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	<title>INSIGHTER.ORG &#187; Inovação</title>
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	<description>Inovação / SEO / SEM / Analytics</description>
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		<title>A inovação e o medo da quebra de paradigma</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Mar 2012 23:27:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giresse Contini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Kodak]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>

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		<description><![CDATA[Autor: Giresse Contini
Depois de muito tempo, e dessa vez, o muito é realmente MUITO, ou mais precisamente 1 ano e 4 meses, volto a fazer um post no Insighter. Não que eu não tenha vontade de escrever ou não exista assunto para isso, o problema é que depois de muito tempo num &#8220;chove e não molha&#8221; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Autor: <strong>Giresse Contini</strong></em></p>
<p>Depois de muito tempo, e dessa vez, o muito é realmente MUITO, ou mais precisamente 1 ano e 4 meses, volto a fazer um post no Insighter. Não que eu não tenha vontade de escrever ou não exista assunto para isso, o problema é que depois de muito tempo num &#8220;chove e não molha&#8221; danado na faculdade, estou prestes a me formar no curso de Ciências Econômicas da UFRGS. Pois é&#8230; quem me conhece diz que só acredita vendo, mas já há até data para a formatura, dia 03 de agosto de 2012. Sim, antes do fim do mundo! hehehe</p>
<p>Mas vamos lá, o assunto do post de hoje não é nem Web Analytics e nem SEO. Acometido pela febre do TCC, tenho lido muito sobre <strong><span style="text-decoration: underline;">inovação</span></strong>, suas ondas e força nos ciclos econômicos vistos até hoje.</p>
<p>Pois bem, lendo Business Cycles de <a title="Joseph Schumpeter" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Joseph_Schumpeter" target="_blank">Joseph Alois Schumpeter</a>, escrito nada mais nada menos do que em 1939, me deparei com um trecho ao qual me fez refletir muito e logo me veio uma matéria que li em janeiro de 2012. É realmente fascinante como algo escrito a tanto tempo ainda faça tanto sentido nos dias de hoje.</p>
<p>Segue abaixo o trecho mencionado:<br />
<em>&#8220;No início do boom os custos se elevam nas empresas antigas; mais tarde suas receitas são reduzidas, primeiramente nas empresas com as quais concorrem a inovação, mas, depois, em todas as empresas antigas, na medida em que a demanda dos consumidores se altera em favor da inovação. À parte a possibilidade de lucros &#8211; secundariamente &#8211; com a inovação, o seu funcionamento com prejuízo só é impedido pelo amortecedor da quase-renda, que é efetivo apenas temporariamente. E esse funcionamento com prejuízo não leva imediatamente ao colapso apenas porque firmas antigas são em sua maioria bem estabelecidas e aparecem como especialmente merecedoras de crédito&#8221;.</em></p>
<p><strong> Quantas empresas já se depararam com uma inovação tão disruptiva no seu segmento e tiveram que tomar uma decisão de caminho a se tomar daquele momento em diante?</strong> Mas sabemos que a quebra de um paradigma nem sempre é algo tão fácil, principalmente quando uma empresa foi tão bem sucedida com aquele antigo modelo. Não preciso pensar mais do que alguns poucos minutos para ter em minha cabeça, uma série de exemplos de grandes empresas que passaram por esse momento e tiveram que decidir entre o aquilo que estava dando certo até o momento e o futuro.</p>
<p>Cito abaixo alguns exemplos:<br />
- <strong>Sony</strong> e a mudança do <em>Walkman/Discman</em> para os tocadores de músicas digitais (os famosos MP3 Players)<br />
- <strong>Nokia</strong> e a recente mudança dos <em>celulares convencionais</em> para os modelos smartphones<br />
- <strong>Kodak</strong> e a mudança das <em>câmeras fotográficas</em> antigas pelas digitais (e com elas os antigos &#8220;filmes fotográficos&#8221;)</p>
<p><span id="more-1256"></span></p>
<p><strong>Mas o que há de comum nos 3 casos citados acima?<br />
</strong>Talvez em todos os 3 casos, a semelhança seja a demora em perceber a necessidade de mudança do velho para o novo e a perda de mercado dos produtos citados acima, bem como de receita das respectivas empresas.</p>
<p><strong>Mas quem ganha com as mudanças proporcionadas pela inovação disruptiva, pela quebra de um paradigma tecnológico? </strong>As inovações geram uma série de oportunidades sejam para a(s) empresa(s) pioneira(s) da inovação ou para aquelas que percebendo o potencial da mesma, não intimidam-se no medo de mudança do velho, daquilo que vem dando certo. Essas empresas, ao detectar o potencial do novo, não medem esforços e nem tempo para se remodelar e aproveitar as oportunidades geradas pela inovação anunciada.</p>
<p>Certamente não é uma decisão fácil e nem simples, uma empresa, como por exemplo a <strong>Kodak</strong>, perceber e adotar as mudanças necessárias para acompanhar a evolução tecnológica proporcionada pelo digital e adotá-las em suas linhas de produção a fim de remodelar suas câmeras fotográficas. Muitas podem ser as justificativas para a empresa não conseguir se moldar ao modelo digital das câmeras fotográficas, no exemplo dado. Entre eles podemos especular a <em>soberba natural do pioneirismo e sucesso do modelo antigo</em>, o <em>medo do novo</em>, a <em>falta de visão e P&amp;D</em> para se antecipar às mudanças, a<em>dificuldade de mudança</em> de uma estrutura que já contou com mais de 150 mil colaboradores em todo o mundo ou tantas outras hipóteses. Porém o que sabemos hoje é que a Kodak, mesmo com toda a sua história e pioneirismo, entrou com <strong>pedido de concordata</strong> no dia 19 de janeiro de 2012, após 132 anos de sua fundação, conforme matéria da <a title="Kodak pede concordata" href="http://mashable.com/2012/01/19/kodak-goes-bankrupt/" target="_blank">Mashable</a>.</p>
<p>A história da Kodak, ao meu ver, tem tudo a ver com o trecho acima que Schumpeter escreveu lá em 1939. Com certeza não é de hoje que a Kodak vem enfrentando problemas financeiros. É muito provável que a Kodak tenha percebido a mudança provocada pela fotografia digital já vai algum tempo, mas o nome Kodak, mesmo que a empresa não tenha se adaptado às mudanças tão logo estas tenham aparecido, manteve uma boa parcela de seus fiéis consumidores por algum tempo ainda adquirindo os seus produtos. Contudo, conforme diz Schumpeter, <strong>a demanda dos consumidores inevitavelmente se altera em favor da inovação</strong> e, nesse caso, não há fidelidade que resista ao não acompanhamento e aplicação das inovações.</p>
<p>Com certeza a Kodak não foi a primeira e muito menos será a última empresa a ver a força da inovação mudar radicalmente o seu mercado, forçando-a à realizar mudanças para tentar sobreviver e perpetuar sua marca. Algumas irão triunfar no velho e no novo paradigma, e outras, talvez menos preparadas, irão afundar. É o processo de <strong>evolução</strong> e <strong>adaptação</strong> das empresas, <strong>às ondas de inovação.</strong></p>
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		</item>
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		<title>Global Design: Desafio de Projetos Distribuidos – parte II</title>
		<link>http://insighter.org/inovacao/global-design-desafio-de-projetos-distribuidos-%e2%80%93-parte-ii</link>
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		<pubDate>Mon, 24 Oct 2011 10:28:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mizutani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design & Usabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos]]></category>

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		<description><![CDATA[Autor: Luis Fernando Mizutani
Agora já passamos da terceira semana de projeto e já foi possível identificar alguns incidentes relacionados ao trabalho em times distribuídos.
