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	<title>INSIGHTER.ORG &#187; Design &amp; Usabilidade</title>
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	<description>Inovação / SEO / SEM / Analytics</description>
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		<title>Global Design: Desafio de Projetos Distribuidos – parte II</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Oct 2011 10:28:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mizutani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design & Usabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos]]></category>

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		<description><![CDATA[Autor: Luis Fernando Mizutani
Agora já passamos da terceira semana de projeto e já foi possível identificar alguns incidentes relacionados ao trabalho em times distribuídos.
O trabalho da semana concentrou-se muito em coordenação e teve uma maior carga de trabalho por parte da equipe localizada em Glasgow. Dado que neste projeto não é permitido comunicação real-time entre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Autor: Luis Fernando Mizutani</em></p>
<p>Agora já passamos da terceira semana de projeto e já foi possível identificar alguns incidentes relacionados ao trabalho em times distribuídos.</p>
<p>O trabalho da semana concentrou-se muito em coordenação e teve uma maior carga de trabalho por parte da equipe localizada em Glasgow. Dado que neste projeto não é permitido comunicação real-time entre as equipes, nesta primeira semana nos focamos em criar mecanismos e processos para aumentar a eficácia da comunicação remota. O que definimos na primeira semana:</p>
<p><strong>1. Introdução Individual de cada membro da equipe:</strong> através de perfil criado individualmente trazendo dados profissionais e pessoais. Encorajamos cada individuo a criar sua apresentação sem qualquer formato padrão, para que desta forma a indentidade de cada um pudesse de alguma forma estar refletida na sua apresentação.</p>
<p><strong>2. Introdução da Equipe: </strong>Focamos um descritivo das competêcias centrais da equipe e possiveis pontos deficientes. Buscamos reforçar áreas que a equipe poderia contribuir mais e em qual áreas iria solicitar maior apoio. Buscamos manter a consistência ressaltando o vínculo das competências com as fases/atividades do projeto.</p>
<p><strong>3. Repositório de documentos:</strong> foi criado um repositório central de arquivos de comum acesso a todos os integrantes dos times distribuidos nas 3 localidades (Australia, Escócia e China).<span id="more-1238"></span></p>
<p><strong>4. Padronização de documentos:</strong> para evitar conflitos de versão, autoria e qualquer outro problema relacionado a documentação técnica, foram criados padrões para formatos de documentos, nomenclatura e estrutura do repositório.</p>
<p><strong>5. Processos de Comunicação:</strong> foram estabelecidos processos de comunicação diário para tornar a comunicação constante. Ao final de cada dia de trabalho um update breve é enviado para as demais equipes para que não haja assimetria de informação e para que, em caso de algum bloqueio, as demais equipes consigam repriorizar suas tarefas para remover qualquer impeditivo no progresso global do time.</p>
<p><strong>6. Follow up de Projeto: </strong>Por se tratar de um projeeto curto, passamos a enviar semanalmente um follow-up bem simplificado sobre o projeto. Basicamente 1 slide com um checklist de atividades e um plano de prioridades para a semana.</p>
<p><strong>CONCLUSÃO SOBRE O TRABALHO DAS 2 PRIMEIRAS SEMANAS</strong><br />
<strong></strong><br />
Nem tudo corre exatamente como o plenejado e alguns empecilhos surgiram por força da distância, diferença cultural, idioma e contexto social. Um exemplo foi a criação do repositório de arquivos feito pela Equipe de Glasgow. Este foi um item que sofreu atraso a troca de informação, pois o sistema web adotado sofreu restricões impostas pelo Governo Chines e pelas Universidade.</p>
<p>Esta atividade teve de ser terceirizada para a equipe na China e eles puderam encontrar uma aplicação web de livre acesso lá. Também foi necessária a configuração dos sistemas para traduzir os comandos do Chines para Inglês.</p>
<p>Todo nosso planejamento foi bem feito, mas sabíamos que a comunicação é processo que leva tempo até funcionar. Assim muitas comunicações diárias foram feitas unilateralmente. Nós que tínhamos o papel de coordenação, forçamos este processo. Mas nem sempre recebemos feedback e am outras vezes recébiamos informação represada a mais de 1 dia.</p>
