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Inovação / SEO / SEM / Analytics

Espaço para a discussão de temas ligados à Projetos de Internet: da concepção de Idéias e Conceitos Inovadores ao Marketing e seus desdobramentos. Marketing Online, SEM, Web Analytics, Comportamento da Audiência, SEO, Gerenciamento de Projetos, Design, Usabilidade, Inovação e muito mais.

Como medir a fidelidade de seus clientes?

Autor: Luis Fernando Mizutani

O volume atual de informações que recebemos hoje é imenso. Nas redes sociais como Facebook e Twitter recebemos diariamente milhões de links e recomendações de produtos, serviços, lugares, websites, conteúdos, estabelecimentos etc.

Quantas vêzes não vemos alguma coisa sendo compartilhada, mas não temos interesse em abrir o link e pesquisar mais a fundo, por falta de tempo e muitas vezes por preferir perguntar para alguém que confiamos.

Quantas vezes não preferimos confiar nas dicas de um amigo que numa conversa, entende o que estamos procurando e nos conta sobre algum serviço, website, ou loja onde podemos encontrar exatamente o que queremos. Em alguns casos procuramos blogs sobre o assunto que queremos e lá encontramos dicas legais.

Sem falar em quando algum amigo nosso, nos conta sobre algum lugar fantástico que visitou e nos convence de que temos de ir lá. Sim, a recomendação boca-a-boca, ainda é a forma mais efetiva e poderosa de se criar reputação. Talvez até possa ser o mesmo link compartilhado por alguem na nossa rede social, mas que por alguma razão não demos bola. Apesar disto, quando alguma pessoa próxima que confiamos nos descreve sua experiência positiva e faz uma espécia de “propaganda” nossa curiosidade fica muito mais aguçada.

  • “Mas como saber ou medir se seus clientes falam da sua empresa, ou estão satisfeitos com seus serviços/produtos a ponto de se tornarem verdadeiros advogados da sua marca?”
  • “E como isso pode ser uma métrica poderosa para apoiar o crescimento do seu negócio?”

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25.Jun.12 Inovação, Marketing, Marketing Online Comments (0)

Global Design: Desafio de projetos distribuídos – parte III

Autor: Luis Fernando Mizutani

Pessoal, demorou mais saiu. conforme tinha prometido, este post detalha os resultados finais do primeiro projeto distribuído desenvolvido em conjunto com equipes na China e Austrália.

Bom, para quem quiser recapitular o context, sugiro que leiam o primeiro e segundo post desta série. Este terceiro post basicamente irá relatar os resultados finais e algumas conclusões do trabalho desenvolvido de forma distribuída e sem comunicação real-time.

Ao final da estapa de protótipo e teste (ver video ao final do post). A nossa embalagem foi enviada pela equipe de Glasgow para Autrália, e simultaneamente a equipe da Australia enviou sua embalagem para China, e so Chineses nos enviaram a sua embalagem. Isto foi feito para submeter nossa embalagem a diferentes condições de transporte, manuseio e trajeto.

Ao final, nossa embalagem resistiu à todas as entregas e o copo de vinho no interioir das embalagens chegou intacto. O deseign desenvolvido pela nossa equipe priorizou a proteção do conteúdo e a fabricação da embalagem com apenas uma parte dobrável. (ver vídeo abaixo). Outros grupos priorizam estética, mas tiveram seus copos danificados durante o transporte ao passo que outros se tornaram inviáveis para produção em escala devido a complexidade para montagem e excessivo número de partes.


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22.Jun.12 Design & Usabilidade, Inovação, Projetos Comments (0)

Como analisar dados e estatísticas pode gerar diferentes interpretações e erros

Autor: Giresse Contini

Quem trabalha com análise de dados e estatísticas sabe como pode ser fácil interpretar os dados de forma equivocada. As vezes os números são traiçoeiros e mostram apenas uma parte da realidade, que para ser totalmente desvendada, precisa ser cruzada com outras informações, além do contexto correto da situação.