O trabalho da semana concentrou-se muito em coordenação e teve uma maior carga de trabalho por parte da equipe localizada em Glasgow. Dado que neste projeto não é permitido comunicação real-time entre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Autor: Luis Fernando Mizutani</em></p>
<p>Agora já passamos da terceira semana de projeto e já foi possível identificar alguns incidentes relacionados ao trabalho em times distribuídos.</p>
<p>O trabalho da semana concentrou-se muito em coordenação e teve uma maior carga de trabalho por parte da equipe localizada em Glasgow. Dado que neste projeto não é permitido comunicação real-time entre as equipes, nesta primeira semana nos focamos em criar mecanismos e processos para aumentar a eficácia da comunicação remota. O que definimos na primeira semana:</p>
<p><strong>1. Introdução Individual de cada membro da equipe:</strong> através de perfil criado individualmente trazendo dados profissionais e pessoais. Encorajamos cada individuo a criar sua apresentação sem qualquer formato padrão, para que desta forma a indentidade de cada um pudesse de alguma forma estar refletida na sua apresentação.</p>
<p><strong>2. Introdução da Equipe: </strong>Focamos um descritivo das competêcias centrais da equipe e possiveis pontos deficientes. Buscamos reforçar áreas que a equipe poderia contribuir mais e em qual áreas iria solicitar maior apoio. Buscamos manter a consistência ressaltando o vínculo das competências com as fases/atividades do projeto.</p>
<p><strong>3. Repositório de documentos:</strong> foi criado um repositório central de arquivos de comum acesso a todos os integrantes dos times distribuidos nas 3 localidades (Australia, Escócia e China).<span id="more-1238"></span></p>
<p><strong>4. Padronização de documentos:</strong> para evitar conflitos de versão, autoria e qualquer outro problema relacionado a documentação técnica, foram criados padrões para formatos de documentos, nomenclatura e estrutura do repositório.</p>
<p><strong>5. Processos de Comunicação:</strong> foram estabelecidos processos de comunicação diário para tornar a comunicação constante. Ao final de cada dia de trabalho um update breve é enviado para as demais equipes para que não haja assimetria de informação e para que, em caso de algum bloqueio, as demais equipes consigam repriorizar suas tarefas para remover qualquer impeditivo no progresso global do time.</p>
<p><strong>6. Follow up de Projeto: </strong>Por se tratar de um projeeto curto, passamos a enviar semanalmente um follow-up bem simplificado sobre o projeto. Basicamente 1 slide com um checklist de atividades e um plano de prioridades para a semana.</p>
<p><strong>CONCLUSÃO SOBRE O TRABALHO DAS 2 PRIMEIRAS SEMANAS</strong><br />
<strong></strong><br />
Nem tudo corre exatamente como o plenejado e alguns empecilhos surgiram por força da distância, diferença cultural, idioma e contexto social. Um exemplo foi a criação do repositório de arquivos feito pela Equipe de Glasgow. Este foi um item que sofreu atraso a troca de informação, pois o sistema web adotado sofreu restricões impostas pelo Governo Chines e pelas Universidade.</p>
<p>Esta atividade teve de ser terceirizada para a equipe na China e eles puderam encontrar uma aplicação web de livre acesso lá. Também foi necessária a configuração dos sistemas para traduzir os comandos do Chines para Inglês.</p>
<p>Todo nosso planejamento foi bem feito, mas sabíamos que a comunicação é processo que leva tempo até funcionar. Assim muitas comunicações diárias foram feitas unilateralmente. Nós que tínhamos o papel de coordenação, forçamos este processo. Mas nem sempre recebemos feedback e am outras vezes recébiamos informação represada a mais de 1 dia.</p>
<p>Como tínhamos um prazo curto, se alguma informação não era enviada pela noite, o time no outro lado do mundo perdia diversas horas de trabalho. Isto levou há alguns atrasos e os últimos dias desta semana tivemos de recuperar muita coisas. Também houveram divergências com relação ao entendimento da proposta e solução final, e isto dificultou bastante a evolução planejada do projeto. Cada explicação mais detalhada exigia um trabalho forte para graficamente explicar a idéia aplicada ou conceito.</p>
<p><img class="size-full wp-image-1239 alignnone" title="Tongji1" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2011/10/Tongji1.jpg" alt="" width="400" height="191" /></p>
<p><a href="http://insighter.org/wp-content/uploads/2011/10/Tongji2.jpg"><img class="size-full wp-image-1242 alignnone" title="Tongji2" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2011/10/Tongji2.jpg" alt="" width="400" height="196" /></a></p>
<p><a href="http://insighter.org/wp-content/uploads/2011/10/Tongji2.jpg"></a>A proposta acima, criada pela Equipe Chinesa partiu de uma idéia inicial de usar uma estrutura em &#8220;X&#8221; para dar sustentação a embalagem. Foi a proposta mais inovadora e adotou como inspiração as formas de uma &#8220;Lanterna Chinesa&#8221;, mas uma váriavel foi inserida pelos professores no meio do projeto para simular condições reais. A embalagem não poderia ser enviada utilizando nenhuma coisa da FEDEX nem nenhuma tipo de fita adesiva. Isto nos levou a reavaliar a proposta, pois com o copo exposto a FEDEX não enviaria.</p>
<p>Formulamos uma proposta mais convencional (Caixa), mas buscamos manter a estrutura em X do interior. Um ponto importante seria a facilidade de montagem, então a solução focou em criar uma embalagem com apenas 1 peça.</p>
<p><a href="http://insighter.org/wp-content/uploads/2011/10/StrathBox1.jpg"><img class="size-full wp-image-1243 alignnone" title="StrathBox1" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2011/10/StrathBox1.jpg" alt="" width="400" height="248" /></a></p>
<p><a href="http://insighter.org/wp-content/uploads/2011/10/StrathBox2.jpg"><img class="size-full wp-image-1244 alignnone" title="StrathBox2" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2011/10/StrathBox2.jpg" alt="" width="400" height="203" /></a></p>
<p>Agora temos de detalhar o desenho e montar especificações para a caixa que será enviada no dia 28 deste mês para China, Australia e Escócia. O próximo post irei detalhar o resultado final do projeto.</p>
<p>Abraço à todos.</p>
<p><strong>LEIA TAMBÉM:</strong><br />
<a href="http://insighter.org/inovacao/global-design-desafio-de-projetos-distribuidos-parte-i">Global Design: Desafio de Projetos Distribuídos &#8211; parte I</a><br />
<a href="http://insighter.org/inovacao/projeto-erasmus-mundus-dicas-para-obter-uma-bolsa-de-estudos">Projeto Erasmus Mundus: Dicas para obter uma Bolsa de Estudos no Exterior</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Global Design: Desafio de Projetos Distribuidos &#8211; parte I</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Oct 2011 19:58:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mizutani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design & Usabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Produtos]]></category>

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		<description><![CDATA[Autor: Luis Fernando Mizutani
Este é o primeiro post da série &#8220;Global Design&#8221; que irá abordar o desafio de Design de Novos Produtos em equipes distribuídas em diferentes partes do Globo. Esta série vai relatar duas experiências práticas com dois modelos distintos de projetos distribuídos. Ao final iremos comparar as duas experiências e elaborar uma análise [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Autor: Luis Fernando Mizutani</em></p>
<p>Este é o primeiro post da série &#8220;<strong>Global Design</strong>&#8221; que irá abordar o <strong>desafio de Design de Novos Produtos em equipes distribuídas em diferentes partes do Globo</strong>. Esta série vai relatar duas experiências práticas com dois modelos distintos de projetos distribuídos. Ao final iremos comparar as duas experiências e elaborar uma análise baseada nos resultados de ambos os projetos.</p>
