, umas das melhores agências do estado do Rio Grande do Sul naquela época.</p>
<p>Rony se interessou pela proposta de estágio e, em meio a cerca de 160 candidatos, ele foi um dos quatro escolhidos. “Eu não era redator e também não era diretor de arte”, conta Rony, então um dos donos da agência, Henrique Rosa, resolveu inseri-lo na empresa como <strong>insighter</strong>, uma pessoa que vem para dar idéias.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-500" title="O Leão de Cannes" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2009/06/leao-de-cannes.png" alt="O Leão de Cannes" width="191" height="213" />Em um ano Rony havia ganhado um leão em Cannes, foi finalista do Clio e do Festival de Nova Iorque, as três premiações mais importantes da propaganda em nível mundial. Era o primeiro leão de Cannes ganho por alguém do Rio Grande do Sul. A peça em questão foi desenvolvida para um desodorante da marca Senador e consistia em um adesivo que era colado em corrimões de ônibus com a seguinte frase “Quem usa Senador, levanta o braço”.</p>
<p>O surpreendente da peça é o seu grau de coerência e criatividade, pois o público do desodorante era exatamente aquele público que andava de ônibus e as pessoas que ficam em pé normalmente permanecem com o braço levantado, para segurar o corrimão e manter o equilíbrio. Além disso, a peça possuía um custo muito baixo e o gesto de levantar o braço, realizado pelos passageiros, é exatamente o mesmo gesto utilizado para utilizar um desodorante.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-503" title="A peça criada por Rony Rodrigues: Quem usa Senador, levanta o braço." src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2009/06/quem-usa-senador-levanta-o-braco-peca-do-rony-rodrigues.png" alt="A peça criada por Rony Rodrigues: Quem usa Senador, levanta o braço." width="176" height="127" />Rony alega que a base para a criação dessa peça foi um estudo profundo, no qual ele buscou a forma mais fácil de ganhar um leão em Cannes. Rapidamente Rony se deu conta que teria pouca chance se tentasse concorrer com uma peça de áudio ou vídeo, mídias de massa que já eram amplamente utilizadas, e encontrou uma grande oportunidade no No Media, que até então era pouco explorado.</p>
<p>“Quando eu ganhei o leão em Cannes, a maioria [das pessoas] pensou que eu iria permanecer na Criação” (RODRIGUES, 2008), mas não foi o que ocorreu, Rony refletiu que já havia ganhado o que queria na Criação e que naquele momento iria para o Planejamento, que era onde ele julgava que as coisas iriam acontecer. Rony salienta que “agora nós vivemos muito a era do Planejamento dentro das agências, mas naquela época não era assim.” Estava recém começando o movimento de Planejamento e ainda não havia surgido o Grupo de Planejamento de São Paulo.</p>
<p>Ainda na Upper, mas já na área de Planejamento, Rony passou a atender o Zoom (segmento jovem) da então Claro Digital, que vendia na época cerca de 13 aparelhos celulares por dia. Com o trabalho executado por Rodrigues, passou a ser vendida uma média de 100 celulares por dia. Nesse período Rony se aproximou de Márcio Ramos, profissional que exercia uma posição estratégica dentro de Claro e que o informou que a empresa estava passando por um processo de aquisições, a partir do qual passaria a ter uma única agência, a <a title="Agência DCS" href="http://www.dcsnet.com.br" target="_blank">DCS</a>.</p>
<p>Em função dos trabalhos de Rony na Upper terem obtido grande êxito para a Claro, Márcio Ramos o informou que gostaria de tê-lo na DCS, para seguir trabalhando com Planejamento, mas com responsabilidades ainda maiores. Rony aceitou o desafio e ingressou na DCS, onde passou a trabalhar na equipe de Lúcia Bastos, Diretora de Atendimento da agência e responsável por atender o cliente Claro.</p>
<p>Após alguns meses de trabalho na DCS, Rony teve a idéia de criar o DCS College, estrutura de Planejamento voltada para o público jovem. Nesse período Rony trabalhou em uma sala que simulava o ambiente do quarto de um jovem, com objetos como prancha de surfe e tacos de hóquei. Algum tempo depois, Rodrigues teve a idéia de criar uma nova unidade, a DCS Lab, voltada para a prospecção de novos negócios, onde Rorigues respondia diretamente para Antônio D´Alessandro, presidente e um dos fundadores da agência.</p>