Pois eu fui traído pelos números e pela má interpretação de uma informação que parecia bem simples ao olhar rapidamente para os dados. Gostaria de compartilhar o meu erro como forma de alertar outras pessoas (e eu mesmo) sobre erros desse tipo, pois como diria meu chefe, precisamos cometer erros novos.

Ontem (09/04) ví um tweet no twitter que falava sobre a curva de buscas por um termo no Google, “delete instagram account”. Ao olhar o tweet e os dados do link, via Google Insights for Search, não precisei de poucos segundos para chegar à uma conclusão:

Busca por "delete instagram account"

É notável ao olhar o gráfico, que no dia 04/03/12 houve um aumento de aproximadamente 3x no número de buscas pelo termo “delete instagram account”.

Bem, ligando a informação gerada pelo gráfico ao fato de que no dia anterior (03/04), o Instagram lançou uma nova versão de seu aplicativo destinada aos aparelhos móveis providos do sistema operacional Android. Contudo essa informação ainda não justifica o fato do aumento de interesse visto nas buscas do Google, de usuários interessados em deletar sua conta no aplicativo. Correto?

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11.Apr.12 Web Analytics Comments (0)

Google Page Layout – Faça o que eu digo, mas não o que eu faço

Autor: Giresse Contini

Recentemente o Google lançou uma alteração no seu algorítimo de busca, ao qual nomeou de Page Layout algorithm improvement. Como todas as melhorias em seu algoritmo, o Google explicou essa melhoria através de um nobre motivo, melhorar a qualidade dos resultados indexados nas primeiras posições, privilegiando os sites que dedicam maior espaço ao conteúdo em detrimento da poluição de muitos anúncios.

Bingo! Mais uma vez o Google acerta em cheio ao penalizar sites que só pensam nos cliques das publicidades, principalmente da rede de conteúdo do próprio Google, o conhecido Google AdSense. Eu tenho certeza absoluta que qualquer pessoa que leia esse post, em menos de 1 minuto, vai lembrar de pelo menos meia dúzia de sites que só pensam em gerar cliques, colocando os anúncios nos locais mais nobres, muitas vezes confundindo os usuários com formatos em forma de menus ou em formatos em induzam o usuário a pensar se tratar de uma parte do próprio site.
É importante ressaltar que nem todos os sites são assim, mas uma parcela significativa, principalmente de sites menores, ganha a vida (ou receita) com esses cliques enganosos, quando inseridos em locais onde deveria estar o conteúdo ou imitando o conteúdo com os anúncios.

Mas vamos lá, a grande questão que discuto com essa alteração não é seu benefício, pois este é mais do que claro pra mim e sou profundo apoiador do mesmo. Como em todas as atividades econômicas existentes em qualquer área da economia, existem as pessoas corretas e as pessoas que aproveitam brechas “da legislação” para gerar ganhos excessivos. A própria técnica de SEO (ao qual eu mesmo trabalho diariamente) acaba sendo usada por algumas pessoas cuja a intenção é única e exclusivamente gerar melhor indexação para atrair maior audiência para os seus sites lotados de anúncios. E nesse ponto o Google foi bem ao implementar essa melhoria em seu algorítmo. Ponto para o Google até aqui!

O que discuto é, por outro lado, a conduta do próprio Google em relação ao mesmo assunto em seus produtos. Se abusar de anúncios é visto como prejudicial aos olhos do Google para a navegação dos usuários nos demais sites presentes na internet, por que o próprio Google não segue essa regra? Por que o próprio Google passou a exibir anúncios acima da paginação? Por que o próprio Google aumentou a área superior dos links patrocinados destacados em amarelo na página de resultado? Por que atualmente o Google nos mostra, em inúmeros casos, 10 resultados pagos contra apenas 3 orgânicos?

O Google nem sempre foi assim! Abaixo veja um comparativo da tela de resultado de busca por “tv led” e “playstation 3” em 2010 e 2012. Veja a diferença entre as áreas de resultados pagos e orgânicos nesses dois períodos.