<p>Os projetos são parte de um dos módulos do curso de &#8220;<strong>Global Innovation Management</strong>&#8221; e foca a prática e teoria aplicada ao <strong>gerenciamento de projetos</strong> de design, de forma <strong>colaborativa</strong> e <strong>distribuída</strong> . Este módulo  compreende:</p>
<ul>
<li> <strong>2 projetos</strong> de curta duração (cerca 5 semanas) e;</li>
<li> um trabalho final descrevendo ambas as experiências, comparando-as e fazendo uma análise crítica acerca dos problemas encontrados, ferramentas usadas e o que foi encontrado na teoria e literatura.</li>
</ul>
<p>Nesta série de posts vou relatar de forma bem informal estas duas experiências e resultados mais relevantes obtidos ao final dos projetos.<span id="more-1203"></span></p>
<p>Ambos os projetos serão desenvolvidos em times compostos por alunos de diferentes cursos e universidades, distribuídos em diferentes países e fuso-horários. Ao todo 4 Universidades participam destes projetos: <a href="http://www.um.edu.mt/" target="_blank">Universidade de Malta </a>(Malta), <a href="http://www.tongji.edu.cn/english/" target="_blank">Universidade de Tongji </a>(Shangai) e <a href="http://www.swinburne.edu.au/" target="_blank">Universidade de Swinburne </a>(Melbourne).</p>
<p><a href="http://insighter.org/wp-content/uploads/2011/10/GIM_Partners1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1230" title="GIM_Partners" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2011/10/GIM_Partners1.jpg" alt="" width="487" height="358" /></a></p>
<p>A figura acima mostra as diferenças entre os fuso-horários das Universidades parceiras e do nosso grupo, localizado na <a href="http://www.strath.ac.uk/" target="_blank">Universidade de Strathclyde</a> em Glasgow (UK).</p>
<p><strong>COMO OS PROJETOS ESTÃO FORMATADOS?</strong></p>
<p><strong>PROJETO 1:</strong> O Primeiro projeto enfatiza a natureza de projetos distribuídos em zonas com grande diferenca de fuso-horario (7 e 9 horas). Para tornar este cenário ainda mais desafiador, não será permitido nenhum tipo de comunicacão <em>real-time</em> entre as equipes. Ao todo serao 3 times compondo cada equipe de projeto.</p>
<ul>
<li><strong>Equipe de Gerenciamento (Strathclyde &#8211; Escocia)</strong></li>
<li><strong>Equipe de Modelagem e Design (Togji &#8211; China)</strong></li>
<li><strong>Equipe de Producão (Swinburne &#8211; Australia)</strong></li>
</ul>
<p>Este projeto desenvolverá novas embalagens para transporte de taças de vinho para a empresa <a href="http://www.ikea.com/" target="_self">IKEA</a>. O objetivo do projeto é criar uma embalagens individuais para as taças de vinho utilizando apenas papelão como material. Além disso alguns outros rquisitos devem ser considerados como:</p>
<ul>
<li>Não poderá ser utilizado nenhum tipo de adesivo ou qualquer outro material para compor a embalagem</li>
<li>Deve se focar na maior economia possivel de material e no menor numero de partes para facilitar a produção</li>
<li>A embalagem deverá proteger a taça e passar por inúmeros testes (ex: queda de 2 metros de altura)</li>
</ul>
<p>Ao final do projeto, a equipe de projeto (formada por times geograficamente distribuído) terá desenvolvido uma única proposta e todos deverão ter um protótipo com as mesmas dimensões, especificacões, material e testes. O teste final será o envio do produto pelo correio. Cada um dos time enviará o prototipo para outro time - isto é, China envia para Escócia, Escócia envia para Austrália, e Austrália envia para China &#8211; e o produto deverá chegar intacto em todas as localidades.</p>
<p><strong>PROJETO 2: </strong>O segundo projeto será desenvolvido em conjunto com estudantes da Universidade de Malta, e pela pequena diferença de fuso-horário, será permitido comunicaçao real-time. O &#8220;briefing&#8221; deste segundo projeto ainda não foi disponibilizado para os alunos, mas o que já sabemos é que o objetivo será o de avaliar uma dinâmica completamente diferente com a introdução de comunicação real-time.</p>
<p>Importante é ressaltar que toda a comunicação, escolha dos sistemas a serem adotados (software e tecnologia), processos e padroes seram feitas pela equipe. Isto constitui um objetivos de aprendizado deste módulo.</p>
<p>Nos próximos posts desta série iremos relatar a evolução do primeiro projeto e seus principais resultados.</p>
<p>Até lá e um abraço à todos!</p>
<p><strong>LEIA TAMBÉM:<br />
</strong><a href="http://insighter.org/inovacao/projeto-erasmus-mundus-dicas-para-obter-uma-bolsa-de-estudos" target="_blank">Global Innnovation Programme 2011<br />
Projeto Erasmus Mundus: dicas para obter uma bolsa de estudos no exterior</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Projeto Erasmus Mundus: dicas para obter uma bolsa de estudos no exterior</title>
		<link>http://insighter.org/inovacao/projeto-erasmus-mundus-dicas-para-obter-uma-bolsa-de-estudos</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Aug 2011 19:03:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mizutani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>

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		<description><![CDATA[Autor: Luis Fernando Mizutani
Pessoal, existem inúmeras bolsas de estudo no exterior e uma delas é o programa Erasmus Mundus. Vou dividir com vocês um pouco do que fiz para obter uma bolsa de Pós-Graduação no programa de Pós-gradução em &#8220;Global Innovation Management&#8220;.
A principal dica é acreditar que é possível e pesquisar, mas como ponto departida [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Autor: Luis Fernando Mizutani</em></p>
<p>Pessoal, existem inúmeras bolsas de estudo no exterior e uma delas é o programa Erasmus Mundus. Vou dividir com vocês um pouco do que fiz para obter uma bolsa de Pós-Graduação no programa de Pós-gradução em &#8220;<a href="http://insighter.org/inovacao/global-innovation-programme-2011">Global Innovation Management</a>&#8220;.</p>
<p>A principal dica é acreditar que é possível e pesquisar, mas como ponto departida seguem algumas dicas bem práticas:</p>
<p><strong>1. O site do Eramus tem várias bolsas em diversas áreas</strong>. Todo ano divulgam uma<strong> </strong>lista com diversos programas de pós-graduação (mestrado e Doutorado) que em geral são coordenados por consórcios de universidades. <a href="http://eacea.ec.europa.eu/erasmus_mundus/results_compendia/selected_projects_action_1_master_courses_en.php" target="_blank">Veja a lista aqui</a></p>
<p><strong>2. Pesquise todas as áreas que julgar</strong> interessante e tenha sempre em mente 2 coisas:</p>
<ul>
<li>Área de estudos</li>
<li>Requisitos que o programa pede (deve-se focar nos programas onda há maiores chances de satisfazer os requisitos)<span id="more-1184"></span></li>
</ul>
<p><strong>3. </strong><strong>Após selecionar os cursos é sempre bom se </strong><strong>certificar que este programa ainda está recebendo bolsa</strong>. Um dos programas para o qual eu eu me inscrevi não estava oferecendo bolsas, esta informação estava desatualizada no site. Por sorte estava participando de outros caso contrário teria botado um bom trabalho e/ou investimento fora.</p>
<p><strong>4. Inscreva-se no máximo 3 programas</strong>. Se exceder este número será automaticamente eliminado das bolsas. (vale sempre conferir as regras pois podem mudar de ano para ano)</p>
<p><strong>5. Pesquise os requisitos do(s) programa(s) selecionado(s)</strong>. Os requisitos podem variar dependendo da área, mas em geral eles exigem:</p>
<ul>
<li><strong>Cartas de Recomendação</strong>: no meu caso preferi ter uma acadêmica e uma profissional, alguns cursos somente aceitam referências acadêmicas</li>
<li><strong>Carta de Intenção</strong>: este item é um dos mais importantes, senão o mais importante deles. Aqui é onde eles vão te conhecer e entender quais são tuas experiências, pretensões e diferenciais.</li>
<li><strong>Certificado de inglês</strong>: o TOEFL é aceito, mas o IELTS tem maior reconhecimento na Europa. Acredito que o IELTS é mais exigente, por isto estude pra valer. Como a concorrência é global, este quesito pode decidir teu futuro, pode see um critério de desempate.</li>