<p>Como tínhamos um prazo curto, se alguma informação não era enviada pela noite, o time no outro lado do mundo perdia diversas horas de trabalho. Isto levou há alguns atrasos e os últimos dias desta semana tivemos de recuperar muita coisas. Também houveram divergências com relação ao entendimento da proposta e solução final, e isto dificultou bastante a evolução planejada do projeto. Cada explicação mais detalhada exigia um trabalho forte para graficamente explicar a idéia aplicada ou conceito.</p>
<p><img class="size-full wp-image-1239 alignnone" title="Tongji1" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2011/10/Tongji1.jpg" alt="" width="400" height="191" /></p>
<p><a href="http://insighter.org/wp-content/uploads/2011/10/Tongji2.jpg"><img class="size-full wp-image-1242 alignnone" title="Tongji2" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2011/10/Tongji2.jpg" alt="" width="400" height="196" /></a></p>
<p><a href="http://insighter.org/wp-content/uploads/2011/10/Tongji2.jpg"></a>A proposta acima, criada pela Equipe Chinesa partiu de uma idéia inicial de usar uma estrutura em &#8220;X&#8221; para dar sustentação a embalagem. Foi a proposta mais inovadora e adotou como inspiração as formas de uma &#8220;Lanterna Chinesa&#8221;, mas uma váriavel foi inserida pelos professores no meio do projeto para simular condições reais. A embalagem não poderia ser enviada utilizando nenhuma coisa da FEDEX nem nenhuma tipo de fita adesiva. Isto nos levou a reavaliar a proposta, pois com o copo exposto a FEDEX não enviaria.</p>
<p>Formulamos uma proposta mais convencional (Caixa), mas buscamos manter a estrutura em X do interior. Um ponto importante seria a facilidade de montagem, então a solução focou em criar uma embalagem com apenas 1 peça.</p>
<p><a href="http://insighter.org/wp-content/uploads/2011/10/StrathBox1.jpg"><img class="size-full wp-image-1243 alignnone" title="StrathBox1" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2011/10/StrathBox1.jpg" alt="" width="400" height="248" /></a></p>
<p><a href="http://insighter.org/wp-content/uploads/2011/10/StrathBox2.jpg"><img class="size-full wp-image-1244 alignnone" title="StrathBox2" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2011/10/StrathBox2.jpg" alt="" width="400" height="203" /></a></p>
<p>Agora temos de detalhar o desenho e montar especificações para a caixa que será enviada no dia 28 deste mês para China, Australia e Escócia. O próximo post irei detalhar o resultado final do projeto.</p>
<p>Abraço à todos.</p>
<p><strong>LEIA TAMBÉM:</strong><br />
<a href="http://insighter.org/inovacao/global-design-desafio-de-projetos-distribuidos-parte-i">Global Design: Desafio de Projetos Distribuídos &#8211; parte I</a><br />
<a href="http://insighter.org/inovacao/projeto-erasmus-mundus-dicas-para-obter-uma-bolsa-de-estudos">Projeto Erasmus Mundus: Dicas para obter uma Bolsa de Estudos no Exterior</a></p>
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		<title>Global Design: Desafio de Projetos Distribuidos &#8211; parte I</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Oct 2011 19:58:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mizutani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design & Usabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Projetos]]></category>
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		<description><![CDATA[Autor: Luis Fernando Mizutani
Este é o primeiro post da série &#8220;Global Design&#8221; que irá abordar o desafio de Design de Novos Produtos em equipes distribuídas em diferentes partes do Globo. Esta série vai relatar duas experiências práticas com dois modelos distintos de projetos distribuídos. Ao final iremos comparar as duas experiências e elaborar uma análise [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Autor: Luis Fernando Mizutani</em></p>
<p>Este é o primeiro post da série &#8220;<strong>Global Design</strong>&#8221; que irá abordar o <strong>desafio de Design de Novos Produtos em equipes distribuídas em diferentes partes do Globo</strong>. Esta série vai relatar duas experiências práticas com dois modelos distintos de projetos distribuídos. Ao final iremos comparar as duas experiências e elaborar uma análise baseada nos resultados de ambos os projetos.</p>