<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-507" title="Logo da Claro" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2009/06/logo-da-claro-150x150.jpg" alt="Logo da Claro" width="150" height="150" />Dentro do DCS Lab Rony criou um case para a Claro chamado Claro Hits, que participou do TTB, principal premiação de Planejamento do Grupo J. W. Thompson, e ficou em terceiro lugar. Esse case foi visto por um profissional de uma agência italiana, que possuía vínculo com o Grupo Thompson, e fez com que ele se interessasse pelo trabalho de Rony, convidando-o a trabalhar na Itália por um mês, com a devida autorização da DCS.</p>
<p>Rony acabou ficando três meses em Milão e pôde trabalhar com clientes como Vodaphone e Mc Donald´s. Foi também nesse período que ele descobriu as empresas de pesquisa de tendências, que até então desconhecia. “Eu vi que não existia nenhuma empresa de pesquisa de tendências focada para países emergentes; todas ficavam no primeiro mundo”, conta Rony.</p>
<p>Ainda em Milão, Rony teve a oportunidade de conhecer uma empresa chamada Radar, uma das principais empresas de pesquisa de tendências italiana e que teve uma grande presença de mercado nos anos 80. Rodrigues se encantou com o trabalho da Radar e procurou aprender o máximo possível, para que pudesse aplicar no Brasil assim que voltasse.</p>
<p>Rony iniciou aplicando alguns conceitos da Radar com o cliente Olympikus, que ficou extremamente satisfeito com os resultados e abriu uma oportunidade para que Rony criasse sua própria empresa. Após uma conversa com Antônio D´Alessandro, ficou acertado que Rodrigues trabalharia parte do seu dia na DCS e parte na sua própria empresa.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-509" title="Jovens em uma festa" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2009/06/jovens.jpg" alt="Jovens em uma festa" width="224" height="168" />Rony ficou conhecido pelo fato de saber lidar com os jovens na área de pesquisa. Ele conta que percebeu que quando um jovem entrava em um grupo focal, em uma sala de espelhos, o comportamento apresentado não era verdadeiro e isso distorcia o resultado das pesquisas e não trazia a essência desse consumidor. Pelo fato de também ser jovem, Rony chegou à conclusão que, quanto mais jovem for o pesquisador e mais próximo da idade dos consumidores ele estiver, melhores serão os resultados. Entretanto, Rodrigues enfatiza que não basta apenas ser jovem, o pesquisador deve possuir uma boa capacidade de analise.</p>
<p>Com a história de Rony podemos perceber claramente que ele compõe a Geração Y, não apenas pelo fato de sua data de nascimento ser 1979, mas por apresentar algumas das características citadas por Quinello (2007), como individualismo e desapego. Rony construiu sua carreira em cima de seu próprio esforço e vontade de vencer, mas também soube se desapegar do seu país para vivenciar experiências internacionais.</p>
<p>Não fosse o advento da Internet, o italiano que convidou Rony para Milão não teria visto o seu trabalho e, provavelmente, sua carreira seria diferente. Rony também teve a visão de apostar no No Media que, segundo Cappo (2004), representa uma nova era dentro da propaganda, onde os profissionais deixam de se preocupar com o meio e passam a focar na mensagem, exercendo todo seu potencial criativo.</p>
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		<title>Bate-papo sobre Scrum (Método Ágil) &#8211; Looping RBS (3a Edição)</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Jun 2009 01:12:59 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Marketing Online]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[LoopingRBS]]></category>
		<category><![CDATA[Método Ágil]]></category>
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		<description><![CDATA[Autor: Maurício Bastos

Já está virando clichê eu dizer que cada um dos convidados do Looping RBS é sensacional, mas é a mais pura verdade. Também não poderia ser diferente, visto que os palestrantes são escolhidos a dedo. Na terceira edição do evento convidamos a Tatiane Viana, que é uma tremenda profissional, uma daquelas pessoas muito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><em>Autor: Maurício Bastos</em></p>
<p><a title="Bate-papo sobre Scrum (Método Ágil)" href="http://insighter.org/inovacao/bate-papo-sobre-scrum-metodo-agil-looping-rbs" target="_self"><em><img class="size-full wp-image-81 aligncenter" title="Logo do Looping RBS" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2009/05/logo-loopingrbs1.png" alt="Logo do Looping RBS" width="442" height="220" /></em></a></p>