<li><strong>Currículo</strong>: utilizei o mesmo padrão de um amigo meu que já fez o programa (meu currículo em anexo). Sugiro que fale com pessoas que já participaram de mestrados/doutorados no exterior e tente obter materiais de referência.</li>
<li><strong>Outros</strong>: certificados, diploma, média do curso de graduação (tudo traduzido e juramentado)</li>
</ul>
<p><strong>6. Preparação e planejamento é super importante</strong>. Eu, por exemplo, li tudo o que podia sobre o programa Erasmus, inclusive os objetivos estratégicos pelos quais a União Européia criou o programa. Na minha carta busquei de alguma forma refletir intenções que pudessem contribuir de alguma forma para os objetivos gerais do programa de pós graduação, mas também pensei nos objetivos do Erasmus (que são coisas independentes. por exempo: tu pode ser aprovada no programa, mas não na bolsa)</p>
<p><strong>7. Conteúdo das cartas de recomendação</strong>: busquei obter cartas onde que descrevessem experiencias relevantes para o programa e os professores/diretores tiveram de assinar. Antes de redigí-la busquei conversar com meus professores e explicar bem o conteúdo para que todos estivessem de acordo. Também descrevi na minha carta de intenção coisas que foram citadas nas minhas cartas de recomandação. O que tornou tudo mais consistente.</p>
<p><strong>8. Faça Cartas de intenção personalizadas</strong>. Tente criar cartas de intenção direcionadas para cada programa. Eu por exemplo, foquei uma carta em estratégia e gestão, outra foi mais pro lado de criatividade e inovação. Claro que havia uma estrutura padrão, e algumas partes mais customizadas. isto proporcionam um bom nível de personalização com um esforço um pouco menor.</p>
<p><strong>9. Seu inglês deve ser impecável.</strong> Importante é tu sempre ter em mente que todos os documentos devem ter um inglês perfeito. Fiz aula particular para o IELTS e fui fazendo os documentos ao longo do ano com revisões constantes. Revisões minhas, da minha professora de inglês, de outras pessoas para avaliar o conteúdo e estilo. A carta deve, além de trazer experiências relevantes, inspirar quem estiver lendo.</p>
<p><strong>10. Faça a aplicação online! </strong>Se houver opção de fazer a aplicação online, faça! eles preferem isso e tu poderá acompanhar melhor o processo.</p>
<p><strong>11. Revise bem tudo e envie tudo com antecedência. </strong>Não deixe para os últimos dias, pois na hora do envio sempre surge algo novo a ser enviado. Em geral tu pode ir fazendo a aplicação no sistema online aos poucos, e, só enviar realmente quando desejar. Mas cada programa possui suas universidades e seu próprio sistema de inscrição.</p>
<p><strong>12. Contate novamente as pessoas que te recomendaram. </strong>Um agradecimento e lembrete é sempre bom.Informe as pessoas que te recomendaram de um possível contato das Universidades para verificação das informações. Lembre elas de forma sucinta, sobre o conteúdo das cartas e o que eles podem ser perguntadas.</p>
<p><strong>13. Depois o negócio é esquecer que está participando, que quando menos esperar tu poderá ter uma notícia boa!</strong></p>
<p>Espero que as dicas sejam úteis e irei seguir postando no Insighter sobre o programa que irei cursar nos próximos 2 anos.</p>
<p>Abraço a todos!</p>
<p><strong>LEIA TAMBÉM:</strong><br />
<a href="http://insighter.org/inovacao/global-innovation-programme-2011">Global Innovation Programme 2011</a></p>
<p><strong>Links úteis:</strong><br />
<a href="http://ec.europa.eu/education/external-relation-programmes/doc72_en.htm">http://ec.europa.eu/education/external-relation-programmes/doc72_en.htm</a><br />
<a href="http://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2007/01/03/427593/rograma-bolsas-erasmus-mundus.html">http://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2007/01/03/427593/rograma-bolsas-erasmus-mundus.html</a></p>
<p><strong>Arquivos de Referência:</strong><br />
<a href="http://insighter.org/wp-content/uploads/2011/08/CV_Luis_Fernando_Mizutani.pdf">CV_Luis_Fernando_Mizutani</a><br />
<a href="http://insighter.org/wp-content/uploads/2011/08/Cover_Letter.pdf">Cover_Letter</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Global Innovation Programme 2011</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jul 2011 13:22:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mizutani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>

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		<description><![CDATA[Autor: Luis Fernando Mizutani
Recentemente tive a boa notícia que havia sido selecionado uma bolsa de Pós-Graduação na Europa em &#8220;Gestão de Inovação em Nível Global&#8220;. Fiquei muito orgulhoso de ser o único selecionado na América do Sul e de poder representar o Brasil neste programa que contará este ano com outros profissionais de diversos países [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Autor: Luis Fernando Mizutani</em></p>
<p>Recentemente tive a boa notícia que havia sido selecionado uma bolsa de Pós-Graduação na Europa em &#8220;<strong>Gestão de Inovação em Nível Global</strong>&#8220;. Fiquei muito orgulhoso de ser o <strong>único selecionado na América do Sul</strong> e de poder representar o Brasil neste programa que contará este ano com outros profissionais de diversos países como Alemanha, China, Espanha, Índia, Indonésia, Itália, México, Rússia, Taiwan, Turquia, Sérvia, Ucrânia e outros.</p>
<p>A bolsa foi obtida através do programa <a title="Erasmus Mundus" href="http://ec.europa.eu/education/external-relation-programmes/doc72_en.htm" target="_blank">Erasmus Mundus</a> em uma seleção promovida anualmente para pessoas do mundo todo. No post &#8220;<a href="http://insighter.org/inovacao/projeto-erasmus-mundus-dicas-para-obter-uma-bolsa-de-estudos">Projeto Eramus Mundus</a>&#8221; irei detalhar a minha preparação e planejamento para a obtenção da bolsa de estudos que cobrirá o custo do curso de pós-graduação e meus custos de vida. Mas agora irei falar sobre o programa:</p>
<p><a title="Global Innovation Management" href="http://www.globalinnovationmanagement.org/" target="_blank"><img class="size-full wp-image-1156 alignnone" title="GIM Banner" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2011/07/GIM-Banner.jpg" alt="" width="465" height="128" /></a></p>
<p><strong><span id="more-1137"></span>O programa é um esforço conjunto de 4 Universidades:</strong></p>
<ul>
<li>Strathclyde University (Glasgow, Escócia) &#8211; coordenadora do programa</li>
<li>Aalborg University (Aalborg, Dinamarca)</li>
<li>Hamburg University of Technology (Hamburgo, Alemanha)</li>
<li>Swinburne University of Technology (Melbourne, Australia)</li>
</ul>
<p>A estrutura do programa se divide em 2 blocos de um ano de duração.</p>
<p>O primeiro bloco (ano 1) é ministrado na &#8220;Strathclyde University&#8221; em Glasgow, Escócia. O foco desta primeira parte do programa é desenvolver bases sólidas sobre <strong>gerenciamento de inovação</strong>, <strong>gestão de equipes globalmente distribuídas</strong> e <strong>processo de desenvolvimento de produtos/serviços</strong>.</p>
<p>No primeiro ano o estudante também participará dois módulos práticos:</p>
<ol>
<li>Projeto Real de Desenvolvimento de Produto</li>
<li>Projeto de Design com times Distribuídos Globalmente</li>
</ol>
<p>O segundo bloco(ano 2) é ministrado por uma das 3 outras instituições e o foco de cada uma delas é distinto. Na Alemanha o foco da segunda parte do curso é em <strong>Design</strong>, <strong>Branding</strong>, <strong>Marketing para a Inovação</strong>. O foco do curso na Austrália está mais voltado para <strong>Liderança</strong>, <strong>Desenvolvimento de Negócios</strong>, <strong>Finanças</strong> e <strong>Investimento em Inovação</strong>. Já o foco na Dinamarca está mais direcionado para <strong>Experiencia Profissional</strong> e <strong>Projetos</strong>. Lá o aluno participará de <strong>Projetos Reais</strong> dentro de uma <strong>Empresa Dinamarquesa</strong> ligada ao setor de tecnologia/inovação.</p>