<p>Os projetos são parte de um dos módulos do curso de &#8220;<strong>Global Innovation Management</strong>&#8221; e foca a prática e teoria aplicada ao <strong>gerenciamento de projetos</strong> de design, de forma <strong>colaborativa</strong> e <strong>distribuída</strong> . Este módulo  compreende:</p>
<ul>
<li> <strong>2 projetos</strong> de curta duração (cerca 5 semanas) e;</li>
<li> um trabalho final descrevendo ambas as experiências, comparando-as e fazendo uma análise crítica acerca dos problemas encontrados, ferramentas usadas e o que foi encontrado na teoria e literatura.</li>
</ul>
<p>Nesta série de posts vou relatar de forma bem informal estas duas experiências e resultados mais relevantes obtidos ao final dos projetos.<span id="more-1203"></span></p>
<p>Ambos os projetos serão desenvolvidos em times compostos por alunos de diferentes cursos e universidades, distribuídos em diferentes países e fuso-horários. Ao todo 4 Universidades participam destes projetos: <a href="http://www.um.edu.mt/" target="_blank">Universidade de Malta </a>(Malta), <a href="http://www.tongji.edu.cn/english/" target="_blank">Universidade de Tongji </a>(Shangai) e <a href="http://www.swinburne.edu.au/" target="_blank">Universidade de Swinburne </a>(Melbourne).</p>
<p><a href="http://insighter.org/wp-content/uploads/2011/10/GIM_Partners1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1230" title="GIM_Partners" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2011/10/GIM_Partners1.jpg" alt="" width="487" height="358" /></a></p>
<p>A figura acima mostra as diferenças entre os fuso-horários das Universidades parceiras e do nosso grupo, localizado na <a href="http://www.strath.ac.uk/" target="_blank">Universidade de Strathclyde</a> em Glasgow (UK).</p>
<p><strong>COMO OS PROJETOS ESTÃO FORMATADOS?</strong></p>
<p><strong>PROJETO 1:</strong> O Primeiro projeto enfatiza a natureza de projetos distribuídos em zonas com grande diferenca de fuso-horario (7 e 9 horas). Para tornar este cenário ainda mais desafiador, não será permitido nenhum tipo de comunicacão <em>real-time</em> entre as equipes. Ao todo serao 3 times compondo cada equipe de projeto.</p>
<ul>
<li><strong>Equipe de Gerenciamento (Strathclyde &#8211; Escocia)</strong></li>
<li><strong>Equipe de Modelagem e Design (Togji &#8211; China)</strong></li>
<li><strong>Equipe de Producão (Swinburne &#8211; Australia)</strong></li>
</ul>
<p>Este projeto desenvolverá novas embalagens para transporte de taças de vinho para a empresa <a href="http://www.ikea.com/" target="_self">IKEA</a>. O objetivo do projeto é criar uma embalagens individuais para as taças de vinho utilizando apenas papelão como material. Além disso alguns outros rquisitos devem ser considerados como:</p>
<ul>
<li>Não poderá ser utilizado nenhum tipo de adesivo ou qualquer outro material para compor a embalagem</li>
<li>Deve se focar na maior economia possivel de material e no menor numero de partes para facilitar a produção</li>
<li>A embalagem deverá proteger a taça e passar por inúmeros testes (ex: queda de 2 metros de altura)</li>
</ul>
<p>Ao final do projeto, a equipe de projeto (formada por times geograficamente distribuído) terá desenvolvido uma única proposta e todos deverão ter um protótipo com as mesmas dimensões, especificacões, material e testes. O teste final será o envio do produto pelo correio. Cada um dos time enviará o prototipo para outro time - isto é, China envia para Escócia, Escócia envia para Austrália, e Austrália envia para China &#8211; e o produto deverá chegar intacto em todas as localidades.</p>
<p><strong>PROJETO 2: </strong>O segundo projeto será desenvolvido em conjunto com estudantes da Universidade de Malta, e pela pequena diferença de fuso-horário, será permitido comunicaçao real-time. O &#8220;briefing&#8221; deste segundo projeto ainda não foi disponibilizado para os alunos, mas o que já sabemos é que o objetivo será o de avaliar uma dinâmica completamente diferente com a introdução de comunicação real-time.</p>
<p>Importante é ressaltar que toda a comunicação, escolha dos sistemas a serem adotados (software e tecnologia), processos e padroes seram feitas pela equipe. Isto constitui um objetivos de aprendizado deste módulo.</p>
<p>Nos próximos posts desta série iremos relatar a evolução do primeiro projeto e seus principais resultados.</p>
<p>Até lá e um abraço à todos!</p>
<p><strong>LEIA TAMBÉM:<br />
</strong><a href="http://insighter.org/inovacao/projeto-erasmus-mundus-dicas-para-obter-uma-bolsa-de-estudos" target="_blank">Global Innnovation Programme 2011<br />