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09.Apr.12 SEO Comments (0)

A inovação e o medo da quebra de paradigma

Autor: Giresse Contini

Depois de muito tempo, e dessa vez, o muito é realmente MUITO, ou mais precisamente 1 ano e 4 meses, volto a fazer um post no Insighter. Não que eu não tenha vontade de escrever ou não exista assunto para isso, o problema é que depois de muito tempo num “chove e não molha” danado na faculdade, estou prestes a me formar no curso de Ciências Econômicas da UFRGS. Pois é… quem me conhece diz que só acredita vendo, mas já há até data para a formatura, dia 03 de agosto de 2012. Sim, antes do fim do mundo! hehehe

Mas vamos lá, o assunto do post de hoje não é nem Web Analytics e nem SEO. Acometido pela febre do TCC, tenho lido muito sobre inovação, suas ondas e força nos ciclos econômicos vistos até hoje.

Pois bem, lendo Business Cycles de Joseph Alois Schumpeter, escrito nada mais nada menos do que em 1939, me deparei com um trecho ao qual me fez refletir muito e logo me veio uma matéria que li em janeiro de 2012. É realmente fascinante como algo escrito a tanto tempo ainda faça tanto sentido nos dias de hoje.

Segue abaixo o trecho mencionado:
“No início do boom os custos se elevam nas empresas antigas; mais tarde suas receitas são reduzidas, primeiramente nas empresas com as quais concorrem a inovação, mas, depois, em todas as empresas antigas, na medida em que a demanda dos consumidores se altera em favor da inovação. À parte a possibilidade de lucros – secundariamente – com a inovação, o seu funcionamento com prejuízo só é impedido pelo amortecedor da quase-renda, que é efetivo apenas temporariamente. E esse funcionamento com prejuízo não leva imediatamente ao colapso apenas porque firmas antigas são em sua maioria bem estabelecidas e aparecem como especialmente merecedoras de crédito”.

Quantas empresas já se depararam com uma inovação tão disruptiva no seu segmento e tiveram que tomar uma decisão de caminho a se tomar daquele momento em diante? Mas sabemos que a quebra de um paradigma nem sempre é algo tão fácil, principalmente quando uma empresa foi tão bem sucedida com aquele antigo modelo. Não preciso pensar mais do que alguns poucos minutos para ter em minha cabeça, uma série de exemplos de grandes empresas que passaram por esse momento e tiveram que decidir entre o aquilo que estava dando certo até o momento e o futuro.

Cito abaixo alguns exemplos:
Sony e a mudança do Walkman/Discman para os tocadores de músicas digitais (os famosos MP3 Players)
Nokia e a recente mudança dos celulares convencionais para os modelos smartphones
Kodak e a mudança das câmeras fotográficas antigas pelas digitais (e com elas os antigos “filmes fotográficos”)

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26.Mar.12 Inovação Comments (0)

Global Design: Desafio de Projetos Distribuidos – parte II

Autor: Luis Fernando Mizutani

Agora já passamos da terceira semana de projeto e já foi possível identificar alguns incidentes relacionados ao trabalho em times distribuídos.

O trabalho da semana concentrou-se muito em coordenação e teve uma maior carga de trabalho por parte da equipe localizada em Glasgow. Dado que neste projeto não é permitido comunicação real-time entre as equipes, nesta primeira semana nos focamos em criar mecanismos e processos para aumentar a eficácia da comunicação remota. O que definimos na primeira semana:

1. Introdução Individual de cada membro da equipe: através de perfil criado individualmente trazendo dados profissionais e pessoais. Encorajamos cada individuo a criar sua apresentação sem qualquer formato padrão, para que desta forma a indentidade de cada um pudesse de alguma forma estar refletida na sua apresentação.

2. Introdução da Equipe: Focamos um descritivo das competêcias centrais da equipe e possiveis pontos deficientes. Buscamos reforçar áreas que a equipe poderia contribuir mais e em qual áreas iria solicitar maior apoio. Buscamos manter a consistência ressaltando o vínculo das competências com as fases/atividades do projeto.