<p><strong>Cada aluno é direcionado para uma das 3 áreas conforme sua preferência e seu perfil</strong>. Eu particularmente, irei cursar o meu segundo ano na Dinamarca, pois tenho um perfil menos acadêmico e relevante experiência profissional em áreas/empresas ligadas ao setor de tecnologia/inovação.</p>
<p>Seguirei postando no Insighter sobre o curso, meu aprendizado, técnicas e assuntos interessantes vistos neste programa. <strong>Não deixem de acompanhar!</strong> Um grande abraço para todos!</p>
<p>Para maiores informações acesse o <a title="Global Innovation Management Programme" href="http://www.globalinnovationmanagement.org/" target="_blank">site do programa</a> ou das instituições clicando nos logotipo abaixo:</p>
<p><a title="Strathclyde University" href="http://www.strath.ac.uk/" target="_blank"><img class="size-full wp-image-1148 alignnone" title="media_43713_en" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2011/07/media_43713_en.png" alt="" width="90" height="63" /></a> <a title="Aalborg University" href="http://www.en.aau.dk/" target="_blank"><img class="size-full wp-image-1149 alignnone" title="aalborg_logo" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2011/07/aalborg_logo.jpg" alt="" width="119" height="90" /></a><a title="Hamburg University of Technology" href="http://www.tu-harburg.de/index_e.html" target="_blank"><img class="size-full wp-image-1150 alignnone" title="TUHH_logo" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2011/07/TUHH_logo.jpg" alt="" width="109" height="78" /></a><a title="Swinburne University of Technology" href="http://www.swinburne.edu.au/index.php" target="_blank"><img class="size-full wp-image-1151 alignnone" title="SUT_logo" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2011/07/SUT_logo.gif" alt="" width="113" height="57" /></a></p>
<p><strong>LEIA TAMBÉM:</strong></p>
<p><a href="http://insighter.org/inovacao/projeto-erasmus-mundus-dicas-para-obter-uma-bolsa-de-estudos">Projeto Erasmus Mundus: dicas para obter uma bolsa de estudos</a></p>
<p style="text-align: center;">
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		<item>
		<title>Existe fórmula para Inovação?</title>
		<link>http://insighter.org/inovacao/como-a-thoughtworks-promove-inovacao</link>
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		<pubDate>Fri, 03 Dec 2010 18:09:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mizutani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agile]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Futuro]]></category>
		<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[Método Ágil]]></category>

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		<description><![CDATA[Autor: Luis Mizutani
após um longo tempo sem postar nada trago um assunto que acredito ser  bastante atual e interessante. Inovação é algo que está na &#8220;moda&#8221; hoje  em dia. Empresas tem investido forte para criar núcleos de inovação,  processos para inovar, canais de comunicação interna. Em grande parte  estes esforços trazem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Autor: Luis Mizutani</em></p>
<p>após um longo tempo sem postar nada trago um assunto que acredito ser  bastante atual e interessante. Inovação é algo que está na &#8220;moda&#8221; hoje  em dia. Empresas tem investido forte para criar núcleos de inovação,  processos para inovar, canais de comunicação interna. Em grande parte  estes esforços trazem melhorias, mas na sua maioria nada muito fora do  comum ou realmente &#8220;inovador&#8221;. <strong>Porque isto ocorre?</strong></p>
<p>A resposta é bem difícil, mas eu acredito que inovação não é algo que se  possa prever. É mais um resultado natural que surge espontaneamente  quando algumas condições específicas ocorrem do que um processo que  possa ser desenhado e implementado. O que as empresas podem fazer é  tentar criar ambientes onde haja maiores probabilidades destas certas  condições ocorrerem. Mas que condições são estas? Díficil dizer, depende  muito do ambiente, contexto, e grupo de pesssoas. Aliás, acredito que é  muito mais uma questão de cultura do que de organização ou processos.</p>
<p>Bom&#8230;.após toda esta introdução trago aqui um pouco do que estou  vivendo atualmente em uma nova fase na minha vida profissional.</p>
<p>Recentemente fui contratado por uma empresa chamada ThoughtWorks (TW) e  um dos principais motivos de eu ter saído do meu emprego anterior, foi a  possibilidade que identifiquei de fazer parte de um modelo  completamente diferente de empresa que acredito ser bastante inovadora.</p>
<p>Dito isto, vou compartilhar um pouco do que observei aqui com vocês.</p>
<p><strong>Quem é e o que faz a &#8230;</strong></p>
<p><a href="../wp-content/uploads/2010/12/Picture-4.png"><img title="Picture 4" src="../wp-content/uploads/2010/12/Picture-4-300x50.png" alt="" width="300" height="50" /></a> <strong>?</strong></p>
<p>A ThoughtWorks é uma empresa de origem americana que trabalha no desenvolvimento de software para outras empresas.</p>
<p>Atualmente ela está espalhada em 8 países do mundo (Alemanha, Austrália, Brasil, Canadá, China, EUA, Índia e Inglaterra) e conta com cerca de 1300 profissionais de diversas nacionalidades.</p>
<p>Apesar de existirem muitas empresas que desenvolvem software, acredito que a ThoughtWorks (TW) pode ser considerada uma das empresas mais inovadoras neste segmento. Este foi um dos principais motivos que me atrairam para trabalhar na TW.</p>
<p><strong>Mas o que faz a TW uma empresa inovadora?</strong><span id="more-1023"></span> Bom&#8230;. estou há pouco mais de um mês e meio na empresa, mas já consigo identificar algumas características marcantes que fazem da TW um empresa única.</p>
<p>Primeiro, eles tem um processo seletivo muito exigente. Para se ter uma idéia eu já havia participado, com êxito, de processos seletivos para Programas de Trainee em diversas empresas nacionais e internacionais. Estes processos costumam ser altamente concorridos e, por consequência, altamente exigentes. Mesmo assim considerei o processo da TW muito completo, e todas as pessoas contratadas passam por ele.</p>
<p>Outro aspecto importante é o modelo de gestão da TW, que é totalmente diferente de tudo que já vivenciei. A grande maioria das empresas adota modelos de gestão que nada mais são do que adaptações de modelos tradicionais e departamentalizados originários da Indústria de Bens Físicos. Acredito que a abordagem da TW entende que gerenciar uma empresa onde a principal matéria prima são pessoas, idéias, criatividade e inteligência requer um modelo em muitos aspectos contrário ao da Industria tradicional. Para contar realmente com alto desempenho de seus profissionais; realização, motivação, auto-estima e crescimento precisam estar sempre em Alta. <strong>Mas como manter isto sempre em alta? Como acompanhar a evolução das pessoas e mantê-las em constante renovação?</strong> O modelo de gestão adotado pode ser parte desta resposta.</p>
<p>O modelo de gestão da empresa opera com um numero bem pequeno de níveis hierárquicos, que na verdade são níveis de competência. Ao todo são 6 níveis (junior, consultant, Senior consultant, Lead, Principal, Directive).  Também característica do modelo  o conceito de carreira em &#8220;Y&#8221;. Segundo este conceito a valorização do profissional depende da sua relevância para a empresa na sua área de atuação e não tem relação direta com sua posição ou competência gerencial. Inclusive competência gerencial e liderança são competências encaradas como outras tantas (ex: comunicação, eficiência, capacidade analítica). Isto significa que se você for uma pessoas altamente capacidade em alguma área (mesmo técnica), pode ter a mesma relevância que alguém com responsabilidade gerencial. Tratam-se apenas de papeis diferentes. Se alguem adora a parte técnica e altamente capacitado a ponto de ser referência técnica para muitas pessoas dentro da organização, <strong>porque ele deve ser menos relevante que alguem que coordena uma equipe? Ou porque ele deve assumir um cargo gerencial para continuar crescendo? Será que o fato de ele ser técnicamente perfeito fará dele um bom gestor de pessoas?</strong> O modelo aplicado na TW quebra este paradigma. Isto também possibilita que as pessoas mudem de área baseadas no seu nível de competência e não conhecimento técnico (inclusive para funções gerenciais)</p>