<p>Já está virando clichê eu dizer que cada um dos convidados do <strong>Looping RBS</strong> é sensacional, mas é a mais pura verdade. Também não poderia ser diferente, visto que os palestrantes são escolhidos a dedo. Na terceira edição do evento convidamos a <strong>Tatiane Viana, </strong>que é uma tremenda profissional, uma daquelas pessoas muito acima da curva. A missão dela foi falar sobre <strong>Scrum</strong>, também conhecido como <strong>Método Ágil</strong>.</p>
<p>Você sabe o que é <strong>Product Backlog</strong>? E <strong>Sprint</strong>? Sabe qual a função do <strong>Product Owner</strong> e do <strong>Scrum Master</strong>? Continue lendo que você vai descobrir ou, pelo menos, entender melhor.<span id="more-482"></span></p>
<p>O tema<strong> Scrum</strong> é extremamente importante e, ao mesmo tempo, polêmico, pois se trata de um método nada ortodoxo e que quebra alguns dos paradigmas da tradicional gestão de projetos, como a linha do <a title="Project Management Institute" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Project_Management_Institute" target="_blank">PMI</a>.</p>
<p>O <strong>Scrum</strong> nada mais é do que uma <strong>metodologia ágil, </strong>destinada a planejar e gerenciar projetos. E a palestra da Tati teve como principal objetivo decupar essa metodologia, mostrando exemplos práticos de como isso acontece no <strong>INdT</strong>. Se você trabalha com projetos e sente-se constantemente preso em processos burocrácitos e desnecessários, sugiro que assista ao vídeo abaixo. Apesar do foco da Tati estar na aplicação da metodologia para <strong>projetos web</strong> e <strong>aplicações mobile</strong>, a lição de simplicidade que o <strong>Scrum</strong> passa é válida para todo tipo de projeto.</p>
<p><strong>Um pouco mais sobre a Tati:</strong> ela tem 28 anos, é formada em Gestão de TI pela Unisul e tem mais de 9 anos de experiência no mercado de Internet. Ela é especialista em <strong>Design de Interação</strong>, <strong>Usabilidade</strong> e <strong>Arquitetura da Informação</strong>. Na sua carreira ela já passou pela <a title="Site da AG2" href="http://www.ag2.com.br" target="_blank">AG2</a> (Agência Digital) e <strong>Grupo RBS</strong>. Hoje, ela trabalha como <strong>Designer de Interação</strong> e <strong>Product Owner</strong> no <strong>INdT</strong> (Instituo Nokia de Tecnologia), localizado em Recife. Além disso, a Tati já realizou duas edições do<strong> WUD-RS </strong>(World Usability Day).</p>
<p><object width="400" height="376" data="http://mediacenter.clicrbs.com.br/skins/default/swf/playerChannel.swf?mediaXML=http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/RequestUrlPlayer.aspx;contentId=66390///channel=41&amp;color=0x48278F&amp;autoStart=false&amp;thumb=http://mediacenter.clicrbs.com.br/medias/IMAGES/664740.jpg&amp;channelLink=http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/home.aspx?channel=40&amp;channelImage=http://mediacenter.clicrbs.com.br/includes/topo_videos_clicrbs.gif&amp;channelColor=0x48278F" type="application/x-shockwave-flash"><param name="id" value="playerFlash" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="quality" value="high" /><param name="src" value="http://mediacenter.clicrbs.com.br/skins/default/swf/playerChannel.swf?mediaXML=http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/RequestUrlPlayer.aspx;contentId=66390///channel=41&amp;color=0x48278F&amp;autoStart=false&amp;thumb=http://mediacenter.clicrbs.com.br/medias/IMAGES/664740.jpg&amp;channelLink=http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/home.aspx?channel=40&amp;channelImage=http://mediacenter.clicrbs.com.br/includes/topo_videos_clicrbs.gif&amp;channelColor=0x48278F" /></object></p>
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		<title>Bate-papo sobre Mobilidade &#8211; Looping RBS (2a Edição)</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Jun 2009 23:59:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>veget</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Online]]></category>
		<category><![CDATA[LoopingRBS]]></category>
		<category><![CDATA[Novidades]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>

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		<description><![CDATA[Autor: Maurício Bastos

Na segunda edição do Looping RBS tive a oportunidade de trazer dois sujeitos sensacionais: Rodrigo Mazzilli e Rodrigo Kochenburger, também conhecido como Divoxx. Ambos são daqui de Porto Alegre e possuem uma história de vida muito interessante, que certamente é capaz de inspirar os espectadores.