3. Repositório de documentos: foi criado um repositório central de arquivos de comum acesso a todos os integrantes dos times distribuidos nas 3 localidades (Australia, Escócia e China). (more…)

24.Oct.11 Design & Usabilidade, Inovação, Projetos Comments (0)

Global Design: Desafio de Projetos Distribuidos – parte I

Autor: Luis Fernando Mizutani

Este é o primeiro post da série “Global Design” que irá abordar o desafio de Design de Novos Produtos em equipes distribuídas em diferentes partes do Globo. Esta série vai relatar duas experiências práticas com dois modelos distintos de projetos distribuídos. Ao final iremos comparar as duas experiências e elaborar uma análise baseada nos resultados de ambos os projetos.

Os projetos são parte de um dos módulos do curso de “Global Innovation Management” e foca a prática e teoria aplicada ao gerenciamento de projetos de design, de forma colaborativa e distribuída . Este módulo  compreende:

  •  2 projetos de curta duração (cerca 5 semanas) e;
  •  um trabalho final descrevendo ambas as experiências, comparando-as e fazendo uma análise crítica acerca dos problemas encontrados, ferramentas usadas e o que foi encontrado na teoria e literatura.

Nesta série de posts vou relatar de forma bem informal estas duas experiências e resultados mais relevantes obtidos ao final dos projetos. (more…)

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03.Oct.11 Design & Usabilidade, Inovação, Projetos Comment (1)

Projeto Erasmus Mundus: dicas para obter uma bolsa de estudos no exterior

Autor: Luis Fernando Mizutani

Pessoal, existem inúmeras bolsas de estudo no exterior e uma delas é o programa Erasmus Mundus. Vou dividir com vocês um pouco do que fiz para obter uma bolsa de Pós-Graduação no programa de Pós-gradução em “Global Innovation Management“.

A principal dica é acreditar que é possível e pesquisar, mas como ponto departida seguem algumas dicas bem práticas:

1. O site do Eramus tem várias bolsas em diversas áreas. Todo ano divulgam uma lista com diversos programas de pós-graduação (mestrado e Doutorado) que em geral são coordenados por consórcios de universidades. Veja a lista aqui

2. Pesquise todas as áreas que julgar interessante e tenha sempre em mente 2 coisas:

  • Área de estudos
  • Requisitos que o programa pede (deve-se focar nos programas onda há maiores chances de satisfazer os requisitos) (more…)

08.Aug.11 Inovação Comments (3)

Global Innovation Programme 2011

Autor: Luis Fernando Mizutani

Recentemente tive a boa notícia que havia sido selecionado uma bolsa de Pós-Graduação na Europa em “Gestão de Inovação em Nível Global“. Fiquei muito orgulhoso de ser o único selecionado na América do Sul e de poder representar o Brasil neste programa que contará este ano com outros profissionais de diversos países como Alemanha, China, Espanha, Índia, Indonésia, Itália, México, Rússia, Taiwan, Turquia, Sérvia, Ucrânia e outros.

A bolsa foi obtida através do programa Erasmus Mundus em uma seleção promovida anualmente para pessoas do mundo todo. No post “Projeto Eramus Mundus” irei detalhar a minha preparação e planejamento para a obtenção da bolsa de estudos que cobrirá o custo do curso de pós-graduação e meus custos de vida. Mas agora irei falar sobre o programa:

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27.Jul.11 Inovação, Projetos Comments (4)

Coca-Cola: campanhas épicas

Autor: Luis Mizutani

Estou para escrever este post há alguns dias atrás quando vi pela primeira vez o comercial da nova campanha global da Coca-cola que celebra os 125 anos da empresa. Mais uma vez achei o comercial realmente inspirador. Sua nova campanha intitulada “Razões para acreditar” traz como trilha sonora a música “Whatever” do grupo bratânico Oasis.


Outras versões:
http://www.youtube.com/watch?v=WS2Fmta9cy0&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=ZWJBIwqiG1c&feature=related

Não é de ficar impressionado que a campanha faça sucesso, pois ao contrário do que muitos pensam a principal competência central da empresa nunca foi a  fabricação de bebidas. Apesar de sua fórmula única, o que fez e empresa dominar o mercado mundial de bebidas, foram suas inovações em estratégias de marketing, um impecável trabalho de (more…)

10.Apr.11 Marketing Comments (0)

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