Projeto Erasmus Mundus: dicas para obter uma bolsa de estudos no exterior</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Como integrar UX com SEO e WA para obter excelentes resultados &#8211; Parte 1</title>
		<link>http://insighter.org/seo/como-integrar-ux-com-seo-e-wa-para-obter-excelentes-resultados-parte-1</link>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 11:41:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tatix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design & Usabilidade]]></category>
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		<description><![CDATA[Autor: Tatiane Viana Castro

Tenho conversado com diversos designers de UX (user experience), SEO (search engine optimization) e WA (web analytics) e a opinião é unânime: todos querem trabalhar de forma mais integrada para gerar os melhores resultados em um produto. Ok, todos os profissionais envolvidos no desenvolvimento de produtos interativos devem trabalhar de forma integrada, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Autor: Tatiane Viana Castro<br />
</em></p>
<p>Tenho conversado com diversos designers de <a title="Definição de UX" href="http://www.google.com.br/url?q=http://en.wikipedia.org/wiki/User_Experience_(UX)_Design&amp;ei=8nDzSrLXHsSslAfb1ri2Aw&amp;sa=X&amp;oi=define&amp;ct=&amp;cd=1&amp;ved=0CA8QpAMoAg&amp;usg=AFQjCNHaMg9r6r7-Vfi8lVG9QTUeY34acQ" target="_self">UX</a> (user experience), <a title="Definição de SEO" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/SEO" target="_self">SEO</a> (search engine optimization) e <a title="Definição de Web Analytics" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Web_analytics" target="_self">WA</a> (web analytics) e a opinião é unânime: todos querem trabalhar de forma mais integrada para gerar os melhores resultados em um produto. Ok, todos os profissionais envolvidos no desenvolvimento de produtos interativos devem trabalhar de forma integrada, mas SEO e WA geralmente não estão envolvidos durante o processo de desenvolvimento do produto e acabam participando<strong> </strong>só antes e/ou depois do processo.</p>
<p>Minha proposta com essa série de aproximadamente 3 posts (demoro para escrever, mas quando começo não paro mais :) ), é mostrar que a integração de UX + WA + SEO através de iniciativas, ferramentas, documentos e atividades podem colaborar para que produtos interativos tenham um excelente ROI (retorno do investimento). Neste primeiro post, o foco é a integração de UX e WA com o uso de ferramentas oferecidas pelo <a title="Site do Google Analytics" href="http://www.google.com/intl/pt-BR_ALL/analytics/" target="_self">Google Analytics</a> e <a title="Google AdWords" href="http://adwords.google.com.br/" target="_self">Google AdWords</a>.</p>
<p><span id="more-838"></span></p>
<p>Mas antes de começar a falar sobre tudo isso, quero deixar claro que quando falo em designers de UX ou apenas designer, esses podem ser arquitetos de informação, designers de interação, designers de interface, enfim, profissionais que participam fortemente da concepção do produto e consequentemente são responsáveis pela experiência do usuário. E como varia muito de empresa para empresa, resolvi generalizar para facilitar o entendimento da ideia.</p>
<p><span style="font-size: small;"><strong>Atuando no planejamento de WA<br />
</strong></span></p>
<p><span style="font-size: small;">Profissionais de WA &#8211; também conhecidos como analista de métricas &#8211; passam por uma etapa de planejamento própria quando há um novo projeto ou quando há alterações consideráveis em um projeto existente. Neste caso, o designer de UX passa a ser um &#8220;cliente&#8221; do WA &#8211; assim como outros profissionais e áreas envolvidas no projeto, já que o designer informa quais são suas necessidades de monitoramento, mensuração, testes, entre outros. Entretanto, o designer de UX só conseguirá visualizar globalmente suas necessidades durante o fechamento de escopo, desenvolvimento de interface ou em outras etapas, ou seja,<strong> o início do planejamento de WA é o &#8220;durante&#8221; do processo de desenvolvimento e não o antes ou depois.</strong></span></p>
<p><span style="font-size: small;">Portanto, a dupla (UX E WA) poderá definir quais ferramentas e configurações serão utilizadas durante o desenvolvimento do projeto, e as opções são inúmeras: </span></p>
<ul>
<li><span style="font-size: small;">teste A/B e multivariado;</span></li>