O Rodrigo Mazzilli tem 31 anos, é formado em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><em>Autor: Maurício Bastos</em></p>
<p><a title="Bate-papo sobre Mobilidade" href="http://insighter.org/inovacao/bate-papo-sobre-mobilidade-looping-rbs" target="_self"><img class="size-full wp-image-81 aligncenter" title="Logo do Looping RBS" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2009/05/logo-loopingrbs1.png" alt="Logo do Looping RBS" width="442" height="220" /></a></p>
<p>Na segunda edição do <a title="O que é o Looping RBS" href="http://insighter.org/inovacao/looping-rbs-ciclo-de-bate-papos" target="_blank">Looping RBS</a> tive a oportunidade de trazer dois sujeitos sensacionais: <a title="Twitter do Rodrigo Mazzilli" href="http://twitter.com/rodmaz" target="_blank">Rodrigo Mazzilli</a> e <a title="Twitter do Divoxx" href="http://twitter.com/divoxx" target="_blank">Rodrigo Kochenburger</a>, também conhecido como Divoxx. Ambos são daqui de Porto Alegre e possuem uma história de vida muito interessante, que certamente é capaz de inspirar os espectadores.<span id="more-419"></span></p>
<p>O <strong>Rodrigo Mazzilli</strong> tem 31 anos, é formado em Ciência da Computação pela UFRGS e possui um fellowship pelo Programa de Estudos Avançados no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nas áreas de empreendedorismo, inovação e negócios em software. Ele já foi consultor e gerente de projetos na Hewlett-Packard do Brasil e da Alemanha, onde gerenciou projetos na área de telemática e mobilidade com clientes como Volkswagen AG, BMW AG e Renault.</p>
<p>Já o <strong>Divoxx (Rodrigo Kochenburger)</strong> tem 23 anos e é estudante de Ciência da Computação na PUCRS. Ele é reconhecido como um dos maiores experts na tecnologia de Ruby on Rails no Brasil, a mais utilizada nas soluções web atualmente. Além disso, o <strong>Divoxx</strong> é um dos líderes por trás da competição mundial RailsRumble que acontece pela Internet, ajudando a disseminar a tecnologia. Ele atua como consultor para a <a title="SurgeWorks" href="http://surgeworks.com/" target="_blank">SurgeWorks Inc.</a>, sediada em Salt Lake City, Utah, onde já prestou consultorias para grandes empresas financeiras e de e-commerce do mundo inteiro.</p>
<p>São dois profissionais com experiências muito ricas, não há dúvidas, cujas carreiras se cruzaram há cerca de 8 meses atrás, quando fundaram juntos a <strong>startup </strong><a title="Site da Wellknown.as" href="http://wellknown.as" target="_blank">Wellknown.as</a>. A empresa deles atua em um modelo que pode causar estranhamento aqui no Brasil, mas que é muito conhecido lá fora: chama-se <strong>stealth mode</strong>, ou, simplesmente, operação em segredo. Isso signfica que eles estão trabalhando em um produto próprio e não fazem nenhum tipo de trabalho para terceiros.</p>
<p>O projeto no qual eles estão trabalhando é secreto, mas eles me adiantaram que se trata de uma solução profissional para smartphones. Um detalhe importante é que o foco do trabalho deles está no mercado norte-americano e não aqui no Brasil. De qualquer modo,  sugiro que vocês entrem no site da <a title="Site da Wellknown.as" href="http://wellknown.as" target="_blank">Wellknown.as</a> e se cadastrem para receber novidades do produto, pois algo vindo destes dois &#8220;Rodrigos&#8221; só pode ser coisa boa.</p>
<p>Abaixo vocês podem conferir um vídeo onde o <strong>Rodrigo Mazzilli</strong> e o <strong>Divoxx</strong> falam sobre tendências da <strong>Mobilidade</strong>, com todo o know-how que eles possuem do mercado externo.</p>