<p>Outra coisa bem interessante é que não há um departamentos especializados/segmentados, por exemplo, se você tiver alguma idéia de Marketing, não haverá um departamento ou reprensentante a ser acionado para isto. Se você quiser tranformar sua idéia em um projeto ou necessitar auxílio em alguma dúvida, apenas envie um email para toda empresa e alguém com interesse e/ou experiência na área irá entrar em contato contigo. Juntos podem até criar um projeto, sem necessitar autorizaçao de diretoria ou algo do gênero. Não há barreiras para as idéias. Como existe pouca hierarquia, falta de estruturas formais ou departamentos especialistas, a empresa opera como uma grande comunidade de pessoas em prol do mesmo objetivo. Assim, idéias boas acabam interessando mais pessoas, ganham força dentro a empresa e acabam virando projetos grandes; sem uma pessoas específica ter de apoiar ou patrocinar. obter recursos faz parte do projeto.</p>
<p>Comunicação é um desafio grande, a empresa hoje explora intensivamente diversas ferramentas colaborativas como documentos compartilhados, grupos de discussões, comunidades internas, wikis etc. Tudo gira em torno da iniciativa das pessoas.</p>
<p>Confiança também é algo bem incentivado. Por exemplo, não existe restrição de orçamento ou custos, cada um é responsável pela melhor solução. Se vamos viajar, não há regra para preços de estadia, se acharmos uma opção mais barata que a sugerida por alguém, podemos trocar sem galhos. Tudo é debatido e decidido rapidamente, sem haver uma regra ou diretriz a ser seguida. Todos tem acesso a todas as informações (estratégicas ou operacionais).</p>
<p>Além de todas estas diferenças no seu modelo de gestão a TW também é referência em metodologias ágeis para projetos de desenvolvimento de software. A empresa realmente incorpora a sua cultura os conceitos de &#8220;Lean development&#8221; a ponto de não seguir nenhum tipo de metodologia única (ex: XP ou Scrum). Ela mescla técnicas de XP, Scrum, PMI, Lean Production dependendo da característica do projeto/cliente sempre na busca da solução mais otmizada e inteligente e sempre contando com a colaboração de todos os membros da equipe.</p>
<p>Todos estes fatores reforçam a minha idéia inicial, a de que não existem processo de inovação, ou, não há como criar um processo para inovar. A inovação é algo que surge de diversas formas, muitas delas totalmente inusitadas. Ela surge espontaneamente  quando um empresa está preparada ou atinge um modelo de gestão ideal que promove o crescimento de todos. Dificilmente um modelo assim é desenho por um grupo específico de  pessoas como ocorre nas empresas tradicionais no caso da TW o modelo é desenhado por todos e constantemente novas estruturas são criadas ou mudadas para atender pedidos ou necessidades da maioria. O desafio agora é manter isto em uma escala cada vez maior.</p>
<p>Inicialmente tentei entender a TW comparando ela com os modelos mentais que criei baseados nas minhas experiencias profissionais anteriories. Quase fiquei louco, a comparação não pode ser feita, é mais profundo que uma questão estrutural, é algo cultural.</p>
<p>Poderia escrever muito mais sobre a TW, mas vou encerrar este post por aqui. Nos próximos posts irei abordar minhas experiencias com metodologias ágeis, sua relação com Engenharia de Processos, completaridades entre modelos ágeis e tradicionais de no Gerenciamento de Projetos e inovações nestes campos.</p>
<p>Abraço à todos.</p>
<p>Luis F Mizutan.</p>
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		</item>
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		<title>Pós-Evento: AgileDay 2010</title>
		<link>http://insighter.org/inovacao/pos-evento-agileday-2010</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Nov 2010 15:35:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mizutani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Futuro]]></category>
		<category><![CDATA[Método Ágil]]></category>

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		<description><![CDATA[Autor:  Luís Mizutani

O evento AgileDay promovido pela comunidade de desenvolvimento ágil e patrocinado pela ThoughtWorks, Bluesoft e Stefanini. Foram abordados assuntos relacionados a qualidade de entrega de software e abordagens alternativas no gerenciamento de projetos. Muito interessante é notar que várias das técnicas de gestão de processos, adotadas e consagradas na indústria tradicional, estão sendo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Autor:  Luís Mizutani</em></p>
<p><a href="http://insighter.org/wp-content/uploads/2010/11/agileday.jpg"><img class="size-full wp-image-1009 alignright" title="agileday" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2010/11/agileday.jpg" alt="" width="320" height="167" /></a></p>
<p>O evento AgileDay promovido pela comunidade de desenvolvimento ágil e patrocinado pela <a href="http://www.thoughtworks.com/" target="_blank">ThoughtWorks</a>, <a href="http://www.bluesoft.com.br/wp/" target="_blank">Bluesoft </a>e <a href="http://www.stefanini.com.br/BR/home.html" target="_blank">Stefanini</a>. Foram abordados assuntos relacionados a qualidade de entrega de software e abordagens alternativas no gerenciamento de projetos. Muito interessante é notar que várias das técnicas de gestão de processos, adotadas e consagradas na indústria tradicional, estão sendo adaptadas e empregadas na indústria de software com muito êxito.<span id="more-1006"></span></p>
<p>O tópico apresentado por Paulo Caroli &#8211; Storyboard &#8211; foi muito interessante. Paulo possui experiencia com gerenciamento de projetos em equipes ágeis e mostrou na prática como podemos fazer uso de painéis visuais para acompanhar e gerenciar o processo de desenvolvimento de software. Ele demonstrou como na indústria de bens físicos a visualização de filas e estoque em processo podem ajudar na identificação de perdas e na gestão da produtividade. O mesmo racicínio se aplica com adaptações a produção de software e a palestra girou em torno desta abordagem. <a href="http://www.slideshare.net/paulocaroli/a-linha-de-montagem-de-sw-paulo-caroli-cb-soft-2010-salvador" target="_blank">Confira aqui o material!</a></p>
<p>Outra palestra bastante interessante foi a do Daniel Weinmann que tratou do assunto &#8220;Crowfunding&#8221;. Daniel apresentou o conceito que trata da utilização do meio web de forma estruturada para financiamento de projetos e idéias através de pequenas contribuições de muitas pessoas. Ele trouxe exemplos de serviços de doações em massa no mundo e apresentou um projeto próprio para a criação de uma plataforma de crowfunding brasileira.Você pode pesquisar mais sobre Crowdfunding acessando a comunidade <a href="http://crowdfundingbr.com.br/">Crowdfunding BR</a>.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Google Wave: um exemplo de inovação</title>
		<link>http://insighter.org/inovacao/google-wave-um-exemplo-de-inovacao</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Aug 2010 23:39:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>veget</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Experimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[Google Wave]]></category>

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		<description><![CDATA[Autor: Maurício Bastos


No dia de hoje o Google anunciou oficialmente que irá descontinuar o serviço Google Wave, que gerou polêmica na web ao suscitar a questão de que ele poderia ser o responsável por &#8220;matar&#8221; o email. Confesso que assisti ao lançamento dele no Google I/O e fiquei bastante entusiasmado.