<li><span style="font-size: small;">criação de funis;</span></li>
<li><span style="font-size: small;"> segmentação;</span></li>
<li><span style="font-size: small;"> tracking;</span></li>
<li><span style="font-size: small;">&#8230;</span></li>
</ul>
<p><span style="font-size: small;"><strong>1) Teste A/B e multivariado<br />
</strong></span></p>
<p>O teste A/B é uma ferramenta simples de otimização utilizada para verificar qual versão de uma página ou peça publicitária é mais efetiva, considerando a conversão dos usuários. Já o teste multivariado é mais robusto e deve ser utilizado para testar uma múltiplas variações de conteúdo em uma página.</p>
<p>Testes como estes são fundamentais para que o designer verifique qual solução tem melhor resultado considerando dados quantitativos de conversão dos usuários. Com informações ricas como essas, <strong>as empresas deixam de tomar decisões baseadas em opiniões pessoais ou suposições vagas e passam a atuar com dados de alta fidelidade na tomada de decisão.</strong></p>
<p>É preciso deixar claro que testes assim não substituem um técnica de avaliação como o teste de usabilidade, mas podem oferecer respostas para dúvidas pontuais. Por exemplo, um designer pode querer testar se um botão de &#8220;comprar&#8221; converte mais usuários quando posicionado a direita na interface e com a cor de fundo azul, se as chamadas de conteúdo com imagem converte recebe mais cliques do que chamadas sem imagem e mais com o texto maior, etc.</p>
<div id="attachment_864" class="wp-caption aligncenter" style="width: 262px"><img class="size-full wp-image-864" title="Exemplo de teste A/B no Gmail" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2009/11/testab_google.png" alt="Exemplo de teste A/B no Gmail" width="252" height="213" /><p class="wp-caption-text">Exemplo de teste A/B no Gmail</p></div>
<p><span style="font-size: small;"><strong>2) Funil de conversão<br />
</strong></span></p>
<p>Funis são caminhos importantes que devem ser percorridos pelo usuário durante a navegação. Com um funil é possível principalmente mapear e corrigir abandonos observando páginas onde há uma considerável evasão por parte dos usuários.</p>
<p>Um funil bem comum é o de compra/pedido de produtos. Veja abaixo:</p>
<div id="attachment_839" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-839" title="Funil de conversão - exemplo conceitual" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2009/11/funil_conceito-300x179.png" alt="Funil de conversão - exemplo conceitual" width="300" height="179" /><p class="wp-caption-text">Funil de conversão - exemplo conceitual</p></div>
<p>Outros objetivos de conversão comuns em funis são assinatura de newsletter, envio de e-mail por formulário de contato e download de documentos.</p>
<p>Para configurar um funil é preciso efetuar diferentes configurações, mas as principais são os objetivos de conversão, URL de origem e destino e URLs que fazem parte do funil. O Google Analytics exibe os dados do funil graficamente e também oferece detalhamento como total de conversões, taxa de abandono em cada página no funil, entre outros.</p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_840" class="wp-caption aligncenter" style="width: 495px"><img class="size-full wp-image-840" title="Funil de conversão do Goole Analytics" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2009/11/funil.png" alt="Funil de conversão do Goole Analytics" width="485" height="115" /><p class="wp-caption-text">Funil de conversão do Google Analytics</p></div>
<p>Como a quantidade de usuário naturalmente diminui de acordo com o nível de aprofundamento de navegação e conteúdo, é importante que o WA e o designer de UX definam quais taxas de abandono são aceitáveis para não haver nenhum erro de julgamento durante a análise.</p>
<p><strong><span style="font-size: small;">3) Segmentação</span></strong></p>
<p>Segmentação de usuário é  uma divisão dos usuários em grupos com interesses, perfis ou comportamentos semelhantes. Essa divisão pode ocorrer através de dados submetidos pelo usuário em formulários (campo profissão, sexo, idade&#8230;), seções em que o usuário navegou ou qualquer outra informação que a empresa tenha interesse e seja possível de se capturar, considerando sempre as políticas de privacidade divulgadas pela empresa. Por padrão, o Google Analytics possui segmentos pré-configurados, mas em alguns projetos é importante saber no detalhe &#8220;com quem estamos falando&#8221; e isso pode refletir em entrega diferenciada de conteúdo e até informações de valor para a criação de <a title="Definição de Personas" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Personas" target="_self">Personas</a>.</p>