<p><object width="400" height="376" data="http://mediacenter.clicrbs.com.br/skins/default/swf/playerChannel.swf?mediaXML=http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/RequestUrlPlayer.aspx;contentId=65938///channel=40&amp;color=0x48278F&amp;autoStart=false&amp;thumb=http://mediacenter.clicrbs.com.br/medias/IMAGES/663534.jpg&amp;channelLink=http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/home.aspx?channel=40&amp;channelImage=http://mediacenter.clicrbs.com.br/includes/topo_videos_clicrbs.gif&amp;channelColor=0x48278F" type="application/x-shockwave-flash"><param name="id" value="playerFlash" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="quality" value="high" /><param name="src" value="http://mediacenter.clicrbs.com.br/skins/default/swf/playerChannel.swf?mediaXML=http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/RequestUrlPlayer.aspx;contentId=65938///channel=40&amp;color=0x48278F&amp;autoStart=false&amp;thumb=http://mediacenter.clicrbs.com.br/medias/IMAGES/663534.jpg&amp;channelLink=http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/home.aspx?channel=40&amp;channelImage=http://mediacenter.clicrbs.com.br/includes/topo_videos_clicrbs.gif&amp;channelColor=0x48278F" /></object></p>
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		<title>Google Square tenta desbancar Wikipedia?</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Jun 2009 22:14:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
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		<description><![CDATA[Autor: Luís Fernando Mizutani

Acessei hoje o Google Square e achei a funcionalidade muito boa. O resultado da busca não é um conjunto de sites e sim um agrupamento de informações sobre o item categorizadas e organizadas em uma tabela. Pode-se adicionar linhas (novos itens) ou colunas (novas categorias).
Por exemplo: busquei por Brazilian Presidents. Como resultado tive [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Autor: Luís Fernando Mizutani</em></p>
<p><img class="size-medium wp-image-227 alignleft" title="Google Square" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2009/06/gsq-300x224.jpg" alt="Google Square" width="300" height="224" /></p>
<p>Acessei hoje o <a href="http://www.google.com/squared">Google Square</a> e achei a funcionalidade muito boa. O resultado da busca não é um conjunto de sites e sim um agrupamento de informações sobre o item categorizadas e organizadas em uma tabela. Pode-se adicionar linhas (novos itens) ou colunas (novas categorias).</p>
<p><strong>Por exemplo</strong>: busquei por Brazilian Presidents. Como resultado tive nas linhas alguns presidentes e nas colunas obtive fotos, descrições, nascimento etc, adicionei a coluna partido político para testar a funcionalidade.</p>
<p><span id="more-226"></span>Grande parte das informações da tabela são provenientes da <a href="http://www.wikipedia.org" target="_blank">Wikipedia</a>. Acredito que isto demonstra que o Google ainda se rende a Wikipedia em termos de Wiki. Se isto não fosse verdade estariam forçando a barra e tentando promover o <a href="http://knol.google.com" target="_blank">Knol</a>.</p>
<p>Acredito que não trata-se de um concorrente para a Wikipedia. Pelo contrário, será uma porta de entrada para ela.</p>
<p>A navegação e funcionalidade me pareceram ótimas neste primeiro teste. Vale conferir o Google Square.</p>
<p><object width="425" height="344" data="http://www.youtube.com/v/__INtIXNLmI&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=en&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/__INtIXNLmI&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=en&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
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		<title>Looping RBS &#8211; Ciclo de bate-papos</title>
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		<pubDate>Wed, 27 May 2009 04:51:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>veget</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Online]]></category>
		<category><![CDATA[LoopingRBS]]></category>
		<category><![CDATA[Novidades]]></category>

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		<description><![CDATA[Autor: Maurício Bastos