Não demorou muito para eu criar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Autor: Maurício Bastos</em></p>
<p><em><a href="http://insighter.org/wp-content/uploads/2010/08/Google_Wave_inbox.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-983" title="Google_Wave_inbox" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2010/08/Google_Wave_inbox-e1280963015370.png" alt="Google Wave" width="620" height="182" /></a><br />
</em></p>
<p>No dia de hoje o Google anunciou oficialmente que irá descontinuar o serviço <a href="http://googleblog.blogspot.com/2010/08/update-on-google-wave.html" target="_blank">Google Wave</a>, que gerou polêmica na web ao suscitar a questão de que ele poderia ser o responsável por &#8220;matar&#8221; o email. Confesso que assisti ao lançamento dele no <a href="http://googleblog.blogspot.com/2009/05/went-walkabout-brought-back-google-wave.html" target="_blank">Google I/O</a> e fiquei bastante entusiasmado.</p>
<p>Não demorou muito para eu criar waves de projetos na empresa onde eu trabalhava e participar de várias outras. O que se via era uma aplicação com uma interface complexa, cheia de bugs e incapaz de lidar com escalonamento (waves com muitos usuários chegavam a travar).</p>
<p>Hoje o Google Wave caiu e já vejo dezenas de pessoas no Twitter fazendo piadas e dizendo que o projeto foi um grande vexame.  Será mesmo? Que lições podemos tirar disso?</p>
<p><span id="more-976"></span></p>
<h2><strong>1) Fazendo a pergunta certa</strong></h2>
<p>Existe uma frase célebre do Einstein onde ele disse que se tivesse uma hora para resolver um problema do qual sua vida dependesse, ele passaria 55 minutos procurando a pergunta certa. Encontrando essa pergunta, 5 minutos seria mais do que suficiente para encontrar a solução. A pergunta central que norteou o desenvolvimento do Google Wave foi: <strong>será que existe alguma forma de concentrar em uma única plataforma os dezenas de meios de comunicação que existem hoje na web? </strong>A pergunta não estava errada. Basta ver o que o Facebook vem fazendo em sua timeline e o grau de sucesso deles.</p>
<h2><strong>2) A primeira impressão é a que fica<br />
</strong></h2>
<p>Se a pergunta feita estava correta, por que o projeto não vingou? Acho que um dos principais pontos está na execução. Quando se trabalha com inovação, é normal lançar produtos em Beta (quem melhor que o próprio Google para fazer isso?). Inclusive, essa é uma das principais formas para se distanciar dos potenciais concorrentes que ainda nem nasceram. Acontece que o Beta tem que ser bom o suficiente para convencer os usuários de que algo fabuloso está por vir. Um Beta cheio de bugs e falhas deixa uma péssima impressão e, num universo de altíssimo índice de dispersão, é suficiente para fazer com que ninguém mais volte.</p>
<h2><strong>3) Errar faz parte<br />
</strong></h2>
<p>O Google Wave não deu certo, e daí? Quando se trabalha com inovação não se pode ter medo de errar. O Google sabe bem disso e por isso chegou tão longe e consegue se manter na liderança. É necessário criar centenas de produtos para que um ou outro vingue. Faz parte do processo e não tem como ser diferente quando a sua meta é fazer algo para construir o futuro. O importante é aprender com os erros para se tornar cada vez melhor.</p>
<h2><strong> </strong><strong>4) Desapegando-se</strong></h2>
<p>Essa é a grande lição que o Google nos deu hoje. Uma das coisas mais difíceis quando se trabalha em qualquer projeto é saber o momento certo de se desapegar e partir para outra. Insistir em um erro ou em um produto que simplesmente não aconteceu é desperdício de tempo e dinheiro. É preciso ter em mente que nem tudo vai dar certo e é necessário saber quando parar. O Google mostrou ter culhões hoje, pois poderia deixar o produto de lado e não avisar ninguém. Ao comunicar oficialmente para o mundo que eles estão descontinuando o Google Wave, estão colocando sua cara a tapa (afinal, é um insucesso do maior player da Internet) e reconhecendo com humildade que não foi dessa vez.</p>
<p>Por fim, retomo a pergunta que fiz no início: <strong>é mesmo vergonhoso errar em um universo onde tão poucos acertam?</strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A Arte da Inovação em 10 passos</title>
		<link>http://insighter.org/inovacao/a-arte-da-inovacao-em-10-passos</link>
		<comments>http://insighter.org/inovacao/a-arte-da-inovacao-em-10-passos#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 18:36:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>veget</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[Técnicas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://insighter.org/?p=780</guid>
		<description><![CDATA[Autor: Maurício Bastos
Em um post anterior mencionei que vejo a inspiração como base do processo de inovação. Além disso, acredito que a inovação tem que ser simples e objetiva. Caso contrário, ela não será percebida pelo consumidor e não trará resultados consistentes para o seu criador.
Trago nesse post um vídeo (em inglês) do Guy Kawasaki, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Autor: Maurício Bastos</em></p>
<p>Em um post anterior mencionei que vejo a <strong>inspiração</strong> como base do processo de <strong>inovação</strong>. Além disso, acredito que a inovação tem que ser <strong>simples</strong> e <strong>objetiva</strong>. Caso contrário, ela não será percebida pelo consumidor e não trará resultados consistentes para o seu criador.</p>
<p>Trago nesse post um vídeo (em inglês) do <strong>Guy Kawasaki</strong>, que em 8 minutos consegue dar 10 dicas sobre <strong>inovação</strong> de forma <strong>inspiradora</strong> e <strong>simples</strong>. Para quem não sabe, o <strong>Guy Kawasaki</strong> comandou o Departamento de Marketing da Apple por muitos anos. Hoje ele é investidor de capital de risco, consultor e é considerado um dos maiores gurus do <strong>Marketing</strong>.<span id="more-780"></span></p>
<p><object width="480" height="295" data="http://www.youtube.com/v/xCpViu8kY3o&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/xCpViu8kY3o&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<p><strong><br />
Guy Kawasaki </strong>inicia o vídeo dizendo que cometeu muitos erros em sua carreira e que esses 10 passos são uma compilação dos principais erros e acertos dele.<br />
<strong><br />
Passo 1: Faça Sentido (Make Meaning)<br />
<span style="font-weight: normal;">Para inovar é necessário se ter o desejo de fazer a diferença, de transformar o mundo. Guy cita as empresas Apple e Cisco como um exemplo disso e alega que a meta inicial dessas empresas era de fazer sentido e não dinheiro. Dinheiro é uma consequência.<br />
<strong><br />
Passo 2: Crie um Mantra (Make a Mantra)<br />
<span style="font-weight: normal; ">&#8220;Quantas pessoas trabalham em uma empresa que possui uma delcaração de Missão?&#8221; O problema é que todas elas se parecem iguais, usam palavras bonitas e não vão direto ao ponto. No vídeo, Guy Kawasaki resume uma declaração de Missão em 3 palavras. Uma declaração de Missão pode ser chata e difícil de se decorar, mas um mantra de 3 palavras pode ser lembrado todo dia.<br />
<strong><br />
Passo 3: Pule para a próxima Curva (Jump to the next curve)<br />
<span style="font-weight: normal; ">&#8220;A inovação não vem do ato de fazer mais do mesmo.&#8221; Não adianta tentar criar um novo iPod para bater a Apple, assim como não adianta ficar adaptando um mesmo produto eternamente. É necessário pular para a próxima curva! Essa mentalidade é constantemente citada por todos que trabalham com inovação e está baseada na curva que indica o ciclo de vida de um produto ou serviço. Todos eles tendem a passar por uma fase de crescimento, maturidade e declínio. Um exemplo prático é o caso da Gillette, onde eles lançam frequentemente novas lâminas de barbear, sempre com o intuito de criar uma nova curva de produto enquanto o seu sucessor já está em declínio. No vídeo, Guy Kawasaki cita alguns exemplos: &#8220;Se você é um fabricante de gelo, pule para a curva de refrigeradores. Se você é fabricante de refrigeradores, pule para a curva de biotecnologia&#8221;. Esse é um dos maiores aprendizados sobre inovação e pode ser encontrado em muitos livros, como <a title="Livro &quot;A Estratégia do Oceano Azul&quot;" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/284939/estrategia+do+oceano+azul,+a?menuId=1060" target="_blank">A Estratégia do Oceano Azul</a>.<br />