<div id="attachment_861" class="wp-caption aligncenter" style="width: 479px"><img class="size-full wp-image-861" title="Segmentação padrão do Google Analytics" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2009/11/segmentacaopadraoga.png" alt="Segmentação padrão do Google Analytics" width="469" height="174" /><p class="wp-caption-text">Segmentação padrão do Google Analytics</p></div>
<p><strong><span style="font-size: small;">4) Tracking</span></strong></p>
<p>No Google Analytics é possível rastrear todas ações de clique realizadas pelo usuário, inclusive em páginas com ajax e conteúdo multimídia. Veja abaixo alguns exemplos de rastreamentos possíveis:</p>
<ul>
<li>Quais conteúdos são pouco ou bastante consumidos pelo usuário em uma determinada página;</li>
<li>Qual a quantidade de cliques em um item expecífico do menu principal;</li>
<li>Quais documentos foram baixados pelos usuários esta semana;</li>
<li>Que personalização os usuários fazem para visualização da interface (aumento de fonte, expansão de menu&#8230;).</li>
</ul>
<p>obs.: Farei mais sobre tracking nos próximos posts.</p>
<p><strong><span style="font-size: small;">Publicação e acompanhamento contínuo<br />
</span></strong></p>
<p>Após a publicação do projeto, o designer de UX pode e deve trabalhar ainda mais próximo do WA analisando keywords de busca orgânica, acompanhando páginas de entrada e saída do site, tempo de acesso, conversão de funil e tudo mais que for de seu interesse. O designer ao analisar os resultados deve compartilhar suas conclusões e hipóteses junto ao WA, porque muitas vezes um dado isolado não responde um questão de forma certa e completa precisando então de uma análise avançada do especialista em análise de métricas (WA).</p>
<p><strong>Com o projeto está no ar, o designer de UX também deve procurar por padrões, tendências e extração de dados comportamentais e qualitativos para utilizar como insumo argumentativo na sugestão de mudanças ou criação de novos serviços ou produtos. </strong>Lembrando que antes de qualquer ação por parte do designer, ele deve validar suas conclusões com o profissional de WA.</p>
<p><strong>Conclusão</strong></p>
<p>O trabalho integrado dos dois profissionais cria uma base sólida e confiável para identificar corretamente as questões de design e a visualização dos dados, fazendo com que dados quantitativos e brutos sejam tranformados em estratégia de negócio e de experiência que geram excelentes resultados.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>Designers de UX devem entender mais sobre números e Analistas de métricas (WAs) sobre histórias?</p>
<p>A pergunta é uma amostra do próximo post :P</p>
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		<title>Nova Insighter: Tatiane Viana</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Oct 2009 13:45:15 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Design & Usabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Autor: Luis Fernando Mizutani
Tatiane Viana, conhecida como Tatix, é a mais nova integrante do nosso projeto. Ela será responsável, principalmente, pelos conteúdos relacionados Arquitetura de Informação, Design de Interação e Usabilidade.
Trabalhei com Tatiane em 2007 quando foi desenvolvido um trabalho para estruturar a área de Design de Interfaces na Unidade de Internet do GrupoRBS. Durante o período [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Autor: Luis Fernando Mizutani</em></p>
<p>Tatiane Viana, conhecida como Tatix, é a mais nova integrante do nosso projeto. Ela será responsável, principalmente, pelos conteúdos relacionados <strong>Arquitetura de Informação,</strong> <strong>Design de Interação </strong>e <strong>Usabilidade</strong>.</p>
<p>Trabalhei com Tatiane em 2007 quando foi desenvolvido um trabalho para estruturar a área de Design de Interfaces na Unidade de Internet do GrupoRBS. Durante o período que convivemos juntos pude perceber que Tatiane é uma designer altamente <strong>Inovadora</strong> e <strong>Criativa</strong></p>
<p>Veja seu perfil no página de Editores</p>
<p><strong>Com grande alegria nós, editores do Insighter, damos as boas vindas a Tatiane!</strong></p>
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