Quando iniciei o meu projeto sobre inovação dentro do Grupo RBS (cerca de um mês atrás), tive que pensar em quais frentes eu poderia atuar. Desde o início me preocupei muito com a questão da Gestão da Inovação, visto que é pré-requisito que hajam processos claros e objetivos para que a inovação seja [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Autor: Maurício Bastos</em></p>
<div id="attachment_81" class="wp-caption alignnone" style="width: 452px"><img class="size-full wp-image-81" title="Logo do Looping RBS" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2009/05/logo-loopingrbs1.png" alt="Logo do Looping RBS" width="442" height="220" /><p class="wp-caption-text">Logo do Looping RBS</p></div>
<p>Quando iniciei o meu projeto sobre<strong> inovação</strong> dentro do <strong>Grupo RBS</strong> (cerca de um mês atrás), tive que pensar em quais frentes eu poderia atuar. Desde o início me preocupei muito com a questão da<strong> Gestão da Inovação</strong>, visto que é pré-requisito que hajam processos claros e objetivos para que a <strong>inovação</strong> seja protegida e estimulada. <span id="more-65"></span>Nesse sentido, comprei um livro bem interessante, que tem sido um dos meus pontos centrais de leitura no momento. Trata-se do livro <a title="Livro Gestão da Inovação" href="http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/produto.dll/detalhe?pro_id=2523900&amp;ID=BB2409F97D9051B011F071066&amp;PAC_ID=25135" target="_blank">Gestão da Inovação</a>, da editora Bookman. Recomendo!</p>
<p>Após fazer um levantamento, verifiquei que uma das frentes do meu trabalho poderia ser trazer gente de fora da empresa para falar sobre inovação. Foi aí que nasceu o <strong>Looping RBS</strong>, ciclo de bate-papos para falar sobre<strong> inovação</strong>. A escolha do nome Looping não ocorreu por acaso, ela está ligada ao nome do meu projeto , que se chama Montanha-Russa (em um futuro post explicarei melhor) e faz ligação direta com a ideia de ficar de cabeça para baixo, visto que meu objetivo é tirar as pessoas da zona de conforto.</p>
<p>O mais surpreendente ocorreu quando comecei a ir atrás dos possíveis convidados. Descobri que tem muita, mas muita gente brilhante, aqui mesmo em Porto Alegre. O primeiro convidado, que inaugurou o <strong>Looping RBS</strong>, foi o designer <strong>F ábio Sasso</strong>, criador do blog <a title="Blog Abduzeedo" href="http://abduzeedo.com/" target="_blank">Abduzeedo</a>, que hoje recebe cerca de 1.600.000 visitas mensais. O tema escolhido para o bate-papo foi Twitter, devido a crescente importância deste microblog e do grande domínio que o Fábio tem do assunto (hoje ele já possui mais de 13.000 seguidores). Sem mais delongas, segue abaixo o vídeo. Façam bom proveito!</p>
<p><object width="400" height="376" data="http://mediacenter.clicrbs.com.br/skins/default/swf/playerChannel.swf?mediaXML=http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/RequestUrlPlayer.aspx;contentId=63717///channel=41&amp;color=0x48278F&amp;autoStart=false&amp;thumb=http://mediacenter.clicrbs.com.br/medias/IMAGES/657464.jpg&amp;channelLink=http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/home.aspx?channel=40&amp;channelImage=http://mediacenter.clicrbs.com.br/includes/topo_videos_clicrbs.gif&amp;channelColor=0x48278F" type="application/x-shockwave-flash"><param name="id" value="playerFlash" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="quality" value="high" /><param name="src" value="http://mediacenter.clicrbs.com.br/skins/default/swf/playerChannel.swf?mediaXML=http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/RequestUrlPlayer.aspx;contentId=63717///channel=41&amp;color=0x48278F&amp;autoStart=false&amp;thumb=http://mediacenter.clicrbs.com.br/medias/IMAGES/657464.jpg&amp;channelLink=http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/home.aspx?channel=40&amp;channelImage=http://mediacenter.clicrbs.com.br/includes/topo_videos_clicrbs.gif&amp;channelColor=0x48278F" /></object></p>
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