</span></strong></span></strong></span></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong></strong><strong> </strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong></strong><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
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<p><strong></strong></p>
<div id="attachment_787" class="wp-caption aligncenter" style="width: 452px"><a href="http://insighter.org/wp-content/uploads/2009/09/curvas-nao-lineares.jpg"><img class="size-medium wp-image-787  " title="Curvas não-lineares" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2009/09/curvas-nao-lineares-300x198.jpg" alt="Curvas não-lineares" width="442" height="198" /><br />
</a><p class="wp-caption-text">Reprodução de tela de uma apresentação do Kip Garland</p></div>
<p style="text-align: left;"><strong>Passo 4: Jogue os Dados (Roll the DICE)</strong><br />
<span style="font-weight: normal;">&#8220;Estamos criando algo que seja Profundo (</span>D<span style="font-weight: normal;">eep), Inteligente (</span>I<span style="font-weight: normal;">nteligent), Completo (</span>C<span style="font-weight: normal;">omplete) e Elegante (</span>E<span style="font-weight: normal;">legant)?&#8221; Guy Kawasaki utiliza a palavra DICE (dados) como uma sigla para quatro pilares fundamentais para que se consiga pular para a próxima curva.<br />
<strong><br />
Passo 5: Não se preocupe, não tem de ser perfeito! (Don&#8217;t worry, be crappy!)<br />
<span style="font-weight: normal; ">A lição deixada por Guy neste passo é que &#8220;a perfeição é inimiga da receita&#8221;.<br />
<strong><br />
Passo 6: Deixe 100 flores  desabrocharem (Let 100 flowers blossom)<br />
<span style="font-weight: normal; ">Frequentemente empresas descobrem que quem está comprando seus produtos não é o seu público-alvo e que os produtos estão sendo usados de forma diferente do que foi proposto. Muita gente fica extremamente perdida quando isso acontece. O conselho do Guy Kawasaki é: descubra quem está comprando, porque está comprando e dê mais motivos para essas pessoas comprarem.<br />
<strong><br />
Passo 7: Polarize as Pessoas (Polarize People)<br />
<span style="font-weight: normal; ">Não tenha medo de polarizar as pessoas. Grandes produtos fazem isso! Muitas pessoas vão gostar e muitas não vão gostar, mas o pior cenário é quando ninguém se importa.<br />
<strong><br />
Passo 8: Agite e siga em frente! (Churn baby, churn!)<br />
<span style="font-weight: normal; ">Durante sua caminhada muita gente vai dizer que seus produtos não vão dar certo e que não precisam ser feitos. Se você ouvir essas pessoas nunca vai ter a chance de saber se daria certo. Por isso, siga em frente quando estiver confiante e deixe para ouvir as pessoas depois que o produto for lançado. Aí você pode fazer as melhorias necessárias.<br />
<strong><br />
Passo 9: Coloque-se em um nicho (Niche Thyself)<br />
<span style="font-weight: normal; ">Todos os produtos querem ser únicos e valorizados. A solução é oferecer o produto certo no nicho adequado.<br />
<strong><br />
Passo 10: Siga a regra do 10, 20, 30 (Follow the 10, 20, 30 rule)<br />
<span style="font-weight: normal; ">Uma apresentação em Power Point tem que ser capaz de passar toda sua mensagem em 10 slides, que devem ser apresentados em 20 minutos. O motivo? Se você tiver uma hora para fazer uma apresentação e utilizar um PC, vai precisar de uns 40 minutos para ajustar a máquina. Já o número 30 se refere ao tamanho de fonte que o Guy Kawasaki aponta como ideal para uma apresentação em Power Point.</span></strong></span></strong></span></strong></span></strong></span></strong></span></strong></span></p>
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		<title>Revolução e Evolução da Internet. Qual sua aposta para o futuro?</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 20:43:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mizutani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Futuro]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>

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		<description><![CDATA[Autor: Luís Fernando Mizutani
A extensão das mudanças que a Internet trará ainda não podem ser compreendidas e a velocidade disto nos assusta a cada dia que passa.
A web 1.0 revolucionou a Publicidade, a forma como as pessoas acessam informações. Vimos o E-mail substituir as mensagens postais, vimos os buscadores adquirirem relevância cada vez maior na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Autor: Luís Fernando Mizutani</em></p>
<p>A extensão das mudanças que a <strong>Internet </strong>trará ainda não podem ser compreendidas e a velocidade disto nos assusta a cada dia que passa.</p>
<p>A <strong>web 1.0</strong> revolucionou a Publicidade, a forma como as pessoas acessam informações. Vimos o<strong> E-mail</strong> substituir as mensagens postais, vimos os buscadores adquirirem relevância cada vez maior na nossa rotina diária.</p>
<p>Na era da <strong>web 2.0</strong> vimos uma revolução dos serviços, <strong>e-commerce</strong>, produção de conteúdo, relacionamento interpessoal, educação, entre outros.</p>
<ul>
<li><strong>O que está por vir?</strong></li>
<li><strong>Convergência de Mídias?</strong></li>
<li><strong>Televisão + Internet?</strong></li>
</ul>
<p>A <strong>Convergência Digital</strong> trará um cenário totalmente novo com impactos economicos e diversos segmentos da economia e da Indústria. Quando a <strong>Televisão e Internet </strong>se fundirem, todos os serviços estarão dentro da sua casa e a compra poderá ser feita <strong>online</strong>. Isto redesenhará todo o modelo de organização do comércio e a forma com que as pessoas se relacionam como ele.  Haverá impacto no fluxo de mercadorias, gestão de estoques, gestão financeira, setor bancário, etc.<span id="more-748"></span></p>
<p>A <strong>Logística </strong>(para entrega de mercadorias) será uma área ainda mais crucial deste novo sistema e a <strong>Produção de Energia</strong> um desafio cada vez maior.</p>
<p>Em breve<strong> teremos a integração de serviços em um nível nunca visto antes</strong>. Bancos, lojas virtuais, estoques nas fábricas, reservas nos restaurantes: toda a cadeia de valor estará integrada.  Empresas de Internet e tecnologia estão incentivando o desenvolvimento de integrações abrindo suas plataformas para desenvolvedores de todo o mundo.</p>
<p>Já observamos algumas destas iniciativas como:  <a href="http://developer.apple.com/iphone/" target="_blank">iPhone Dev Cente</a>r (Aplicativos para iPhone) e o <a href="http://code.google.com/intl/pt-BR/android/" target="_blank">Android</a> (Plataforma para Mobile do Google)</p>
<p>O <strong>Paypal </strong>em Novembro está abrindo sua plataforma e isto poderá impulsionar um nova gama de serviços financeiros. Veja o Vídeo abaixo:</p>
<p><object width="425" height="344" data="http://www.youtube.com/v/rgT7gGciQrg&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=pt-br&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/rgT7gGciQrg&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=pt-br&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<p><strong>Outra grande revolução</strong> se dará no mercado de &#8220;<strong>broadcasting</strong>&#8220;. Algumas empresas de <strong>Internet </strong>estão investindo de forma maciça em <strong>streaming de vídeo</strong> e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Computa%C3%A7%C3%A3o_em_nuvem" target="_blank">computação em nuvem</a>. Hoje, esbarram em limitações tecnológicas ne velocidade de transmissão.</p>
<p>Em um <strong>futuro </strong>bem próximo, este não será mais um limitador e as empresas de <strong>Internet </strong>passarão a competir com empresas que prestam serviços de transmissão. A <strong>Convergência de Mídias</strong> poderá ofecerer vantagens significativas para as empresas de <strong>Internet</strong>, pois estas terão maior know-how em <strong>interatividade</strong>, desenvolvimento de <strong>interfaces</strong>, <strong>usabilidade </strong>e <strong>integrações</strong> com outros sistemas.</p>
<p>As empresas que produzem <strong>conteúdo </strong>irão se associar a empresas o <strong>streaming </strong>e isto se dará através de uma rede única integrando Internet, Telefone, Televisão e Celular. Que tipo de parceirias iremos ver? Yahoo!Fox? Warner/MSN? AOL/Universal?</p>
<p><strong>Bom esse é apenas o meu palpite para o futuro&#8230; Qual é o seu?</strong></p>
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